5 vídeos para inspirar e motivar empreendedores.

 

 

 

Quando falamos em motivação profissional, é importante pensar de quem deve partir essa iniciativa. Manter um grupo motivado só é possível com um líder motivado. Os empreendedores que conseguem se fortalecer com as adversidades são aqueles que têm histórias de sucesso em sua trajetória.
A motivação não pode ser vista apenas nos dias de glória de seu negócio, mas também nos dias de dificuldade e adversidades. A capacidade de constante motivação traz objetividade e clareza à rotina de trabalho de uma empresa.
Essa fluidez, consequentemente, trará resultados e manterá o foco para o sucesso de suas metas, apesar dos obstáculos no caminho. Por isso, selecionamos uma lista de vídeos motivacionais que vão ajudar a aguçar a sua criatividade e capacidade:
AS CONEXÕES QUE MOVEM A VIDA
Marcelo Sales é um empreendedor, e um nerd, e tem muito orgulho disso. O primeiro negócio dele foi vender suco de uva na rua, e foi aí que as conexões começaram a mover sua vida, até virar fundador da Movile, EmpreendedorEndeavor, e fundador da aceleradora de negócios 21212.com. Sem dúvida, essa é uma das histórias mais incríveis do empreendedorismo brasileiro, contada com maestria e bom-humor fantásticos.

 ACREDITE EM VOCÊ, SEMPRE
Robinson Shiba, fundador do China in Box, mostra que determinação e perseverança são algumas das chaves para o sucesso. Tem que acreditar que vai dar certo. “Mas só acreditar sem implantação, sem ação, não funciona”. O paranaense de Maringá formou-se em odontologia, exerceu a profissão, mas não desistiu de um sonho que surgiu após uma viagem aos Estados Unidos: abrir uma rede de delivery de comida chinesa na caixinha.
A ideia não foi bem recebida pela mãe, que insistia que ele mantivesse seus olhos na profissão de dentista. Seu pai, no entanto, frisava durante toda sua trajetória: “Eu acredito em você, filho”. Assista à inspiradora e bem humorada história de Robinson Shiba.

A ESCOLA DA VIDA
Fazer rir e chorar é com ele mesmo. Edivan Costa, dono da SEDI, empresa líder no ramo de regularizações, tem uma trajetória de superação inspiradora. Ex-jogador de futebol do Palmeiras, motoboy e, enfim, empreendedor. Mesmo com todos os obstáculos que a vida colocou em seu caminho nesta odisseia, ele nunca desistiu de sonhar grande, mas afirma: “Pensar em desistir faz parte do sonho”. Assista à história de Edivan Costa, fundador da SEDI, um exemplo de busca constante por conhecimento e de otimismo.

 DO CAIXA DA LOJA À BOLSA DE VALORES
Luíza Helena Trajano, a fundadora da Magazine Luíza, aprendeu a inteligência emocional com a mãe, e o empreendedorismo e o espírito de vendedora com a tia, também Luiza. Somando valores como honestidade, sonho grande, generosidade e aprendizado constante, transformou a loja fundada pelos tios em um dos maiores varejistas do país.
“Eu sou vendedora. A minha família é vendedora. Eu não tenho vergonha de dizer isso. Comecei a trabalhar no varejo aos 12 anos porque queria comprar presente de Natal para as pessoas que eu gostava. Com o dinheiro das comissões eu consegui. Todo mundo que trabalha vende algo para alguém. No Magazine Luiza, durante cinco anos, todo mundo tinha o cargo de vendedor no crachá. Isso é motivo de orgulho e não de vergonha.”, diz. Conheça e emocione-se com a história de Luiza Helena Trajano.

FAÇA POUCAS COISAS NOTA 10 EM VEZ DE MUITAS NOTA 6
“Quando você acabou de mudar, você acabou”. Com essa frase de Benjamim Franklin, o criador do Mercado Livre e da Kaszek Ventures, Hernan Kazah, explica sua busca por novos desafios. Segundo Hernan, a meta é sempre “não ter fim”, construir empresas auto sustentáveis e que existam muito além de seus fundadores. Conheça a história deste argentino que começou numa garagem com muitos sonhos, ideias e motivações, e continua se reinventando como empreendedor.

