7 dicas para você se tornar um milionário em apenas 1 ano
Confira lições de empreendedores que conquistaram esse feito em 365 dias ou menos
Saiba que postura adotar para atingir voos mais altos
Ganhar o primeiro milhão é um sonho de muita gente. O valor não é gigante, vale dizer. Não é o suficiente, por exemplo, para que alguém pare de trabalhar. No entanto, conquistar esse montante faz com que o detentor desse montante conquiste uma marca muito importante. Tornar-se um milionário é um degrau importante rumo a voos mais altos.
Alguns empreendedores, aliás, conquistaram seu primeiro milhão em um prazo relativamente curto: um ano. Uma reportagem publicada no site da revista "Inc." compilou o depoimento de pessoas que atingiram essa meta em 365 dias. Ou até menos. No texto, elas listaram os fatores que foram cruciais para chegar a esse resultado:
1. Ame seus clientes
Por Tim Nguyen, cofundador da BeSmartee
"Todas as suas ações devem estar focadas nos seus clientes. Ao pensar em qualquer coisa na sua empresa, pense no impacto que tal mudança traria aos consumidores. Não se preocupe tanto com as vendas e definitivamente não foque no dinheiro. Concentre-se nos clientes."
2. Faça bons contatos
Por Margot Micallef, fundadora da Gabriella's Kitchen
"Uma boa e sólida fundação inclui uma rede de contatos, bem como amizades com investidores. Todas as situações que me trouxeram um grande retorno tiveram origem em uma relação construída anos antes."
3. Tenha valores. E paixão
Por Steve Starr, da StarrDesign
"Sua empresa tem que ter personalidade. Tem que ter processos e relações com clientes e funcionários que sejam únicos. Em qualquer negócio, é essencial definir o que inspira você e seus colaboradores e jamais se afastar desses valores. Também é importante ter paixão. E apegar-se a ela é vital para o sucesso."
4. Aperfeiçoe seu produto
Por Simon Slade, CEO da Affilorama
"Meu melhor conselho para quem quer se tornar um milionário é criar um produto incrível e continuar aperfeiçoando-o sempre. Também acredito que é importante usar uma métrica – apenas uma – para ver seu avanço. Faça o possível e o impossível para crescer, pelo menos de acordo com o critério que você escolheu."
5. Saiba lidar com pessoas
Por Ted Leonhardt, especialista em gestão
"Para conseguir me tornar um milionário em um ano, eu priorizei o entendimento das minhas relações com todas as pessoas que eram, direta ou indiretamente, ligadas à minha empresa, como funcionários, clientes e fornecedores. Entenda todas as preocupações de todos eles e proponha soluções para acabar com essas aflições. Assim, seu caminho ficará mais fácil."
6. Trabalhe forte no começo
Por Heidi Burkhart, presidente do Dane Professional Consulting Group
"Aos 21 anos, entrei no mercado imobiliário. Nos meus primeiros anos, trabalhei à exaustão, trabalhando 24 horas por dia e economizando o máximo que podia. Depois disso, as coisas foram melhorando. E, eventualmente, alcancei uma saúde financeira e consegui ganhar um bom dinheiro. Credito tudo isso ao esforço do começo da minha empreitada."
7. Não se preocupe tanto
Por Zach Halmstad, cofundador da JAMF Software
"Meu conselho é que você foque no que você quer ser e não pense no que pode dar errado no meio do caminho. Quase todos os prognósticos catastróficos que temos nunca acontecem. Não se preocupe tanto."
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/08/7-dicas-para-voce-se-tornar-um-milionario-em-apenas-1-ano.html
10 dicas para evitar erros na hora de criar um plano de negócios
Conheça as principais falhas cometidas pelos empreendedores na hora de criar o plano de negócios da empresa
Regra básica. É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/09/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-criar-um-plano-de-negocios.html
Publicado originalmente por: Agência Sebrae de Notícias SP
Conheça as principais falhas cometidas pelos empreendedores na hora de criar o plano de negócios da empresa
Regra básica. É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/09/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-criar-um-plano-de-negocios.html
Publicado originalmente por: Agência Sebrae de Notícias SP
Pequenos negócios amparados por redes de franquias promovem bons rendimentos no atual cenário econômico
Empreendedores buscam alternativas seguras para investimento e abertura do próprio negócio com foco na regionalização
O empreendedorismo está no DNA do brasileiro, todos já sabem disso. E com a atual dificuldade econômica muitos estão buscando abrir um pequeno negócio como alternativa para driblar a crise. Por conta disto, cada vez mais redes de microfranquias conquistam novas unidades. “Por possuir um modelo de negócio já testado anteriormente, o investidor se sente seguro com o negócio”, explica Marcelo Salomão, diretor executivo da Gigatron Franchising, rede de serviços e tecnologia voltada para micro e pequenos empreendedores.
