8 pontos fundamentais para quem pretende abrir uma empresa

Iniciar um negócio é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos que necessitam de atenção
Abrir uma empresa é o objetivo de milhões de brasileiros. Para se ter uma ideia, segundo economistas da Serasa Experian, apenas nos três primeiros meses de 2015, mais de 480 mil novas empresas foram criadas no Brasil, um aumento de 2,3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Contudo, abrir um negócio é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos que necessitam de atenção, principalmente nos detalhes mais técnicos. Alguns pontos de destaque são elaboração do contrato social, a escolha do tipo de tributação da empresa, a escolha do imóvel, obtenção de alvará. Veja alguns pontos que a Confirp Contabilidade selecionou para ser levado em conta antes de abrir uma empresa.

Planejamento do negócio
O grande problema na maioria das empresas abertas é que isso ocorre impulsivamente e, em função disso, não há um plano de negócio estabelecido, publico alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.
Muitas vezes, após essa primeira análise, se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, muito desses gratuitos. Também é importante pesquisar como está o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará .

Cálculo de custos para começar a funcionar
É preciso que se tenha em mente que, para colocar uma empresa para funcionar, haverão custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses, os principais são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.
Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia, para se ter ideia, a Confirp tem uma área que apenas se responsabiliza por isso, tirando do cliente qualquer ‘dor de cabeça’ relacionada ao tema.

Elaboração do contrato social
Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabore um contrato social. É nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa. Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.
Importante frisar que quaisquer alterações contratuais, faz com que se tenha que refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As sociedades limitadas só podem alteradas se 75% do capital estiver de acordo. Geralmente, o registro de um contrato social pode ser agilizado procurando o sindicato da categoria da empresa, sendo que o mesmo pode possuir um posto avançado da junta comercial. Com isso, todo esse processo pode ser finalizado em até 24 horas.

Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá
Hoje três são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.
Outro ponto é que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento. Apesar de muitos pensarem que melhor tipo de tributação é o Simples, existem até mesmo casos que esse tipo de tributação não é o mais interessante, mesmo que a companhia se enquadre em todas as especificações.

Definição da estrutura física
Além de definir o local onde será o empreendimento, é necessário também que se adquira toda uma estrutura para o funcionamento da empresa, e isso dependerá de cada ramo de atuação, podendo ir desde maquinário até material de escritório.
Sobre o local em que será é importante que se observe também se esse se adéqua ao público que pretende atingir e, principalmente, diretrizes estabelecidas pelo município referente ao local.

Obtenção de registros e licenças
Hoje a burocracia é tanta para empresas que grande maioria não possuem todos os registros e licenças necessários para o funcionamento, no que se configura em um risco jurídicos para essas, dentre os registro necessários estão o habite-se do imóvel (autorização da prefeitura para que ele possa ser habitado) e as regras de ocupação de solo (cada cidade define regras específicas em leis de zoneamento), alvará de funcionamento, pagamento de taxas de funcionamento, dentre outras licenças necessárias dependendo da atividade da empresa.

Contratação de uma contabilidade
Toda empresa necessita de uma contabilidade par funcionar. Essa que será responsável por estar gerando as informações imprescindíveis para a empresa esteja em dia com os órgãos públicos.
Também são responsáveis pelo cálculo de impostos e tributos que a empresa deverá pagar, bem como análise da situação contábil da empresa e geração de informações imprescindíveis para a gestão empresarial

Processo de contratação de profissionais
Sua empresa terá necessidade de funcionários? Se sim é necessário abrir processos seletivos para contratação, hoje esse ponto é um dos mais problemáticos para as empresas em função de um crescente apagão de mão de obra que passa o país. Após a contratação é necessário elaborar o contrato de trabalho, definir salários benefícios ver qual o melhor regime de trabalho e regularizar o mesmo junto ao INSS.