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5 lições de empreendedorismo que aprendemos no Super Bowl.

A final do campeonato de futebol americano refletiu algumas situações comuns no mundo dos negócios.




O Super Bowl, a final do futebol americano dos Estados Unidos, ainda não virou assunto de mesa de bar no Brasil – mas vem ganhando adeptos ano a ano, vale dizer. Além de um grande espetáculo esportivo, a vitória do New England Patriots sobre o Seattle Seahawks traz ensinamentos importantes para os empreendedores. Afinal, assim como em um jogo, a gestão de um negócio tem dramas, superação e alegrias.
Justin Bariso, empreendedor e colunista do site da revista “Inc.”, listou algumas lições deste Super Bowl para os empreendedores. Confira:
1. Saia na frente
Estatísticas da NFL mostram que as equipes que pontuaram primeiro venceram em mais da metade dos Super Bowls – e o desfecho da partida deste ano não foi diferente.
Se você está trabalhando em algo revolucionário, não perca tempo esperando até ele ficar perfeito. Na opinião de Bariso, o ideal é colocar o produto no mercado o mais rápido possível, antes que algum concorrente tenha a mesma ideia.
2. Adaptar-se é fundamental
No final do primeiro quarto da partida, Jeremy Lane, defensor do Seahawks, interceptou um passe de Tom Brady e conseguiu reverter uma bola para a sua equipe. Mas, infelizmente, Lane acabou se machucando na jogada. Isso obrigou o técnico do time de Seattle a substituí-lo por outro jogador: Tharold Simon. Lane e Simon têm características de jogo diferentes, mas nem por isso o treinador mudou a estratégia de sua defesa. O Patriots aproveitou a situação e investiu seus ataques em cima do novo jogador. A estratégia deu certo. Dos 28 pontos marcados pela equipe vencedora, 21 surgiram a partir de jogadas pelo setor em que Simon atuou. 
A lição para os empreendedores é de que seu plano de negócios pode ter falhas que podem causar seu fracasso. Aprenda a olhar para suas fraquezas e corrija tudo que for necessário antes que seja tarde demais.
3. Procure talento em lugares inesperados
Uma das melhores histórias do último Super Bowl foi protagonizada por Chris Matthews, receptor do Seahawks.
Em 2011, ele for cortado de outra equipe e desistiu de jogar futebol americano. Longe dos campos, trabalhou por um tempo como vendedor de sapatos esportivos. No ano passado, Matthews teve uma chance da equipe de Seattle. Seu bom desempenho ajudou o time a chegar à grande final, e hoje ele é um dos jogadores mais valiosos dos Estados Unidos.
E como isso se aplica aos negócios? Bariso responde por meio de uma citação de Nolan Bushnell, cofundador da Atari e o primeiro chefe de Steve Jobs. Segundo Bushnell, um talento pode estar em qualquer lugar – ele mesmo já encontrou ótimos colaboradores trabalhando em restaurantes, mas com habilidade para ocupar cargos no setor de tecnologia.
4. Conheça as suas forças
Quem assistia ao Super Bowl até os minutos finais tinha a certeza de que o Seahawks seria campeão. Mas, em vez de apostar numa estratégia mais defensiva nos momentos finais da partida, o Seahawks arriscou uma jogada ofensiva. O ataque foi interceptado e o Patriots conseguiu a vitória.
É comum encontrarmos empresas cometendo erros parecidos. Arriscar demais pode ser perigoso, segundo o colunista.
5. Não desista
Por mais que os comentaristas declarassem a vitória para o time de Seattle, o Patriots usou a união do seu time para não desistir da vitória. E deu certo, já que a equipe acabou sendo campeã.
Ainda que vários desastres estejam ocorrendo à sua volta, nunca deixe de tentar. Se o seu investidor em potencial está desistindo de você, mande um e-mail como tentativa final, por exemplo.
Em outras palavras, seja pró-ativo. Lute pela vitória da mesma forma que os jogadores do Patriots fizeram.
fonte:http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/02/5-licoes-de-empreendedorismo-que-aprendemos-no-super-bowl.html

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8 dicas para abrir seu primeiro negócio.

