Recomeçar é possível -

O gerenciamento e a definição do foco do negócio estão entre os principais ítens para empreendedores encontrarem o caminho do sucesso.

  
Os empreendedores gostam de superar desafios, isso está no sangue de quem deseja investir em algum ramo, abrir o seu próprio negócio e crescer profissionalmente. 
Dentre os obstáculos, a má administração e a falta de experiência estão entre os pontos que fazem alguns desistirem logo no início.

 São vários obstáculos, mas não o fim da linha. E há quem tire da experiência de fechar as portas, lições fundamentais para a hora de tentar de novo.

Cibelle Ramalho junto com a irmã Gisele Ramalho resgatou a empresa de seus pais. A P&A Doces e Salgados é uma confeitaria que fica no Centro, com 30 anos de atuação, mas para se tornar o que é hoje, a família teve que reaprender.

Os pais já vendiam doces, salgados e tortas em casa mesmo, tudo muito informal. Depois de um tempo, os pedidos foram crescendo e tiveram a ideia de abrir um buffet. Com pouco retorno financeiro, os pais de Cibelle resolveram declarar falência e voltaram para o mercado informal.

As irmãs, no entanto, decidiram entrar no negócio. Investiram cerca de R$ 200 mil na construção e reforma de uma nova confeitaria, onde os quatro passaram a trabalhar para reerguer o patrimônio.

Procuraram especialização, que segundo Cibelle foi a mola propulsora para os bons resultados. “Após as consultorias sobre o mundo financeiro e administrativo, as vendas e o lucro da empresa melhoraram quase que 100%”, afirma.

Orientação
Ela conta ainda que é preciso conhecer o mercado e saber qual será o público-alvo do seu produto, para só então dar seguimento ao projeto. “A dica é não fazer nenhum investimento no escuro, temos que ter uma orientação, saber o que está fazendo, temos que apostar no que temos conhecimento”. 

As maiores causas que levam uma empresa a fechar as portas estão ligadas à falta de planejamento e a erros na administração, principalmente nos primeiros anos de vida da empresa, segundo o consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), João Barbosa.

Ele acredita que os maiores erros são consequências da falta de informação. “O principal problema é a gestão, esse é um sintoma presente em muita gente que quer empreender, mas não tem o talento pra coisa. Ela tem que procurar especialização para detectar vertentes positivas para ajudar nos projetos”, afirma.

Segundo João, atualmente as pessoas estão procurando mais informações, buscando conhecer mais o mundo do empreendedorismo. Para ele é preciso identificar as necessidades do mercado e as oportunidades que surgem para conseguir o resultado esperado.

“O empreendedor tem que unir as suas habilidades administrativas, elaborar um canvas, pensando também na viabilidade da ideia e ter um plano de carreira bem definido”, conclui.
fonte: http://www.opovo.com.br/app/opovo/economia/2014/10/25/noticiasjornaleconomia,3336748/recomecar-e-possivel.shtml

E-Commerce

Você está preparado para abrir uma franquia?

 

 

O faturamento do setor de franquias deve atingir R$ 117 bilhões em 2014, crescimento de 14% em relação a 2013, quando faturou R$ 103 bilhões, de acordo com a ABF (Associação Brasileira de Franchising).
Há quase uma década o segmento registra crescimento acima de 10% todos os anos. Até o final de 2013, eram 2.426 marcas no mercado e 104.543 unidades espalhadas pelo país. 
A maior franquia do país é O Boticário, com 3.600 pontos de venda, segundo a ABF.
Para abrir uma franquia, no entanto, é necessário ter capital, disponibilidade para se dedicar ao negócio e estar disposto a seguir as regras da empresa franqueadora.

