Quando desistir de uma franquia?

O mais difícil você conseguiu: juntou todo o dinheiro para investir em uma franquia. Isso é o que parecia mais complicado. Agora, com todo o mercado na sua frente, você pode colocar as mãos na massa e ver qual entre as diversas marcas disponíveis é a melhor. Agora, é só escolher uma e finalmente seguir o seu sonho de empreender.
A situação não é simples assim. O que pouquíssimos textos sobre franquias vão contar é que esse momento é bastante delicado. Especialmente por mexer no lado emocional do empreendedor e seu sonho, esse momento exige muita calma. É nesta hora que uma atitude precipitada pode custar muito caro lá na frente.
Para ajudar nesse processo, há três passos básicos. O primeiro é checar o manual da franquia, documento em que consta a experiência do franqueador, para entender o básico de como as coisas funcionam. Depois, é o momento de conversar com outros franqueados. Por fim, pesquisar na internet a fama da franquia. Depois que você fez isso, certos sinais, como os listados abaixo, podem mostrar que não é a hora de apostar as suas fichas. Confira:
Reclamação de usuários - É óbvio: o sucesso de uma marca depende da aceitação dos consumidores. Empresas que recebem inúmeras reclamações de usuários por conta dos seus produtos e serviços têm dois caminhos a seguir: ou elas mudam de postura para inverter o jogo ou podem se preparar para fechar as portas.
Hoje, com a ajuda da internet, as reclamações em uma rede social, por exemplo, tomam proporções muito maiores do que no boca a boca e podem atingir um número inimaginável de pessoas. Não são poucos os sites dedicados a abrir espaços para consumidores prestar queixas da qualidade de uma empresa.
Você pode aproveitar isso a seu favor. Pesquise sobre a marca que você pensa em escolher na internet. Se houver inúmeras reclamações, de pessoas que colocaram seus nomes reais, é bom pensar duas vezes antes de adquirir essa franquia.
Estrutura de suporte - Não se preocupe apenas com o nome da marca e no segmento em que ela atua. É preciso pensar também como será após a assinatura do contrato.
O franqueador tem condições de dar o suporte necessário para a sua franquia se estabelecer no mercado? Ele informa com antecedência como serão feitos os treinamentos e cursos de reciclagem? Para tirar essas dúvidas, converse com alguns franqueados mais antigos. Se as respostas forem desanimadoras, procure outra franquia para investir.
Taxas cobradas - Lembre-se que o custo total da aquisição do negócio não se limita apenas à taxa de franquia e ao investimento do ponto comercial. A maioria das franquias cobra, mensalmente, taxa de royalties e de publicidade. Veja qual é a média do mercado. Se os valores forem muito maiores, não pense duas vezes em fugir do contrato.
Experiência do franqueador - Outro fator que pesa muito na hora de escolher uma franquia é a experiência do franqueador. Vamos supor que a marca apresente todos os sinais essenciais para obter sucesso, só que ela não tem experiência no mercado e, muito menos, com o modelo de franquias. Será que o franqueador sabe como enfrentar um momento de crise? A resposta é incerta, pois ele nunca passou por isso. Então, a falta de experiência do franqueador pode ser um risco que você precisa levar em consideração.

fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=11377

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Os segredos do maior franqueado da Pizza Hut no Brasil.

Jorge Aguirre administra mais de 30 franquias da Pizza Hut em São Paulo e faz parte do conselho mundial da marca.

 

 

  Criar sua própria rede de franquias ou virar um mega franqueado de alguma marca já existente? Para alguns empreendedores, esta dúvida surge na hora de fazer um investimento. Jorge Aguirre, franqueado da Pizza Hut na Grande São Paulo, não tem dúvidas de que escolheu o lado certo.

 Neste mês, Aguirre foi convidado, entre mais de 800 franqueados, a fazer parte do conselho mundial da Pizza Hut. A rede, que pertence ao grupo Yum! Brands, tem mais de 13 mil restaurantes em 88 países.