Uma boa lição de casa ajuda a criar as condições ideais para criar uma empresa saudável.



Embora o índice de mortalidade das empresas nascentes esteja caindo no Brasil, boa parte das microempresas não consegue superar os primeiros anos de vida. Entre os motivos, estão a falta de planejamento e de experiência, pouco capital para investir e má gestão. Confira 8 pontos que merecem a atenção dos novos empreendedores antes de abrir o primeiro negócio:
1. Aposte na experiência
Se o empreendedor não tem experiência na área em que deseja iniciar uma empresa, uma boa dica é procurar um sócio, funcionário ou até mesmo uma consultoria que já tenha certa experiência no ramo em questão.
2. Adquira capacitação e conhecimento
A busca pelo conhecimento sobre a área em que se quer atuar é fundamental. Cursos de capacitação são importantes para entender melhor os problemas cotidianos, desenvolver a capacidade de identificá-los e solucioná-los de maneira rápida, eficaz e mais econômica possível.
3. Elabore um plano de negócios
Começar uma empresa sem um bom plano de negócios é o primeiro passo para o fracasso. Defina a estrutura operacional da empresa, crie um plano financeiro detalhado com o total do investimento, capital de giro, custos e previsão de rentabilidade da empresa no 1º, 2º e 3º ano. É aconselhável também criar um plano de marketing para identificar o público-alvo, mercado e estratégias de venda.
4. Gere valor para o cliente
Para se destacar em um mercado com tantos concorrentes é preciso levar em conta a importância de ter um diferencial e gerar valor para o cliente. Responder a perguntas do tipo: “Como mostrar que a minha empresa existe? Por que o cliente me daria a preferência? Qual é o meu diferencial?” ajudam a identificar e implementar novas estratégias.
5. Faça investimentos assertivos
Geralmente o empresário possui o capital necessário para o investimento, mas não consegue identificar de forma correta onde deve investir o dinheiro. Áreas como marketing, capacitação de funcionários e estruturais devem ser priorizadas, pois estão ligadas diretamente ao cliente e ao funcionamento da empresa.
6. Mantenha capital de giro suficiente
Antes de iniciar as atividades, tenha em mãos pelo menos o montante suficiente para manter as despesas gerais da empresa por um ano. Os primeiros meses são de adaptação ao mercado e não geram grande entrada de dinheiro no caixa, o que pode não ser o suficiente para pagar despesas essenciais da empresa.
7. Separe as finanças pessoais das finanças da empresa
Uma dica é estipular um salário para o proprietário, que deverá ser retirado juntamente como o pagamento dos funcionários. Evitar retirar dinheiro fora das datas pré-fixadas para o pagamento e manter bem estruturado o controle financeiro da empresa também são tarefas importantes.
8. Controle a ansiedade
A ansiedade pode causar grande frustação antes mesmo que clientes importantes tenham conhecimento de que sua empresa existe. Inúmeros fatores podem atrasar o reconhecimento da empresa, por isso os esforços devem ser direcionados corretamente, na busca por conhecimento e capacitação, vontade de trabalhar e incentivos para inovar.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/8-dicas-para-abrir-seu-primeiro-negocio.html

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Três dicas para empreender no e-commerce.

Consultor elenca dicas-chave para potencializar resultados neste promissor meio.