CUIDADOS AO ESCOLHER UMA FRANQUIA

Tempo de mercadoVerifique há quanto tempo a rede atua no mercado. Se a franquia for nova, veja o número de unidades próprias. É por meio delas que a franqueadora adquire experiência e conhecimento da área que irá transmitir aos franqueados
Pesquisa com franqueadosAs redes são obrigadas a apresentar a COF (Circular de Oferta de Franquia) para os interessados. O documento deve indicar endereço, nome e telefone de franqueados e ex-franqueados. É importante ligar para o maior número possível para saber sobre investimento, faturamento, tempo de retorno e lucro
FaturamentoDesconfie de número fantásticos. O ideal é avaliar mais de uma franquia do setor que deseja ingressar para ver se os números são similares. Segundo a ABF, o lucro varia de 10% a 15% sobre o faturamento
Prazo de retornoA ABF trabalha com o prazo de retorno de 18 a 24 meses para microfranquias, que exigem um investimento mais baixo, e de 36 meses para franquias, que necessitam de investimento maior
Assinatura de contratoO negócio só pode ser fechado após o prazo de 10 dias da entrega da COF. O objetivo é evitar a assinatura por impulso. A COF informa o número de franqueados ativos e inativos (nos últimos 12 meses), com telefone, ações judiciais contra a empresa e estimativa de investimento, faturamento etc.
E-Commerce

 

Milhares de brasileiros buscam montar o seu próprio negócio.

 

 

Ser dono do próprio negócio é um dos principais sonhos dos brasileiros. Segundo informações do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresa (Sebrae/Bahia), em 2013, o empreendedorismo por oportunidade atingiu o maior índice com 71%, provando que cada vez mais, os brasileiros têm pensado e planejado a independência financeira. Segundo análise do Sebrae, a Bahia tem futuro positivo no setor e as empresas tem apresentado avanço na sobrevivência, o que pode representar mais geração de emprego, renda e crescimento da economia local.
A reforma do Supersimples (sistema de tributação diferenciado para as micro e pequenas empresas que unifica oito impostos em um único boleto e reduz, em média, em 40% a carga tributária) é apontada como uma das maiores motivações para o novo empreendedor. Aprovado no último dia 7 de agosto, a Lei Complementar 147/2014 (PLC 60/14), originada do PLP (Projeto de Lei Complementar) 221/12, estende benefícios para 140 novas categorias, sendo que as regras começam a valer a partir de 1º de janeiro de 2015 e devem alcançar mais de 450 mil empreendimentos.
Atualmente são contabilizados 8.3 milhões de optantes pelo Supersimples, sendo que 545.256 estão na Bahia. “Essa reforma promete aquecer o empreendedorismo baiano, pois oferece benefícios a pequena empresa, simplificando reduzindo impostos. Sem dúvidas será um grande atrativo para os baianos e a Bahia será muito beneficiada”, garantiu Fabrício Barreto, analista do Sebrae/Bahia.
Com o atual quadro da economia brasileira, temos cerca de mais de 40 milhões de consumidores da nova classe média; aumento do poder aquisitivo gera demanda para produtos e serviços; além de termos cerca de 100 milhões de pessoas consumindo no país. Segundo informações do Sebrae, estes são os fatores básicos que motivam o crescimento do empreendedorismo e, consequentemente, a geração de emprego. Dados do Sebrae apontam que os pequenos negócios geram mais da metade dos empregos na Bahia. 52,6% dos empregos formais, de acordo com o anuário de trabalho de 2012. 
Quando o assunto é escolher o segmento a ser trabalhado, o comércio ainda impera com 59,3%. Em seguida vem o segmento de serviços 28,1%, sendo que os centros de belezas e academias têm apresentado maior crescimento, indústrias 8,1% e construção civil 4.6%. De acordo com Fabrício Barreto, atualmente, a sobrevivência das empresas depende, principalmente, da capacidade de inovação do microempresário. “Tivemos um grande avanço na sobrevivência, mas alertamos através de treinamento e consultoria que o diferencial é investir em tecnologia e inovação. A inovação pode ser numa fachada bem elaborada, redução de custos, boas práticas e uma boa marca. De qualquer ainda é necessário ter planejamento e metas”, explicou.
Segundo Fabrício Barreto, o empreendedorismo tornou-se uma realidade para os baianos. “Hoje em dia isso faz parte da realidade das pessoas. A maioria quer abrir o próprio negócio, mas não só por necessidade e sim por opção. Há uma demanda de públicos e o segmento de serviço tem crescido muito para atender isso”, afirmou o analista. 
São considerados micro empreendedores individual os que têm receita bruta anual de até R$ 60 mil. Os que ultrapassam esse valor e atingem até R$ 360 mil são as microempresas. Já a pequena empresa ultrapassa este valor e pode atingir até 3,6 milhões por ano. 
Como suporte a quem pretende abrir uma empresa, o Sebrae atua com cursos, consultorias e trocas de experiências. Além disso, ele ajuda a mapear e desenvolver processos de trabalho, garante certificações do ISO; proporciona subsídio de até 90% para inovação e atendimento das necessidades da empresa.
fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/10/21/milhares-de-brasileiros-buscam-montar-seu-proprio-negocio

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Você realmente conhece seu cliente?