FONTE: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/8-pontos-fundamentais-para-quem-pretende-abrir-uma-empresa/101261/


E-Commerce

 

7 conselhos de empreendedores para jovens recém-formados

Veja o que grandes empreendedores como Bill Gates e Steve Jobs disseram a jovens formandos



Sessenta por cento dos jovens universitários pensam em abrir um negócio em até três anos depois da faculdade. Os dados de uma pesquisa feita pela Endeavor e pelo Sebrae mostram que os novos formandos consideram cada vez mais o empreendedorismo como opção de carreira.

Confira a seguir os conselhos de empreendedores consagrados, dados durante discursos de formatura em universidades americanas.

Tim Cook
Em um discurso para os alunos de graduação da Universidade George Washington, o sucessor de Steve Jobs na Apple falou sobre valores e fracasso. “Encontre seus valores e se comprometa com eles. Encontre sua estrela do Norte. Estou falando sobre fazer escolhas. Algumas são fáceis. Outras são dificeis. E algumas te farão questionar tudo”.

Steve Jobs
O discurso de Jobs para a turma de formandos de Stanford, em 2005, entrou para a história como um dos mais tocantes. Entre vários conselhos, o empreendedor disse aos estudantes que perseguissem seus sonhos e trabalhassem duro. “Não deixe que a opinião dos outros afogue sua voz interior, seu coração e sua intuição”.

Guy Kawasaki
Empreendedor, investidor e autor renomado de inovação. Em 2012, ele falou com os formandos da Menlo College e lembrou que, para ter sucesso, é preciso errar muitas vezes antes. “Não espere perfeição. A vida não é perfeita. Faça o melhor e vá em frente”.

Reid Hoffman
O criador do LinkedIn deu seus conselhos aos estudantes da Babson College, em Boston, em 2012. Ele falou sobre a importância de manter uma rede de contatos e não deixar de acreditar no espírito empreendedor. “O sucesso não é uma simples subida de degraus mais”.

Eric Schmidt
A Universidade da Califórnia parou para ouvir Eric Schmidt, em 2012. Um dos criadores do Google, o executivo lembrou como é importante inovar. “Encontre uma forma de dizer ‘sim’ às coisas, mesmo que estejam fora da sua zona de conforto. ‘Sim’ é uma palavra bem pequena que te permite fazer grandes coisas”.

Bill Gates
Largou Harvard para fundar a Microsoft. Em 2007, voltou como convidado para falar aos recém-formados. “Vocês têm mais do que nós tínhamos no passado. Devem começar antes e ir mais longe”.

Evan Spiegel
O criador do Snapchat falou neste mês com os jovens de USC Marshall sobre o desafio de entrar no mercado. “A parte mais difícil é se acostumar a resolver problemas que ainda não têm respostas. Em tempos de desespero, você pode acreditar que alguém não pode fazer a diferença - e há momentos em que pode ser difícil ver seu próprio impacto”.


FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/05/7-conselhos-de-empreendedores-para-jovens-recem-formados.html


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Os 4 "assassinos silenciosos" da sua empresa

Conheça os fatores que desestabilizam os negócios e podem te levar à falência e esqueça o que você sempre ouviu: os clientes não têm sempre a razão.





Hábitos como o tabagismo e sintomas como a pressão alta são considerados "assassinos silenciosos" – aqueles que vão, devagarinho, fazendo o corpo definhar. No mundo dos negócios, também há fatores que podem levar uma empresa à falência de forma bem sorrateira.

O empreendedor americano Steve Blue listou, no site da revista Entrepreneur, os "assassinos" que podem estar arrancando a vida da sua empresa. Como um bom antagonista de histórias de terror, há um item que é defendido desde o início do século passado, mas que na verdade faz mal à saúde corporativa.  Confira:

Reuniões sem resultado – O primeiro "assassino" consome o tempo da empresa. Ninguém nega a importância das reuniões, mas é necessário que haja um propósito e que soluções sejam encontradas no fim dos encontros. Caso contrário, a reunião só levará ao desperdício da força de trabalho em questões supérfluas.

Quando a reunião é longa demais ou não desperta o interesse dos seus colaboradores, pode ser que o encontro seja desnecessário. Na hora de marcar uma reunião, veja a reação dos funcionários. Se ninguém se mostrar satisfeitos, talvez seja bom cancelar o encontro.