Tendência em todo o mundo, o e-commerce ganha cada vez mais força no Brasil. Tanto para os consumidores, que perdem os receios de comprarem itens de consumo por este meio, quanto empreendedores, que enxergam neste nicho um grande, atrativo e promissor mercado. No entanto, assim como em toda atividade empreendedora, ficar atento a diversos quesitos é o diferencial para o negócio ter sucesso.
Segundo dados da E-bit, o e-commerce cresceu 24% em 2014 e movimentou R$ 35,8 bilhões. Foram mais de 51,5 milhões de consumidores únicos e mais de 103,4 milhões de pedidos realizados. O tíquete média, segundo a empresa, foi de R$ 347,00. Black Friday e Copa do Mundo foram dois eventos que ajudaram a potencializar os números.
Batista Gigliotti, presidente da Fran Systems, estratégia e desenvolvimento de negócios, elenca três características importantes para o empreendedor evitar riscos e ter sucesso operando neste meio tão promissor:
- Plano de negócio, vital para qualquer circunstância: um dos principais erros é que alguns empreendedores acreditam que devido o negócio ser online não há importância de ter um plano de negócios específico. Ao começar (ou mesmo dar continuidade) a um negócio, contar com este item primordial pode auxiliar o negócio a conquistar o tão famoso ponto de equilíbrio.
- Proatividade: mesmo com uma clientela formada, é muito importante que o empreendedor saia da zona de conforto e tente ao máximo expor seus produtos. Além de potencializar os resultados, ampliam-se os contatos com o maior patrimônio de qualquer negócio: o consumidor final.
- Sempre investir em melhorias: mesmo que o canal esteja ‘perfeito’, para o sucesso do negócio, é importante que o empreendedor fique atento aos concorrentes, mercado e saiba o que há de novo no segmento que atua. Investir em conhecimento, seja por meio de novos canais, consultorias, produtos, entre outros, é sempre o melhor caminho para manter a empresa consolidada no mercado que atua.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/empreendedorismo/tres-dicas-para-empreender-no-e-commerce/97941/

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Franquias: setor crescente.


De acordo com levantamento, em 2014, foram inauguradas o equivalente a seis franquias por hora útil no Brasil. Com quase 222 mil franquias no País, foi gerada uma receita de aproximadamente R$ 965 milhões por dia.

Em 2014, as receitas geradas pelas franquias chegaram a R$ 352 bilhões. O crescimento da receita foi de 7,54% em relação a 2013. A porcentagem supera as taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. As franquias foram responsáveis por quase um décimo de toda a riqueza gerada no País em 2013, quando representou 9,1% do PIB. Os dados são do Balanço 2014 – Impacto do Franchising na Economia Brasileira, realizado pela Rizzo Franchise.
O balanço também aponta que a rede de franquias e próprias, em 2014, cresceu 8,52% em relação a 2013, com 17.413 novas unidades – em relação ao número de franqueadores, houve um aumento de 6,20%, totalizando 168 novas marcas. Com esse aumento, o Brasil chegou à marca de 2.879 empresas franqueadoras atuando no mercado, sendo 87,4% delas de origem brasileira. Além disso, no ano passado, as franquias abriram mais de 155 mil novas vagas de trabalho, apresentando um crescimento de 7,16% em relação a 2013. No total, as franquias são responsáveis por cerca de 2.330 milhões de empregos diretos e mais de dois milhões indiretos.
De acordo com Paulo Renato Fava Adorno, coordenador do Programa Sebrae Franquias, o mercado de franquias em Goiás vem acompanhando a projeção nacional. “Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF), estima-se que o crescimento do faturamento do setor, em 2015, ficará entre 7,5% e 9,0%. Tendo em vista a abertura de novos shoppings centers, principalmente nas maiores cidades do interior, onde há oportunidade de investimentos e a necessidade de atendimento do público consumidor.”

Sistema
Em razão da ampla rede espalhada pelo Brasil e pelo mundo, o sistema de franquias é, de maneira geral, bastante familiar. Mas não existe uma definição única para franquia. De forma simplificada, pode-se dizer que é uma estratégia empresarial para distribuição e comercialização de produtos e serviços e que a franquia de negócio formatado (Business Format Franchising) é a que melhor tem representado os sistemas comercializados hoje em dia.
Esse modelo se caracteriza pela existência de um contrato no qual uma empresa, detentora de uma marca ou patente (franqueador), utiliza o sistema de franquias para expandir seus negócios, concedendo a outros (franqueados) o direito de uso de sua marca ou patente e de exploração comercial do que tiver sido desenvolvido ou testado por ela. Para reproduzir corretamente o modelo e se beneficiar de um negócio experimentado e bem-sucedido, o franqueado deverá receber orientação para a instalação e operação da unidade franqueada, mantendo o padrão exigido e remunerando a franqueadora pela concessão dos direitos e pela transferência desses conhecimentos.