Nesse mundo de métricas, sua empresa oferece apenas bens? E se junto com isso, ela oferecesse valores?

 

 

Por ter uma empresa com apenas 5 meses de funcionamento, ainda estou conhecendo exatamente qual o alcance que ela pode ter dentro da cidade onde moro. Quando começo a estudar mais sobre isso, vejo que esse alcance é menor do que eu gostaria, tendo-se em vista que minha empresa oferece aulas de música no contraturno infantil.
Se boa parte dos pais ainda não se conscientizou sobre os benefícios que o ensino musical pode ter na formação de uma criança, bem capaz que vão pensar que isso pode começar dentro da barriga da mamãe. É difícil competir com contraturno de kumon, curso de línguas, natação e tantos outros esportes.
Aí entram os conhecimentos em marketing. Temos que conhecer nossos clientes! Saber quem são, o que fazem, como vivem, de que gostam; como e em quais meios podemos atingí-los. Mas, será que isso é suficiente? Seguir o clássico modelinho dos P's vai garantir sucesso? Independente do seu ramo, no final das contas, você quer que seu cliente se sinta como mais um número no seu relatório fiscal?
Qual é o seu diferencial?
Presenciei esses tempos a importância que os valores agregados fazem ao seu negócio. Claro que por trabalhar com crianças e suas mães, a emotividade é constante. Mas a empatia cabe em qualquer ramo. O tipo de pessoa que você é afeta diretamente o tipo de empresa que você tem.
É um desperdício gigantesco alguém trabalhar com causas bacanas sendo arrogante. É como ser pediatra sem gostar de crianças ou se envolver com causas voluntárias se preocupando somente com a visibilidade do projeto na mídia pra ganhar dinheiro.
Pois bem, é na empatia que você vai saber conhecer seu cliente além das teorias de marketing de relacionamento. É conversando (direta ou indiretamente) com ele; perguntando o que ele quer e de que ele gosta. O valor que você passa pela empresa é o valor que você tem como pessoa, como por exemplo, se preocupar com família, saúde, um bom ambiente de trabalho...
Se seu comércio é online, por que não inserir detalhes mais humanizados tanto na pré como na pós venda? Uma aba de depoimentos ou um e-mail de confirmação de pedido mais informal e com um agradecimento? Pode parecer um trabalhão, mas adicionar notas de obrigado em cada pacote enviado pode ser a diferença entre fidelizar ou perder um cliente.
Se sua empresa lida direto com o público, por que não interagir mais? A interação não se limita ao contato pessoal. Um cantinho onde as pessoas podem tomar água ou café é uma forma de interação indireta que demonstra que você pensa no seu cliente. Murais de avisos, por exemplo, não precisam se restringir a espaços de funcionários; dá pra usar quadros de avisos pra colocar fotos dos clientes usando as roupas da sua loja; colocar a programação de eventos, promoções; expor os desenhos e trabalhos dos alunos... 
O jeito como o departamento responsável responde os e-mails e até como a secretária atende o telefone e conversa com as pessoas são formas sutis mas não menos importantes de interação que devem ser levadas em consideração.
Sem deixar a seriedade de lado, quanto mais você humanizar sua empresa, mais contato você vai conseguir ter com o seu cliente. E esse contato pode ser a alavanca que você precisa pra aumentar aquela taxa de conversão entre possíveis clientes e clientes. Levar os dias com leveza e empatia faz horrores de diferença. O resultado pode não vir em uma semana, afinal, precisamos de tempo pra consolidar uma imagem bacana no mercado. 
E você, seria cliente da sua própria empresa? Do jeitinho que ela é agora?
fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/voce-realmente-conhece-seu-cliente/82038/

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6 dicas para sua franquia ser sucesso.