Falta de vontade em inovar – Empresas que não inovam morrem de velhice. Basta ver os produtos e serviços que você consome: uma boa parte deles deve ter sido introduzida há menos de dois anos. Por exemplo, é bem provável que, em 2011, você nem soubesse o que eram o Waze e o Netflix, certo?

Para facilitar, Blue estabelece uma "nota de corte": a cada cinco artigos que você oferece, pelo menos um deve ter menos de dois anos de vida. Se isso não ocorrer, é hora de se reinventar. Caso contrário, sua empresa será engolida por empreendimentos inovadores que ainda nem sabemos que existem, mas estão por aí.

Funcionários nocivos – Este é um mal que assola qualquer empresa. Você já deve ter tido problemas com vendedores mal humorados, garçons folgados e atendentes sem o mínimo de simpatia. Todos eles são colaboradores nocivos. O comportamento deles faz com que as pessoas tenham uma impressão negativa de toda a empresa, por mais que pessoas competentes e motivadas sejam a maioria.

Por mais que seja difícil perceber, é possível que haja funcionários nocivos em sua empresa. Devagar, com jeitinho, vá perguntando ao seu pessoal quem é que "contamina" o ambiente de trabalho. Feito isso, tenha uma conversa e peça para que eles mudem de comportamento.

Os clientes – O mantra "os clientes sempre têm razão", criado no início do século passado, é tratado como uma unanimidade pelos empreendedores. Por outro lado, Blue afirma que o lema deve ser encarado com cautela.

Para ele, é importante satisfazer o consumidor, mas há limites. Para obter ou manter o cliente, muita gente zera sua margem de lucro, ou até fica no prejuízo. O problema é que o cliente, com razão, está em busca das melhores condições de preço. Se o consumidor encontrar alguém que ofereça preços mais baixos, ele não vai considerar o seu esforço e vai para a concorrência.

Blue diz que o melhor a se fazer é estabelecer uma relação profunda, de amizade, com o cliente. O tratamento deve ser igual ao que temos com nossos amigos: é preciso apoiar e agradar sempre que possível, mas não se negar a ser sincero nas horas difíceis. Nossos amigos não têm sempre a razão – e nem por isso nós não os abandonamos. Da mesma forma, com boa vontade e honestidade, é provável que seus clientes não te deixem para trás.


FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2013/12/os-4-assassinos-silenciosos-da-sua-empresa.html
6 maneiras baratas de conquistar clientes

Conquista: conheça seis estratégias para atrair e fidelizar seus clientes sem gastar muito



São Paulo - O que fazer quando você precisa atrair e fidelizar clientes, mas não tem dinheiro suficiente para investir em uma divulgação pesada? Atualmente, é possível elaborar estratégias de marketing para a sua pequena empresa sem precisar de muito recurso.

O primeiro passo é investir na preparação. "O empreendedor deve planejar com carinho essa abordagem, fazer de maneira correta, transparente e ética. A velocidade com que as informações circulam é absurda. Em poucas horas, a reputação de uma empresa pode acabar", alerta Bento Alves da Costa Filho, coordenador do MBA em Marketing e Varejo do Ibmec/DF.

Leticia Menegon, coordenadora da Incubadora de Negócios ESPM, recomenda não gastar vela boa com santo ruim. Ou seja, nada de adotar sempre a mesma estratégia. "O empreendedor tem que começar a perceber que têm grupos de clientes com necessidades similares. A partir daí, ele pode colocar em prática planos específicos de marketing e relacionamento", diz.

Um cuidado: não deposite todas as suas fichas em um modelo de divulgação, por melhor que ele seja. "Caso contrário, você deixa de abordar uma parte do mercado que poderia conhecer sua empresa e comprar de você", diz Beatriz Micheletto, consultora do Sebrae-SP.
Para colocar esses conselhos em prática, veja, a seguir, seis estratégias para conquistar seus clientes sem gastar muito:


1. Melhore a qualidade do seu produto
A primeira dica é focar na qualidade do que você oferece. "Você naturalmente conquista um cliente tendo um bom produto ou serviço, além do atendimento. É muito difícil que seu cliente vá substituí-lo por outro fornecedor se você tiver um item de qualidade. Não só isso: ele também vai fazer a propaganda do seu negócio", diz Leticia.