Vantagens e desvantagens
De acordo com Paulo Renato, para o franqueador, as principais vantagens do sistema são uma maior rapidez na expansão do negócio, com baixo investimento próprio, uma vez que o investimento em cada novo ponto será feito pelos franqueados; aumento da disponibilidade de tempo e recursos para ações de marketing e desenvolvimento de produtos e serviços; economia de escala, com a redução do custo médio de produção e do preço pago pelos insumos, uma vez que o maior volume de compras aumenta o poder de negociação junto aos principais fornecedores da rede; além do fortalecimento da marca.
Já para o franqueado, Adorno ressalta, entre as vantagens, o uso da marca testada  e reconhecida no mercado, reduzindo os erros comuns em negócios iniciantes, uma vez que o negócio franqueado será fruto da experiência do franqueador, que já terá feito ajustes antes e durante a opção pelo modelo de franquia, para melhoria e credibilidade da marca; participação em uma rede, aumentando o poder de negociação junto aos fornecedores; utilização do know-how do franqueador; treinamentos e orientação na gestão do negócios; e consultoria de campo.
Porém, o coordenador frisa que, “muito embora a participação em uma rede de franquias possa representar inúmeras vantagens para o franqueado, é preciso que tenha ciência dos desafios”. Adorno destaca, entre os desafios a serem enfrentador pelo franqueado, o controle permanente para manutenção de padrões, no período de vigência de contrato; o poder de decisão limitado, devendo o franqueado consultar a franquia e obter sua autorização toda vez que desejar realizar ações que não digam respeito às decisões gerenciais da responsabilidade exclusiva do franqueado; e o pagamento de royalties e das taxas, pela concessão do direito de uso da marca.

Entrando no mercado
Para se tornar um franqueado, conhecer o sistema é fundamental, como afirma Adorno. Ainda de acordo com o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Goiás (Sebrae-GO), antes de descobrir em qual setor apostar, é preciso analisar o seu perfil pessoal e buscar os segmentos com os quais mais se identifica. A partir daí, de acordo com Adorno, é necessário avaliar a capacidade de investimento e “selecionar algumas franquias – mesmo que sejam do mesmo segmento –, e observar o que uma franqueadora oferece em relação a outra”. O consultor indica ainda buscar informações com franqueados e ex-franqueados da rede, além de orientações e consultorias especializadas, e capacitações.
Agora, se você tem uma empresa e quer transformá-la em uma franqueadora, também será imperativo cumprir alguns requisitos. “É necessário que a empresa já esteja no mercado por pelo menos dois anos, que tenha o registro da marca no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), demonstrativo financeiro e contábil dos dois últimos exercícios e uma unidade em funcionamento, para que ela seja utilizada para a atualização dos padrões”, esclarece Adorno. Ainda de acordo com ele, ainda será realizado um diagnóstico de franqueabilidade, com o qual é possível verificar a viabilidade do negócio, para que seja realizado o processo de formatação.
fonte: http://www.dm.com.br/economia/2015/02/franquias-setor-crescente.html


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Quando A Preparação Encontra A Oportunidade.

 

 

 

De professor de inglês ao executivo que compõe a lista de bilionários da revista Forbes, Carlos Wizard Martins conta como foi levantar negócios lucrativos, partindo do zero, como o Grupo Multi Educação, a escola de idiomas Wizard e a rede Mundo Verde. Segundo ele, o segredo está na vontade de desenvolver o empreendedorismo, aproveitando os dons, talentos e habilidades naturais no ambiente corporativo.
 