 Depois de muito tempo pesquisando a melhor marca para investir e decidindo o ponto comercial em que a sua unidade vai operar, não é hora de relaxar. Muito pelo contrário.

Por mais que a franquia tenha nome forte e que o franqueador forneça formação inicial e apoio ao longo do negócio, o sucesso do empreendimento depende mais de você do que qualquer outro fator. Em outras palavras, nome reconhecido no mercado e suporte só funcionam até a página dois.
Assuma essa responsabilidade e arregace as mangas para que a sua unidade cresça de forma acelerada. Quem sabe você não se torna um franqueado-modelo da marca? Abaixo, confira seis dicas para ter sucesso na operação do seu empreendimento:
Planejamento - Investir em uma franquia significa o mesmo que abrir uma nova empresa. Com algumas vantagens, é verdade. Mas não é por isso que você deve deixar de fazer um plano de negócios e abandonar o seu espírito empreendedor. Antes de dar início nas operações, estabeleça algumas metas de curto e longo prazo e defina quais as estratégias para alcançá-las.
Elaborar um planejamento inclui uma série de fatores. Não esqueça, por exemplo, de observar a sazonalidade do produto. Quando chegar a baixa temporada, é preciso ter algumas cartas na manga para não sentir tanto o peso da queda das vendas. Manter um estoque equilibrado e apostar em promoções são uma saída.
Abuse das ferramentas e do suporte do franqueado - Uma franquia que se preze fornece ferramentas tecnológicas de última geração e dá total suporte, como cursos e treinamentos, para os franqueados. Você precisa comparecer em todos os eventos promovidos pela franqueadora.
Lá, além de adquirir todo conhecimento para aumentar suas vendas e para driblar um período de crise, você deve conversar com outros franqueados que estão na mesma situação e criar uma rede de networking. Trata-se de um momento único para aprimorar habilidades e conhecer estratégias que deram certo.
Comunicação com o franqueado - Por mais que seja necessário encarar a unidade como um negócio próprio, o modelo de franquias possui uma série de regras que devem ser respeitadas.
Fica claro, aqui, que você não pode tomar nenhuma decisão extrema sem consultar o franqueador. Por isso, procure manter uma comunicação direta e constante com ele, sugerindo, inclusive, melhorias e novas estratégias.
Formação da equipe - Seja bastante criterioso com a seleção dos profissionais que formam a sua equipe. Além de talentosos, eles precisam demonstrar vontade para crescer profissionalmente e saber atender os clientes.
Papel do líder - Como líder, você precisa ter conhecimento de todas as áreas do negócio e, principalmente, participar do dia-a-dia do funcionamento da franquia. Isso motiva a sua equipe e agiliza na hora de encontrar um problema e resolvê-lo.
E, mais importante do que manter uma comunicação direta com o franqueador e com a sua equipe, é abrir espaço para um feedback dos clientes. Ninguém melhor do que os clientes para responder como andam as suas estratégias.
Relacionamento com a comunidade - Participar de eventos da categoria e criar uma rede de contatos profissionais são fundamentais para acelerar o crescimento do seu empreendimento. Agora, lembre-se, também, da importância de se apresentar bem diante da região em que atua.
Dedicar um pouco de tempo e auxílio financeiro para instituições beneficentes ajudam a construir uma imagem positiva para as pessoas próximas. Aí, é um passo para elas virarem clientes também.
fonte: http://www.tribunadabahia.com.br/2014/10/20/6-dicas-para-sua-franquia-ser-sucesso

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O dia em que descobri que queria ser empreendedor.

 

 

O dia em que descobri que queria ser empreendedor
Respondido por Gean Chu, empreendedor.