2. Conheça seu cliente e faça bom uso das informações
Uma boa forma de você começar a conquistar os clientes é entendendo o perfil deles, diz a professora da ESPM. Uma maneira barata de conhecê-los é simplesmente batendo um papo com a clientela, recomenda. Para Filho, um conceito para prestar atenção nessa estratégia é o de "estilo de vida": como o cliente gasta tempo e dinheiro.

Se você resolveu contatar possíveis clientes fora do local de negócio, é bom trabalhar no seu banco de dados. Segundo Beatriz, as pessoas não querem ser abordadas por empresas das quais elas nunca ouviram falar. Como exemplo, Filho cita o spam e as pop-ups, estratégias de comunicação que os clientes não costumam aprovar.


3. Invista em atendimento, durante e após a venda
Para Beatriz, o grande diferencial hoje em dia é o atendimento. "O cliente até paga um pouco mais porque a empresa atende bem e oferece as coisas certas. É bom trabalhar com a pontualidade: o cliente veio procurar aquilo que ele quer", recomenda a consultora. Ou seja: nada de incentivar os vendedores a oferecerem sandálias se o cliente está buscando uma bota, por exemplo. Leticia endossa o conselho. "Você tem que preparar muito bem quem vai atender o cliente, se não for você mesmo". 

Outro ponto é evitar deixar o cliente sem resposta após uma reclamação. "Nós estamos falando em relacionamento de médio e longo prazo, e ele pode se desgastar se as coisas não se resolverem. Não tem mágica: as boas empresas trabalham em cima de relacionamento. Ele exige investimento e dedicação, mas funciona", diz Filho. "Não deixe o cliente na mão. Isso é muito valorizado no mercado. A maioria dos empreendedores ainda não percebeu isso aqui no Brasil", declara Leticia.


4. Alie-se a outras empresas
Segundo a professora da ESPM, fazer parcerias com empresas que possam angariar clientes para você é uma estratégia barata. Em alguns modelos de parceria, a empresa só tem um custo quando realmente fechar um negócio. Assim, você consegue atingir um público que você não atingia antes.

A consultora Beatriz cita outro exemplo de parceria: as promoções feitas com negócios complementares, que têm o mesmo público-alvo mas produtos diferentes. Por exemplo, uma loja de sapatos e outra de roupas podem fazer um folheto em parceria, o que diminui os custos para ambas e faz com que a divulgação aconteça nos dois ambientes.


5. Defina o raio de atuação da sua empresa 
Uma pergunta que todo dono de negócio deve se fazer é a de quanto seus clientes estão dispostos a se deslocar para ir ao seu empreendimento. "Não fique gastando dinheiro com pessoas distantes do seu raio de atuação. O cliente só vai se deslocar se valer muito a pena, e sempre estará procurando substitutos próximos. Faça uma propaganda mais localizada - além de ser mais eficiente, os custos diminuem", aconselha Leticia.


6. A comunicação vai mal? Aja por conta própria
Se você acha que seu negócio não está atraindo tantos clientes, considere a possibilidade de ter de se dedicar pessoalmente à comunicação e ao marketing. "É importante o próprio empreendedor garimpar informações. Ele precisa reservar tempo para isso. Às vezes, ele corre atrás de muita coisa, mas não se dedica a esse assunto, porque acha que o cliente vem sozinho. Ele precisa conhecê-lo, perguntar o que ele pensa. É um exercício obrigatório para os empreendedores", diz Filho.


Por Mariana Fonseca - repórter do canal PME de EXAME.com.  
FONTE:http://exame.abril.com.br/pme/noticias/6-maneiras-baratas-de-conquistar-clientes 

Você é um empreendedor E+?
Você é um empreendedor? Mas você sabe se é um empreendedor E+?