JCS: Conte um pouco como aconteceu a transição da sua carreira de professor, dando aulas de inglês na sala da sua casa, ao grande empresário fundador do Grupo Multi Educação e da escola de idiomas Wizard?
 
Carlos Wizard Martins: Quando ministrava aulas de inglês em casa, pensava como professor. E a maior transformação da minha vida foi começar a pensar como empreendedor. Comecei a dar aulas para um aluno, depois para dois e, quando vi, já tinha uma turma de pessoas interessadas em aprender inglês. À medida que esse número de alunos aumentava, a ideia de empreender ia ganhando força. Foi justamente nessa época que tomei a decisão de empreender, mesmo diante de todos os desafios enfrentados no final da década de 80, dentre eles, a sucessão de planos econômicos frustrados, a frequente mudança da moeda, a inflação em torno de 60%, 70%, 80% ao mês e, até mesmo, o confisco das contas bancárias dos brasileiros.
 
JCS: Você acredita que esse empreendedorismo já nasceu com você ou foi adquirido após anos de estudo em renomadas instituições acadêmicas de fora do País? Para quem não teve essa oportunidade é possível chegar lá mesmo assim?
 
CWM: Acredito que toda pessoa nasce com dons, talentos e habilidades naturais. Algumas desenvolvem esses dons e outras não. Dessa forma, certamente, o empreendedorismo é um dom e precisa ser desenvolvido, como qualquer outro talento, se o objetivo do individuo é atingir o sucesso. Além disso, todo empreendedor é um sonhador. E quando realizamos um sonho, temos outros ainda maiores para realizar. Vale destacar, no entanto, que um dos pontos fundamentais a todo empreendedor é saber equilibrar dois aspectos na condução do seu negócio: o racional e o emocional. Tem muita gente que quer abrir um negócio movido pela emoção. Essas pessoas não progridem. O mesmo acontece se o negócio for apenas racional.
 
JCS: Em seu livro "Desperte o milionário que há em você", encontramos sinalizações de mudança de postura para o crescimento financeiro. No entanto, você não acha que além, obviamente, do preparo técnico, para enriquecer é preciso um pouco de sorte?
 
CWM: Existe um conceito estratégico que costumo afirmar com frequência: o sucesso acontece quando a preparação encontra a oportunidade. A minha experiência de ter ido estudar nos Estados Unidos, com o apoio dos missionários mórmons, teve um grande impacto em minha trajetória pessoal e empresarial. Aqueles jovens americanos jamais conseguiriam imaginar a influência que essa oportunidade teria em meu futuro. Além disso, descobri que quanto mais trabalho, mais sorte tenho. Algumas pessoas não querem pagar o preço do sucesso, não acreditam em si mesmas e em seu potencial de realização.
 
JCS: Estatísticas mostram que 80% das corretoras de seguros faturam por ano até R$ 450 mil e muitos de seus fundadores não sabem o que fazer para promover o crescimento contínuo do seu negócio. O que fazer?
 
CWM: O empreendedorismo e a vontade de crescer nesse segmento devem ser constantes. O mercado está ávido por excelentes profissionais, sendo assim, nada melhor do que um bom planejamento em busca de talentos e oportunidades. Acho importante criar elementos emocionais nos relacionamentos comerciais. Por exemplo, todos os dias, envio dezenas de cartões de aniversário para meus franqueados. Alguns admitem que o cartão que receberam foi a única lembrança da sua data de aniversário.
 
JCS: Durante o 5º Fórum de Empreendedores, você mencionou que no Brasil há ótimas oportunidades de prosperar, principalmente no setor de serviços. Analisando o cenário dos corretores de seguros, quais estratégias indicaria para fidelizar clientes?
 
CWM: Acredito que relacionamento é a palavra-chave nessa atividade. No entanto, não devemos esquecer que o conhecimento também é essencial. Seu cliente precisa enxergar que você é uma fonte confiável, alguém com quem ele possa tirar dúvidas e que ele possa procurar sempre que houver necessidade. Em contrapartida, você deve sempre agir com honestidade, enxergando as necessidades do cliente em primeiro lugar. E nunca esqueça: dedicação e empatia também fazem parte desse processo.
 