Na Grande São Paulo, Aguirre administra 36 unidades. “Isso é uma prova de confiança da marca no potencial de crescimento do Brasil e de reconhecimento do trabalho”, conta, em entrevista exclusiva a EXAME.com.
Ele começou como executivo da rede, na década de 1990. “Eu me afastei da empresa por um período e fui trabalhar em outro assunto. Em 1999 surgiu a oportunidade de me tornar franqueado da Pizza Hut”, diz.
Na época, a Yum! Brands tinha 16 unidades na região e repassou as lojas para o comando do empresário. “Era uma operação própria e eles fizeram o que a gente chama de refranquear. Foi então que assumimos aquele número de restaurantes como franqueados”, conta.
Todas as 36 lojas são administradas pela empresa de Aguirre, a Internacional Restaurantes do Brasil (IBR), que é a maior operadora da Pizza Hut no país com mais de 50% das vendas anuais da marca por aqui.
Não existem subfranqueados, apenas gerentes que cuidam do cotidiano da operação. “Nós procuramos fazer com que cada gerente de loja atue com um senso de propriedade bastante grande, como se ele fosse o franqueado. Nós temos um sistema de participação no resultado, que dá a ele a possibilidade de formar a própria remuneração”, explica.
O resultado se comprova nos números. Neste ano, a IRB deve faturar 160 milhões de reais e abrir mais seis novos restaurantes. A empresa, que tem 1,5 mil funcionários, estima que 15 milhões de clientes são atendidos ao ano. Para muitos especialistas em franquias, seguir os passos de Aguirre é o caminho mais rentável no mercado. Com muitas unidades de uma mesma franquia, o empreendedor ganha escala e consegue multiplicar o lucro mais rápido.
Um dos segredos de ser um mega franqueado é escolher uma marca de confiança; “Isso é o mais importante”, conta. A partir da escolha, é preciso se dedicar muito ao negócio. “É hora de mergulhar de cabeça, investir, apostando na escala do crescimento, mas um crescimento bem organizado e baseado fundamentalmente na formação de equipe”, explica.
Para Aguirre, encontrar pontos para abertura de novas unidades é fácil perto de formar a equipe ideal. “O mais difícil e o segredo do negócio é ter uma boa equipe, uma equipe capaz de se multiplicar”, diz.
fonte:http://exame.abril.com.br/pme/noticias/os-segredos-do-maior-franqueado-da-pizza-hut-no-brasil

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Franquias a partir de R$ 5.000 atraem classe C para o mundo empreendedor.

Microfranquias respondem por 5,11% do setor e faturou R$ 5,9 bilhões em 2013.


O empreendedorismo por meio de microfranquias é uma realidade que vem se consolidando ano a ano no Brasil, disse o presidente da ABF Rio (Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro), Beto Filho, em entrevista à Agência Brasil. Os investimentos, que variam entre R$ 5.000 a R$ 8 milhões, têm atraído um novo tipo de empreendedor: a classe C.
De acordo com o presidente, a expansão do setor pode ser atribuída ao fato do grande consumidor brasileiro pertencer atualmente à classe C, que responde por cerca de 57% da população consumidora e é também compradora de franquias.
Beto Filho explica que o comportamento da classe C não está só no consumo, mas também no empreendedorismo, porque, com o apoio dos bancos oficiais e das agências de fomento dos estados, além dos bancos privados, há sustentação financeira  para a categoria também virar empreendedora, empresária.
São 2,7 mil marcas franqueadoras em vários segmentos de negócios, que incluem, entre outras, as áreas de serviços, alimentação, higiene, limpeza.
A  microfranquia responde por 5,11% da receita total do setor e alcançou faturamento de R$ 5,9 bilhões em 2013. Atualmente, são 384 marcas em operação e 17.197 pontos de venda. O aumento registrado no ano passado pelas microfranquias, em comparação ao ano anterior, foi 29% em termos de unidades e 31% em faturamento.
 A microfranquia é mais barata, exige investimento até R$ 80 mil. Beto Filho informou que o setor que atrai mais os pequenos franqueadores da classe C no Brasil é  alimentação. Um exemplo de microfranquia é a Doutor Lubrifica, que participa pela primeira vez  da feira Expo Franchising ABF Rio 2014, que será aberta hoje (25) no Riocentro, na capital fluminense. No mercado brasileiro há apenas seis meses, a Doutor Lubrifica atua no serviço delivery (entrega) de troca de óleo e filtros de carros, motos e caminhões.
Com 23 unidades comercializadas, sendo uma delas no município fluminense de  Campo dos Goytacazes, os sócios e fundadores da marca, Alexandre Loudrade e Vinicius Almeida, querem ampliar a microfranquia no estado, onde pretendem abrir mais 20 unidades até o fim deste ano. A ideia, segundo eles, é oferecer cada vez mais comodidade ao consumidor. O investimento no modelo é a partir de R$ 37 mil.
Independentemente da questão de crise econômica que vem assustando o mercado, o setor de franquias funciona de forma autônoma, sustentou Beto Filho.
— Tanto é que estamos com uma expectativa de crescimento para este ano entre 7% e 8%. A gente tem uma perspectiva positiva pelo ano peculiar de Copa do Mundo, eleições, entre outros fatores.