Hoje em dia virou moda dizer “Sou empreendedor”. Não sei, parece que usando esse termo as pessoas se sentem mais importantes!

Você! É um empreendedor? Sabe o significado da palavra empreender? Se sim, parabéns, você é um empreendedor. Se não é, vai ficar sabendo agora e terá a chance de se tornar um.

No dicionário online http://www.dicio.com.br descreve a palavra Empreendedor assim: "Indivíduo que possui capacidade para idealizar projetos, negócios ou atividades ; pessoa que empreende que decide fazer algo difícil ou trabalhoso".

O dicionário http://www.dicio.com.br descreve a palavra Empreender assim: "Conseguir ou tentar fazer algo muito dificil; tentar: empreender um trabalho excessivamente perigoso. Colocar em desenvolvimento e/ou execução; realizar: empreender tarefas; empreender passeios".
Eu descrevo assim: Empreendedor é o Indivíduo que tem a capacidade de tornar tangível o intangível. Empreender é o ato de fazer acontecer mesmo sem saber como fazer.

Agora você já sabe o que é ser um empreendedor! Mas você sabe o que é um empreendedor E+ ?
Se não sabe, continue lendo, pois vai saber agora!

O empreendedor E+ é aquele empreendedor que se doa por completo, que não se importa de passar horas á mais em sua empreitada para entregar um excelente serviço.

É aquele que se auto motiva todos os dias é, o que desiste quando tem certeza que sua idéia não é a melhor, caso contrario segue em frente com sua idéia sem se desanimar com as criticas que podem surgir no caminho.

O empreendedor E+ é aquele que anda na contra mão do mercado vendo as oportunidades “imperceptíveis” é aquele que não se desanima na crise, ao invés disso se motiva para estar inovando para sempre estar a frente dos seus concorrentes.
E aí! Você é um empreendedor E+?


Por Eduardo Correa -  consultor, empresário e empreendedor focado em mudar o Brasil por meio do empreendedorismo e do amor ao próximo. 
FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/voce-e-um-empreendedor-e/87017/

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Empresas têm o desafio de encantar a Geração Y


É comum encontrar artigos mencionando que a chamada Geração Y (ou Millennials) vai compor cerca de 50% da força de trabalho até 2020. Mas quantos vão ingressar no mercado de trabalho? 

Os Millenials são naturalmente digitais, têm uma compreensão tecnológica diferente e são muito ativos nas redes sociais. Nos próximos anos, vão mudar o significado de "empregado". Uma pesquisa da Universidade de Bentley mostra que apenas 13% deles incluíam como uma meta pessoal "escalar o mundo corporativo". Para 67%, o principal objetivo é começar seu próprio negócio. Há uma década essa tendência não existia. 

O que faz essa geração substituir o sonho de ingressar no mundo corporativo pelo de ser um empreendedor? Possivelmente mais do que qualquer outra geração, os Millennials valorizam a liberdade criativa, a independência e a oportunidade de aprender e evoluir profissionalmente ao invés de ficar no canto de um escritório. 

Diante do ritmo acelerado de avanço da tecnologia, e da facilidade para começar um negócio, eles não vêem como benefício a batalha para subir na hierarquia corporativa. Consideram mais funcional fazer sua própria pesquisa, parcerias com colegas que pensam da mesma forma e seguir o caminho da criação de uma empresa, tudo isso no conforto de suas casas. Além disso, com a tecnologia e os serviços em nuvem que facilitam o acesso a qualquer solução que atenda às demandas do negócio, os Millennials podem dar passos bem calculados para atingir seus objetivos e alcançar o sucesso, minimizando custos associados anteriormente à formação de uma empresa.

Claro que nem todo integrante da Geração Y vai ter seu próprio negócio. Mas se 67% dos entrevistados têm como principal meta profissional criar uma empresa até 2020, o mercado de trabalho será muito diferente do que conhecemos hoje, incluindo um importante grupo de funcionários virtuais que usará a tecnologia ao seu alcance para se aproximar de empresas e parceiros em todo o mundo. 