Meu desejo de empreender não foi algo que aconteceu como um estalo, de uma hora para outra. Foi algo que foi sendo construído pouco a pouco. Algumas pessoas e fases da minha vida influenciaram muito na construção de meu perfil empreendedor.
Meu pai sempre foi uma inspiração. Como empresário, trabalhou em diversas intermediações de negociações entre empresários brasileiros e chineses, envolvendo-se em negócios de diferentes setores. Sempre que possível, meu pai me envolvia nestes assuntos, buscando trazer experiência e insights sobre o mundo dos negócios. Isso despertou em mim uma sede de conhecimento, de saber como e porque decisões eram tomadas, e como buscar oportunidades de negócios em tudo que me cercava.
O fato de ter me formado em Engenharia de Computação me fez conhecer a fundo a história inspiradora de toda uma geração de empreendedores geniais que revolucionaram o mercado e fizeram história, como Bill Gates, Steve Jobs e Michael Dell.
Na verdade, a formação de meu curso foi em parte focada no empreendedorismo. Esta cultura era muito forte no ambiente acadêmico, tanto que grande parte de meus professores eram também empresários.
Foi durante este período acadêmico que conheci meu grande amigo e sócio, Gilberto Verona, que trilhou um caminho semelhante ao meu, e juntos alimentamos desde os anos de faculdade uma vontade muito grande de montar um negócio próprio. Algo que fosse maior do que nós, e que realmente fizesse diferença.
Trabalhei por dois anos em uma startup de equipamentos eletro-médicos, parte como estagiário e parte como engenheiro já formado. Esse período me permitiu conhecer de perto os desafios e os prazeres de se construir um negócio e uma marca a partir do nada.
No momento em que decidi abrir a Los Paleteros eu havia acabado de me formar, estava cursando mestrado com bolsa integral, possuía bolsa para doutorado já garantida, e trabalhava como principal engenheiro na empresa onde atuava, mas decidi deixar toda essa segurança para trás e buscar meu sonho.
Um negócio exige muito planejamento e trabalho. Foco, determinação e estratégia são as principais características de quem deseja ter o próprio negócio.
Na época cheguei a ser muito criticado por familiares e amigos, mas certamente não me arrependo. Faria tudo de novo, mudaria um detalhe ou outro, uma decisão aqui ou ali, mas apesar de todos os obstáculos, ter um sonho realizado vale todo o esforço.
Gean Chu é sócio-fundador da rede especializada em paletas mexicanas, Los Paleteros.
fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/o-dia-em-que-descobri-que-queria-ser-empreendedor
 
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Pesquisa: 17% dos empreendedores do País têm até 25 anos.

 
Jovens aumentam a participação entre as atividades modernas, como tecnologia.
  
O número de jovens empreendedores no Brasil chega a 17% , segundo pesquisa mundial da Global 
Entrepreneurship Monitor. A explosão das iniciativas próprias entre os mais novos faz o Brasil 
ocupar a quarta posição no ranking.
 O levantamento revela que atualmente 40 milhões de brasileiros estão empreendendo em algum segmento. Desse total, os jovens entre 18 e 25 anos passaram de 15%, em 2008 para 17% em 2013, alta de dois pontos percentuais. O País está atrás somente da China, Índia e Nigéria.
“O incentivo ao empreendedorismo está ganhando ainda mais força, em especial entre atividades modernas, como tecnologia”, explicou o gerente de Soluções e Inovação do Sebrae-RJ, Ricardo Wargas.
Para o especialista, a maioria dos jovens empreende por realização pessoal. “O interessante é que eles abrem o próprio negócio pelo sonho de empreender, e não somente por ganhar muito dinheiro. E é isso que a gente acredita e fomenta”, ressaltou.
Além dos que tornam sonhos em realidade, a pesquisa mostra que o Brasil está na transição dos negócios por necessidade em gerar renda para os de oportunidade.
De nove condições para empreender, o Brasil apresenta um quadro acima da média da América Latina em todos os itens, à exceção dos impostos e infraestrutura física. Pontos também verificados como hiato em relação à média de outros países.
“Mesmo com os incentivos para se abrir um negócio, a carga tributária pesa muito para o pequeno empresário”, atesta o jovem Gabriel. Os impostos de uma pequena empresa podem chegar a 40% do faturamento anual, aponta Vinícius Machado, gestor de Projetos da Associação Brasileira de Startups (ABStartups).
Pela legislação atual, as empresas com faturamento de até R$ 3,6 milhões por ano podem pagar os tributos por meio do sistema Simples Nacional.
O programa diminui a tributação e a burocracia, ao englobar, em única guia, oito impostos, além de minimizar as obrigações acessórias — que precisam ser cumpridas com o Fisco.
fonte: http://new.d24am.com/noticias/economia/pesquisa-17-empreendedores-pais-25-anos/122411
 
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