Outro termômetro que  mostra o vigor diferenciado do setor de franquias é a  Expo Franchising ABF Rio, que se estenderá  até o dia 27. A feira recebeu três vezes mais inscritos do que no ano passado, no mesmo período. Segundo Beto Filho, isso sinaliza que o mercado está propenso a abrir negócios. A expectativa é gerar negócios durante a feira da ordem de R$ 190 milhões, recebendo 27 mil visitantes. Ele observou que a própria crise contribui para esse movimento, ao levar as pessoas a investir seu dinheiro no mercado produtivo, visando a obter resultados.
— O setor de franchising  tem característica própria. Ele é o último a entrar em crise e o primeiro a sair.
A perspectiva para o setor de franquias é diferente da expectativa do mercado em geral.
Considerando os dois primeiros trimestres do ano, o crescimento do setor atinge 7%. O faturamento total do franchising atingiu R$ 115 bilhões, no ano passado. Com a perspectiva de crescimento,  esse número será ampliado em cerca de R$ 9 bilhões ou R$ 10 bilhões, disse Beto Filho.
O setor responde pela geração e manutenção de 1,1 milhão de   empregos diretos em todo o país. Em termos de empregos indiretos, são 5 milhões de pessoas, acrescentou. Hoje, já são 150 mil pontos de venda em todo o Brasil, entre serviços e varejo.
fonte: http://noticias.r7.com/economia/franquias-a-partir-de-r-5000-atraem-classe-c-para-o-mundo-empreendedor-25092014

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Todo apaixonado é bom vendedor.

Um empreendedor apaixonado pelo que faz, conectado com a missão e o propósito do seu negócio, consegue contar sua história de forma natural e entusiasmada. Quando a crença na marca é forte, falar dela torna-se um ato extremamente prazeroso, capaz de encantar quem está em volta. E não há técnica de vendas que supere esta atitude.

 

 

 

Você já viu uma adolescente apaixonada, ao falar do namorado, enaltecer os defeitos dele? Provavelmente, não. Pergunte a uma garota no auge do romance o que ela acha do parceiro. Certamente, ela vai enumerar as qualidades e fazer uma lista repleta de adjetivos superlativos. E, assim, a jovem, sem saber, estará enaltecendo os atributos do rapaz e os benefícios de estar ao lado dele.
Além de alavancar a reputação do moço, o que ela está fazendo é uma boa propaganda. E isso tem ou não tem a ver com vendas? Tem, sim. Na hora de vender um produto ou serviço, o empreendedor busca ressaltar os principais atributos e benefícios da oferta, de forma a fazer com que o potencial comprador consiga tangilibizar a essência da marca, seus diferenciais e proposta de valor.
E um empreendedor apaixonado pelo que faz, conectado com a missão e o propósito do seu negócio, consegue contar essa história de forma natural e entusiasmada, como faz a adolescente. Quando a crença na marca é forte, falar dela torna-se um ato extremamente prazeroso, capaz de encantar quem está em volta.
E não há técnica de vendas que supere esta atitude. Prova disso são os empreendedores que conseguiram transformar seus sonhos em empresas de alto impacto. A Endeavor, uma das principais organizações de fomento ao empreendedorismo no mundo, agrega, no Brasil, alguns desses visionários que são exemplo de inspiração e de gente que bota pra fazer.
Gente que consegue fazer um auditório inteiro se emocionar, ao contar sua trajetória empreendedora e revelar as dificuldades que enfrentou no caminho; gente que causa furor neste mesmo auditório, ao subir no palco e, literalmente, pular e gritar de alegria por ter a oportunidade de estar lá, diante da plateia, vivendo um momento de consagração de anos de trabalho duro. Esses cenas foram vistas por quem teve o privilégio de participar do último Day 1, evento promovido pela Endeavor e pelo Sebrae, no último dia 17 de setembro.
Na ocasião, 11 empreendedores puderam contar sua história que começou com um sonho grande. Hoje, são bem sucedidos e uma referência nas suas respectivas áreas de atuação. Da empresa de tecnologia a agência de viagem e academia, todos os serviços e produtos expostos ali ganharam fãs. As marcas construídas por esses empresários agora são top of mind naquele público, que foi contagiado pela paixão exacerbada de cada palestrante.
Eles souberam contar a história das suas marcas, mesmo não sendo marketeiros de plantão. Aliás, ao contrário. Tratam-se de engenheiros, administradores, bioquímicos e até gente sem formação acadêmica. E o que eles entendem de vendas? Tudo, absolutamente, tudo, pois, antes de venderem um produto ou um serviço, vendem um propósito.
fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/todo-apaixonado-e-bom-vendedor/81337/