O desafio para o mundo corporativo será atrair esses jovens talentos e continuar fazendo parte dos planos profissionais da Geração Y. 


Por Paula Jacomo: vice-presidente de Recursos Humanos da SAP América Latina e Caribe
FONTE: http://www.decisionreport.com.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=19282&sid=15
Que dados da gestão financeira devo acompanhar de perto?

O gestor financeiro deve garantir ao empreendedor alguns controles e informações e zelar pelas boas práticas de gestão de governança




Por mais que gestão financeira não deva ser a preocupação principal do empreendedor, alguns pontos não podem ficar sem sua atenção. Saiba quais.

Todas as empresas, mesmo sem assim denominar, têm um modelo de gestão financeira implementado. Os modelos podem ir do mais simples – onde baseiam-se na constituição de um fluxo de processos, visando o pagamento de uma despesa, folha de pagamento ou compra de insumos – até chegar a modelos mais avançados, onde a área financeira passa a ser um elemento fundamental para formulação e operacionalização do planejamento estratégico da empresa.

Os caminhos para aprimorar a gestão financeira passam, inicialmente, por um repensar a respeito do posicionamento da área. É fundamental que o empreendedor deixe de enxergar a área financeira como ponto final da gestão de processos e passe a enxergá-la como uma área que precisa estar próxima do negócio percebendo o que acontece da porta para fora, ou seja, junto a clientes, fornecedores, mercado financeiro, percebendo o momento econômico do pais e retroalimentando a empresa com os insumos colhidos.

Após esse repensar, o aprimoramento do modelo deve ser gradual e contínuo, porém, desde o primeiro passo nessa evolução, o gestor financeiro deve garantir ao empreendedor alguns controles e informações e zelar pelas boas práticas de gestão de governança.

Controle do caixa
É fundamental que o empreendedor tenha plena ciência que a demonstração de resultados ou Lucros e Perdas não refletem a posição de caixa da empresa. Partindo desse princípio, é imprescindível o controle cotidiano do fluxo de pagamentos e recebimentos, do valor do “contas a receber” em atraso por parte dos clientes, da política de crédito e consequente exposição ao risco. Dentro desse contexto, a projeção de fluxo de caixa (mensal, semestral e anual) é a ferramenta mais importante para determinar a origem (interna ou externa) do capital necessário para colocar a operação e projetos no ar.

Gestão de custos
É muito comum o descontrole na gestão de custos em empresas onde o nível de crescimento é muito acentuado. O descontrole é normalmente justificado pela dedicação extra dos recursos da área financeira para darem vazão aos processos, em função do aumento repentino e não estruturado de trabalho, oriundo do tal crescimento nas vendas. Cabe ao empreendedor estar de olhos abertos para esse cenário e promover a criação de processos mais estruturados e políticas mais rígidas, de forma a minimizar esse descontrole.

Movimentos do mercado que impactem o negócio
Inflação. Câmbio. Juros. Emprego. Consumo. Endividamento.

Cabe ao modelo de gestão financeira garantir não só o acompanhamento e monitoramento dos drivers do cenário macro e microeconômico, como também os estudos de impacto de tais drivers no negócio da empresa.

Atendimento às exigências legais e fiscais
Mais do que simplesmente atender as atuais exigências legais e fiscais dos complexos sistemas tributário e legal do país, o empreendedor tem que estar atento, para que seu modelo de gestão financeira tenha os controles suficientes para acompanhar as constantes mudanças em tais sistemas e a agilidade para ajustar a operação em função de tais mudanças.

Transparência
O empreendedor deve zelar para que seu sistema de gestão financeira tenha a capacidade de prover as informações necessárias para que todos os níveis organizacionais (da gerência aos sócios) da empresa tenham condições de cumprir seu papel e possam efetivamente acompanhar o desempenho e as perspectivas da empresa.


Por Fabio Jorge Celeguim, diretor de finanças da Flytour Corporação.
FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/que-dados-da-gestao-financeira-devo-acompanhar-de-perto/86965/