JCS: Em suas entrevistas, você costuma mencionar que o empresário precisa formar "um time campeão". Negócios de menor porte costumam ter dificuldade em contratar profissionais especializados por conta do alto investimento. Então, como formar uma equipe eficaz nessa realidade?
 
CWM: O verdadeiro sucesso acontece quando você for capaz de auxiliar outras pessoas a terem sucesso também. Monte uma equipe de talentos, com funcionários com bom desempenho e que se encaixem na cultura da empresa. Ofereça técnicas e capacitação para os colaboradores que realmente estejam empenhados em trabalhar e que entendam do assunto. É importante também observar que os valores da empresa devem ser compatíveis com os do candidato.
 
JCS: Suas empresas operam no modelo de franquias. Como funciona esse tipo de negócio?
 
CWM: O sistema de franchising nada mais é do que uma metodologia de expansão, na qual uma empresa (franqueadora) concede a terceiros (franqueados) o direito de comercializar seus produtos ou serviços, conforme termos pré-estabelecidos, durante certo período de tempo e região ou área específica. Esses franqueados se identificam com o empreendimento e veem nele a oportunidade de firmar-se profissionalmente.
 
A rede Mundo Verde se consolidou como pioneira e líder na proposta de desenvolver o conceito de vida saudável no varejo brasileiro, tornando-se a maior franquia do segmento na América Latina. Estamos presentes em 335 localidades no Brasil. O conceito de filosofia verde e a ideia de oferecer aos consumidores produtos cada vez mais chancelados com a qualidade e a credibilidade são fatores que colaboram para o crescimento da marca. Além disso, há a preocupação com a alimentação saudável, que vem ganhando força entre os brasileiros.
 
JCS: Como consumidor, o que te faz fechar um seguro com determinado corretor? O que esse profissional precisa ter para chamar a sua atenção?
 
CWM: Conhecimento, dedicação e autoconfiança devem ser características intrínsecas ao corretor de seguros. Afinal, ele é o primeiro contato do cliente com o mercado de seguros. A qualidade e a idoneidade do produto e da empresa representados também são essenciais, afinal, do que adianta ser simpático e prestativo se, em um momento crítico como um sinistro, o atendimento não funcionará de verdade?
 
JCS: Para traçar planos de crescimento no próximo ano, o que indicaria aos corretores? Por onde começar?
 
CWM: Faça uma análise do mercado a fim de captar novos clientes, sem esquecer, é claro, de fidelizar os já existentes. Além disso, mantenha contato com pessoas que buscam o serviço por meio de outras ferramentas, como a internet, por exemplo. E por fim, lembre-se de fortalecer sua equipe de vendas, pois o sucesso do passado não garante o sucesso futuro. Isso ajudará bastante na conquista de novos clientes.
 
fonte: http://www.segs.com.br/seguros/28541-quando-a-preparacao-encontra-a-oportunidade.html
 

 

 

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7 dicas fundamentais para empreender no Brasil.

 

 

 