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Os 7 pecados capitais do empreendedorismo feminino.

Saiba quais são os maiores pecados cometidos por empreendedoras e aprenda como evitá-los.

 

 

Todo empreendimento começa com um sonho que aos poucos vai se tornando realidade. Muitas vezes não se tem a clara visão do negócio até que ele efetivamente comece a funcionar. É neste momento que muitas dúvidas surgem e, se não soubermos conduzir de maneira eficaz, tudo o que imaginamos realizar pode acabar indo por água abaixo. 
Durante toda a condução de um empreendimento, devemos ficar atentos a vários fatores, que são considerados passos fundamentais para que seja possível se estabelecer de forma sólida no mercado.
São procedimentos que parecem desimportantes à primeira vista, mas caso não sejam efetivados, podem ser considerados “pecados” contra seu próprio negócio. Confira:
1. Não fazer uma análise de mercado e não pensar sistemicamente
Ao idealizarmos um negócio, é fundamental que façamos um estudo prévio de qual mercado ele estará inserido, avaliando concorrentes diretos, indiretos, cases de sucesso e principais dificuldades encontradas por outras pessoas nesta área. Desta forma, fica mais fácil elaborar uma estratégia para consolidação de seu empreendimento e também para a captação de clientes. Outro fator é pensar sistemicamente, ou seja, entender que tudo está interligado podendo afetar e ser afetado mutuamente. Finanças, pessoas e produto estão definitivamente ligados e isto precisa ser compreendido claramente.
2. Deixar de lado valores pessoais para a condução e desenvolvimento do negócio
Muitas mulheres ao iniciar seu empreendimento ficam em dúvida se devem imprimir sua marca pessoal ou seguir um “padrão que deu certo”. Por este motivo acabam se perdendo na condução do seu negócio. O que funcionou para um, pode perfeitamente não funcionar para outro. Seu empreendimento precisa transmitir valores nos quais você acredita e deve se basear em premissas condizentes com sua atitude, caso contrário acaba ocorrendo o que chamamos de incongruência, que é a contradição entre pensamento e comportamento. Essa é uma grande armadilha para a confiabilidade de qualquer negócio, pois o que se fala não é o que realmente se percebe.
3. Não ter procedimentos bem definidos para a gestão do negócio
“Se não existe um procedimento claro, logo podemos fazer de qualquer forma, pois assim também estará certo” esta é a mensagem que se passa quando não existe um padrão definido de como deve ser gerido o negócio. Quanto mais definidos são os processos, mais sólido e confiável se torna a empresa, transmitindo assim credibilidade para a expansão e também para o crescimento profissional das pessoas envolvidas.
4. Não conhecer as necessidades dos clientes
Um produto ou serviço por melhor que seja, precisa constantemente atender as necessidades dos clientes, saber qual é a sua demanda proporcionando que o relacionamento seja duradouro, pois além de fidelizar, também demonstra preocupação para com a necessidade dos clientes, receber e dar feedback, avaliar a satisfação e pedir opiniões sobre novos produtos são uma forma de atender ao seu público e ainda de poder inovar em seu negócio, gerando valor ao seu trabalho e se destacando dos demais concorrentes.
5. Achar que não é preciso estabelecer parcerias para a condução do negócio
Atualmente, a frase “juntos somos mais fortes” nunca foi tão verdadeira. Para se firmar em um mercado cada dia mais competitivo, estabelecer parcerias pode ser decisivo. Mas para que isto ocorra de forma que ambos possam ganhar, antes de estabelecer uma parceria é necessário analisar o que de bom você também pode oferecer. Iniciar este tipo de relacionamento pensando somente no ganho que terá não se trata de parceria, mas de se aproveitar de uma situação, mostrando assim um caráter duvidoso, que poderá comprometer a imagem de seu negócio.
6. Acreditar que fazer planejamento para o futuro não é importante
Planejar é colocar no papel, organizar ideias e tornar seus pensamentos visíveis de forma sistematizada, crer que somente pensar no futuro basta é um ledo engano, pois as chances de que seu desejo não se torne realidade é grande. Ao sistematizar e fazer um planejamento adequado sobre o futuro do seu negócio aumentam as chances de realização em até 30% pois com a visualização do que se espera é possível aparar arestas para a concretização do objetivo almejado de forma mais segura.
7. Não medir nem avaliar os resultados
Conduzir o negócio sem mensurar os resultados obtidos é navegar à deriva e como dizem: “para quem não sabe aonde vai, qualquer caminho serve”. Ter medidas concretas de aumento de clientela, controle de entrada e saída, rotatividade e absenteísmo são fundamentais para saber se o seu negócio está prosperando ou afundando. É importante ter o controle não somente do empreendimento, mas saber detalhadamente a que níveis andam todas as partes que envolvem seu negócio, caso contrário, se deixa de agir estrategicamente, para no futuro ter que agir drasticamente.
fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/negocios/os-7-pecados-capitais-do-empreendedorismo-feminino/81344/