Segundo o site Empresômetro, atualmente existem 14.752.570 Micro e Pequenas empresas atuando no Brasil até o momento. A maioria desses negócios tem procurado se instalar em bairros que são verdadeiras cidades, promovendo assim um contato mais próximo com o cliente. “Quando uma loja é instalada em um bairro no qual o comerciante resida é normal que ele conheça seus clientes pelo nome e saiba um pouco mais sobre ele, isso gera uma maior confiança entre eles. É primordial que o cliente não seja tratado como um número”, contou Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos. Outra franqueadora que acredita no potencial do negócio de bairro é a AcquaZero, rede de lavagem ecológica automotiva. “O dinheiro gira dentro do próprio bairro, gerando empregos e renda”, explicou o diretor executivo da marca Marcos Mendes.
A vantagem de uma franquia para um microempreendedor são inúmeras, entre elas está a economia. Existem franquias, que pensando em diminuir gastos para seus franqueados, abriram modalidades diferenciadas como o home office, uma delas é a San Martin Franchising, franquia de seguros que possui 80% de seus franqueados na modalidade. Outras marcas criam mais de uma modalidade para que o cliente se adeque a que melhor condiz com seu dia a dia. “Na Encontre sua Viagem nós temos três modalidades, não adianta o franqueado ter uma loja se precisa de tempo para ficar em casa e vice-versa. Respeitamos as limitações e os anseios de cada franqueado”, disse Henrique Mol, diretor executivo da Encontre Sua Viagem, franquia de turismo.
Outro fator que atrai muito aspirantes a empresários é o suporte que as redes oferecem aos seus franqueados. A TRC Sustentável é uma rede de franquias especializada em gestão da água. A marca conduz um empreendimento único no mercado; ela vende a solução para quem quer economizar, ou seja, seus serviços que consistem em aplicar dispositivos e válvulas especiais que regulam a pressão da água, garantem uma redução econômica de até 60%.
E para conduzir o negócio inovador, o franqueado conta com o apoio de marketing, jurídico, e principalmente com o constante treinamento. “Por meio dele a franqueadora transmite os valores, a cultura da empresa e apresenta de forma detalhada os procedimentos que vão desde conceitos de implantação, operação e simulação de vendas e serviços. Uma vez ao mês realizamos em nossa sede um treinamento assim, tanto para novos e velhos franqueados”, falou o diretor.
Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) nos últimos seis meses registrou um avanço de 13,1% sobre o mesmo período do ano passado. Prova disso é a Acqio Franchising, franquia de pagamentos eletrônicos que começou a atuar no segmento em agosto e já possui 150 unidades franqueadas. Outras redes aproveitam para apostar em expansão de acordo com a necessidade momentânea do mercado, exemplo disso é a TRC Sustentável. “Hoje a crise hídrica é uma aliada, oferecemos uma forma de economia de água e de dinheiro para nossos clientes. Todos saem ganhando”, salientou Anderson Silva, diretor executivo da rede. Com o intuito de promover a relevância de comprar dos pequenos negócios o Sebrae criou uma campanha intitulada “Compre do Pequeno Negócio”, com o objetivo de impulsionar a compra de produtos e serviços de empresas locais. Cada loja de uma franquia é um pequeno negócio, dentro de uma grande rede.
Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61536:pequenos-negocios-amparados-por-redes-de-franquias-promovem-bons-rendimentos-no-atual-cenario-economico&catid=122&Itemid=561
Publicado originalmente por: FATOS&IDEIAS COMUNICAÇÃO
Empreendedores buscam alternativas seguras para investimento e abertura do próprio negócio com foco na regionalização
O empreendedorismo está no DNA do brasileiro, todos já sabem disso. E com a atual dificuldade econômica muitos estão buscando abrir um pequeno negócio como alternativa para driblar a crise. Por conta disto, cada vez mais redes de microfranquias conquistam novas unidades. “Por possuir um modelo de negócio já testado anteriormente, o investidor se sente seguro com o negócio”, explica Marcelo Salomão, diretor executivo da Gigatron Franchising, rede de serviços e tecnologia voltada para micro e pequenos empreendedores.
Segundo o site Empresômetro, atualmente existem 14.752.570 Micro e Pequenas empresas atuando no Brasil até o momento. A maioria desses negócios tem procurado se instalar em bairros que são verdadeiras cidades, promovendo assim um contato mais próximo com o cliente. “Quando uma loja é instalada em um bairro no qual o comerciante resida é normal que ele conheça seus clientes pelo nome e saiba um pouco mais sobre ele, isso gera uma maior confiança entre eles. É primordial que o cliente não seja tratado como um número”, contou Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos. Outra franqueadora que acredita no potencial do negócio de bairro é a AcquaZero, rede de lavagem ecológica automotiva. “O dinheiro gira dentro do próprio bairro, gerando empregos e renda”, explicou o diretor executivo da marca Marcos Mendes.
A vantagem de uma franquia para um microempreendedor são inúmeras, entre elas está a economia. Existem franquias, que pensando em diminuir gastos para seus franqueados, abriram modalidades diferenciadas como o home office, uma delas é a San Martin Franchising, franquia de seguros que possui 80% de seus franqueados na modalidade. Outras marcas criam mais de uma modalidade para que o cliente se adeque a que melhor condiz com seu dia a dia. “Na Encontre sua Viagem nós temos três modalidades, não adianta o franqueado ter uma loja se precisa de tempo para ficar em casa e vice-versa. Respeitamos as limitações e os anseios de cada franqueado”, disse Henrique Mol, diretor executivo da Encontre Sua Viagem, franquia de turismo.
Outro fator que atrai muito aspirantes a empresários é o suporte que as redes oferecem aos seus franqueados. A TRC Sustentável é uma rede de franquias especializada em gestão da água. A marca conduz um empreendimento único no mercado; ela vende a solução para quem quer economizar, ou seja, seus serviços que consistem em aplicar dispositivos e válvulas especiais que regulam a pressão da água, garantem uma redução econômica de até 60%.
E para conduzir o negócio inovador, o franqueado conta com o apoio de marketing, jurídico, e principalmente com o constante treinamento. “Por meio dele a franqueadora transmite os valores, a cultura da empresa e apresenta de forma detalhada os procedimentos que vão desde conceitos de implantação, operação e simulação de vendas e serviços. Uma vez ao mês realizamos em nossa sede um treinamento assim, tanto para novos e velhos franqueados”, falou o diretor.
Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) nos últimos seis meses registrou um avanço de 13,1% sobre o mesmo período do ano passado. Prova disso é a Acqio Franchising, franquia de pagamentos eletrônicos que começou a atuar no segmento em agosto e já possui 150 unidades franqueadas. Outras redes aproveitam para apostar em expansão de acordo com a necessidade momentânea do mercado, exemplo disso é a TRC Sustentável. “Hoje a crise hídrica é uma aliada, oferecemos uma forma de economia de água e de dinheiro para nossos clientes. Todos saem ganhando”, salientou Anderson Silva, diretor executivo da rede. Com o intuito de promover a relevância de comprar dos pequenos negócios o Sebrae criou uma campanha intitulada “Compre do Pequeno Negócio”, com o objetivo de impulsionar a compra de produtos e serviços de empresas locais. Cada loja de uma franquia é um pequeno negócio, dentro de uma grande rede.
Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61536:pequenos-negocios-amparados-por-redes-de-franquias-promovem-bons-rendimentos-no-atual-cenario-economico&catid=122&Itemid=561
Publicado originalmente por: FATOS&IDEIAS COMUNICAÇÃO
10 dicas para evitar erros na hora de abrir um negócio
Saiba quais são as principais falhas cometidas pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/08/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-abrir-um-negocio.html
Saiba quais são as principais falhas cometidas pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/08/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-abrir-um-negocio.html
9 passos para deixar de ser empregado e virar empreendedor
Entre pedir demissão e abrir sua empresa, há espaço para que você faça uma transição estruturada
É muito comum ver empreendedores que decidiram criar sua empresa ao ficarem insatisfeitos com o emprego que tinham. São três as etapas para quem quer deixar de ser funcionário e virar patrão. A primeira é pedir demissão. A última, abrir o negócio. O intervalo entre as duas permite que uma transição seja feita.
Em artigo, publicado originalmente no site da revista "Entrepreneur", o empreendedor Sujan Patel listou os passos que, segundo ele, devem ser tomados por quem deseja sair do emprego sem atritos e criar um negócio estruturado. Confira:
1. Encontre sua paixão
Antes de tudo, descubra os segmentos em que você gostaria de empreender. É importante, diz Patel, que você seja realista: eleja setores em que suas habilidades e pontos fortes podem ajudar você a conquistar o sucesso. Do contrário, você pode se arrepender de ter largado o emprego.
2. Não seja tão sonhador
Mais uma dose de realismo. Você deve desenvolver um produto ou serviço que chame a atenção das pessoas. Lembre-se: sem clientes, não há como obter receitas. E, consequentemente, seu negócio irá à falência.
3. Valide sua ideia
Além do seu realismo, você precisa descobrir se, realmente, sua ideia é viável. Para isso, você precisa validar seu negócio, conversando com seu público-alvo. Nessa pesquisa de campo, é bem possível que uma parte do seu projeto mude, pois o que você pensou pode ser diferente da opinião dos clientes. Sem problemas: ajuste o que for necessário e siga para o próximo passo.
4. Desenvolva seus planos de negócio e de marketing
Agora que você sabe o que vender, é hora de descobrir como vender. Desenvolva um plano de negócio, que deverá mostrar um planejamento para a sua empresa no médio prazo. Nele, você tem que mostrar como você quer ganhar dinheiro. Ou seja, se vai apostar em vendas diretas, pagamentos mensais ou receitas vindas de anúncios, dentre muitas outras formas de monetização. De acordo com Patel, também vale pensar em uma estratégia de marketing. Planeje quanto você pode gastar e que canais de comunicação usará para atingir seus clientes.
5. Tenha dinheiro
Você precisa de algum dinheiro para abrir seu negócio, bem como de capital de giro, que é a grana que você vai usar para pagar as contas da empresa enquanto ela ainda não gera faturamento. O dinheiro, afirma Patel, não precisa ser seu. Você pode buscar um investidor, por exemplo.
6. Comece devagar
Segundo o especialista, caso sua empresa não exija atenção exclusiva, não há problema em começar seu negócio enquanto ainda trabalha como empregado. Só é importante não arriscar tudo. Comece devagar, com uma equipe enxuta e sem gastar todo o seu dinheiro. Vá recebendo o feedback dos seus primeiros clientes e veja se a empresa tem chances de decolar.
7. Construa uma equipe
Se você não vai se dedicar em tempo integral à sua empresa, deve ter alguém de confiança a postos para resolver os problemas que surjam em sua ausência. Dependendo da sua experiência, também vale contratar especialistas em áreas como finanças, atendimento ao cliente e marketing. Tais adições à equipe, naturalmente, vão depender da quantidade de dinheiro que você tem.
8. Veja se vale a pena sair. E saia
Ao abrir sua empresa, veja se tudo está dando certo. Caso não esteja, desista. Segundo Patel, falhar é algo bastante comum e faz com que o empreendedor cometa menos erros no futuro. Se tudo estiver bem e você já puder viver da sua empresa, peça demissão. A partir daí, foque no seu negócio em tempo integral.