Acredito que eu sou um produto do Ecossistema Empreendedor Brasileiro. Fui aluno das disciplinas do Programa de Empreendorismo da universidade, presidente da Empresa Júnior PUC-Rio, depois incubamos a Sieve no Instituto Genesis e hoje sou professor de Empreendedorismo da PUC-Rio e Empreendedor Endeavor.
E além disso, sou filho de pais empreendedores! Ou seja, o empreendedorismo está no meu sangue e no meu coração.
Empreender e inovar não é fácil, pois requer foco, disciplina e muita dedicação. Está em encontrar um propósito que te faz acordar todo dia de manhã, sonhar muito grande e buscar pessoas que tenham paixão por gerar impacto, mas muitos são os desafios do empreendedor brasileiro!
Compartilho abaixo 7 dicas para empreender no Brasil que considero fundamentais:
1) Encontre um sócio que te complemente
Existem 3 atividades fundamentais na vida do empreendedor: vender, entregar o produto, cuidar das finanças. Nenhum ser humano no mundo é capaz de fazer bem as 3 coisas!
Você precisa encontrar um sócio que te complemente!
2) Feito é melhor do que perfeito
Não perca tempo com planejamentos longos. Devore os livros das metodologias de modelagem rápida como Lean Startup, Customer Development, Canvas, Lean Canvas, Value Proposition Design, Design Thinking. Construa protótipos e produtos mínimos viáveis (MVP) que possam te ajudar a validar as hipóteses.
Saia do prédio, vá para a rua, coloque a mão na massa e repita o processo até que o negócio comece a ganhar tração. Se tiver que pivotar, pivote. Se tiver que falhar, falhe rápido e toque o barco. Se você não cometer erros, é porque está indo devagar demais.
3) Fale sua ideia para 2 pessoas: “Deus e o mundo!”
Esqueça o mito de que “alguém irá roubar sua ideia”. Quanto mais você falar da sua ideia, mais vai ser bombardeado, mais vai enxergar os pontos fracos e mais irá aproveitar os feedbacks para melhorar seu produto e o modelo de negócio.
Eventualmente você será copiado por alguém, mas isso será um sinal de sucesso, pois você estará 1.000 feedbacks à frente do seu copycat.

Pratique religiosamente seu pitch até tê-lo na ponta da língua. Treine em frente ao espelho, com amigos e familiares. Explique seu negócio para seu primo de 8 anos de idade, pois se ele entender, qualquer um conseguirá. Isso irá te ajudar a aproveitar as oportunidades que surgirão.
4) Validou sua ideia? Agora, gaste sola de sapato
Vá a todos os eventos, encontros, congressos, feiras, adicione e seja adicionado por todos no Linkedin, tente chegar no tomador de decisão. Seu objetivo agora é conseguir o máximo de clientes e validar o modelo operacional.
Sua meta nesta fase é ter um problema que todo empreendedor gostaria de ter: “vender tanto e não saber como entregar”.
5) Procurando investidores, aceleradoras ou incubadoras? O menos importante é o dinheiro!
Quando você for procurar um investidor (anjo, seed money, venture capital…), uma aceleradora ou uma incubadora pense se eles agregarão mentoria, networking e sinergia.
E, principalmente, se você se identifica com as pessoas que estão sentadas do outro lado da mesa, pois em breve estarão sentadas do mesmo lado que você.
Por fim, virão os aspectos econômicos do deal.
6) Construa uma cultura organizacional
Você seguiu o checklist: identificou um problema claro de um mercado grande, criou uma proposta de valor diferenciada a partir de um produto inovador, bolou um modelo de negócios escalável, modelo operacional rodando, clientes sendo conquistados e retidos, processos melhorando continuamente, equipe contratada e se desenvolvendo…
O próximo passo é crescer de forma acelerada, porém sustentável, protegendo-se dos copycats, que não tardarão a chegar. E qual é o segredo para isso?
Construir uma empresa baseada em valores, contratar pessoas melhores do que você e perseguir diariamente um propósito e um sonho grande.
Você será copiado em preço, produto, posicionamento, modelo de negócios etc, mas sua cultura organizacional JAMAIS será copiada!
7) Acredite, acredite, acredite, persista, não desista
Você está empreendendo no Brasil. Não vou te enganar. Durante seu caminho, você irá encontrar desafios como: pesada carga tributária, burocracia, pouco acesso a crédito, antiquada legislação trabalhista, concorrência desleal, gargalos de infraestrutura, falta de profissionais qualificados, pouca educação empreendedora.
Apesar disto, não há motivo para pessimismo, temos que acreditar no Brasil e sonhar em construir um país de empreendedores, que são agentes efetivos de mudança em nossa sociedade!
Lembre-se que “mais importantes do que suas qualidades ou habilidades, o que determina realmente QUEM VOCÊ É são as suas ESCOLHAS!”.
fonte:  http://exame.abril.com.br/pme/noticias/7-dicas-fundamentais-para-empreender-no-brasil
 
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