9. Escale
Agora que você se dedica exclusivamente ao negócio, é hora de crescer. Coloque em prática seu plano de negócio e multiplique seus ganhos. De acordo com Patel, é muito importante valorizar a equipe. Afinal, foram eles que "seguraram a barra" enquanto você se dividia entre o emprego e o próprio negócio. Lembre-se que, sem um time motivado e engajado, você não vai longe.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/07/9-passos-para-deixar-de-ser-empregado-e-virar-empreendedor.html
Entre pedir demissão e abrir sua empresa, há espaço para que você faça uma transição estruturada
É muito comum ver empreendedores que decidiram criar sua empresa ao ficarem insatisfeitos com o emprego que tinham. São três as etapas para quem quer deixar de ser funcionário e virar patrão. A primeira é pedir demissão. A última, abrir o negócio. O intervalo entre as duas permite que uma transição seja feita.
Em artigo, publicado originalmente no site da revista "Entrepreneur", o empreendedor Sujan Patel listou os passos que, segundo ele, devem ser tomados por quem deseja sair do emprego sem atritos e criar um negócio estruturado. Confira:
1. Encontre sua paixão
Antes de tudo, descubra os segmentos em que você gostaria de empreender. É importante, diz Patel, que você seja realista: eleja setores em que suas habilidades e pontos fortes podem ajudar você a conquistar o sucesso. Do contrário, você pode se arrepender de ter largado o emprego.
2. Não seja tão sonhador
Mais uma dose de realismo. Você deve desenvolver um produto ou serviço que chame a atenção das pessoas. Lembre-se: sem clientes, não há como obter receitas. E, consequentemente, seu negócio irá à falência.
3. Valide sua ideia
Além do seu realismo, você precisa descobrir se, realmente, sua ideia é viável. Para isso, você precisa validar seu negócio, conversando com seu público-alvo. Nessa pesquisa de campo, é bem possível que uma parte do seu projeto mude, pois o que você pensou pode ser diferente da opinião dos clientes. Sem problemas: ajuste o que for necessário e siga para o próximo passo.
4. Desenvolva seus planos de negócio e de marketing
Agora que você sabe o que vender, é hora de descobrir como vender. Desenvolva um plano de negócio, que deverá mostrar um planejamento para a sua empresa no médio prazo. Nele, você tem que mostrar como você quer ganhar dinheiro. Ou seja, se vai apostar em vendas diretas, pagamentos mensais ou receitas vindas de anúncios, dentre muitas outras formas de monetização. De acordo com Patel, também vale pensar em uma estratégia de marketing. Planeje quanto você pode gastar e que canais de comunicação usará para atingir seus clientes.
5. Tenha dinheiro
Você precisa de algum dinheiro para abrir seu negócio, bem como de capital de giro, que é a grana que você vai usar para pagar as contas da empresa enquanto ela ainda não gera faturamento. O dinheiro, afirma Patel, não precisa ser seu. Você pode buscar um investidor, por exemplo.
6. Comece devagar
Segundo o especialista, caso sua empresa não exija atenção exclusiva, não há problema em começar seu negócio enquanto ainda trabalha como empregado. Só é importante não arriscar tudo. Comece devagar, com uma equipe enxuta e sem gastar todo o seu dinheiro. Vá recebendo o feedback dos seus primeiros clientes e veja se a empresa tem chances de decolar.
7. Construa uma equipe
Se você não vai se dedicar em tempo integral à sua empresa, deve ter alguém de confiança a postos para resolver os problemas que surjam em sua ausência. Dependendo da sua experiência, também vale contratar especialistas em áreas como finanças, atendimento ao cliente e marketing. Tais adições à equipe, naturalmente, vão depender da quantidade de dinheiro que você tem.
8. Veja se vale a pena sair. E saia
Ao abrir sua empresa, veja se tudo está dando certo. Caso não esteja, desista. Segundo Patel, falhar é algo bastante comum e faz com que o empreendedor cometa menos erros no futuro. Se tudo estiver bem e você já puder viver da sua empresa, peça demissão. A partir daí, foque no seu negócio em tempo integral.
9. Escale
Agora que você se dedica exclusivamente ao negócio, é hora de crescer. Coloque em prática seu plano de negócio e multiplique seus ganhos. De acordo com Patel, é muito importante valorizar a equipe. Afinal, foram eles que "seguraram a barra" enquanto você se dividia entre o emprego e o próprio negócio. Lembre-se que, sem um time motivado e engajado, você não vai longe.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/07/9-passos-para-deixar-de-ser-empregado-e-virar-empreendedor.html
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