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25 termos que todo empreendedor precisa saber. 



Na hora de empreender, é bom ter um pequeno glossário à mão

Cada indústria tem sua lista de jargões. No mundo do empreendedorismo são vários os termos que você vai encontrar pela frente ao longo de sua jornada. Como empreendedor, é importante que você esteja familiarizado com eles. Conheça uma lista com 25 termos que todo empreendedor precisa saber:
 Aceleradora
É o nome 'moderno' para as incubadoras. Enquanto as incubadoras estão mais ligadas a universidades e a projetos governamentais, as aceleradoras são financiadas com capital privado e apoiam startups, empresas de alto potencial de crescimento. A aceleração pode incluir apoio financeiro, mas está baseada principalmente no suporte à criação e ao desenvolvimento do negócio, com sessões de coaching e mentoring durante um período.
Break-even
Em português, um 'ponto de equilíbrio'. É quando os custos da empresa são iguais às suas receitas. Como tudo que a empresa recebe paga somente as despesas, o lucro (ou resultado do período), acaba sendo 0, nesse caso.
Capital de giro
São os recursos financeiros utilizados para cobrir os custos do dia a dia da empresa e para sustentá-la entre o pagamento de despesas e o recebimento da receita de clientes.
Captação de recursos
Obter investimentos, o que pode ser feito por meio de empréstimos bancários, agências de fomento, fundos de investimentos ou investidores-anjos. 
Co-working
Espaço de trabalho compartilhado por diversas empresas, que passam a poder se relacionar e a trocar conhecimentos.
Crowdfunding
Obtenção de capital através de financiamento coletivo, em geral de pessoas físicas interessadas na iniciativa. Existem plataformas on-line especializadas nisso.
Crowdsourcing
Forma de conseguir serviços/ajuda de forma colaborativa para geração de conteúdos, solução de problemas, desenvolvimento de novas tecnologias, geração de fluxo de informação e afins.
fonte: https://catracalivre.com.br /geral/empreendedorismo/indicacao/25-termos-que-todo-empreendedor-precisa-saber/
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Classe C se consolida no setor de microfranquia no Brasil.

O comportamento hoje da classe C não está só no consumo, mas também no empreendedorismo, disse especialista.

 


 O empreendedorismo por meio de microfranquias é uma realidade que vem se consolidando ano a ano no Brasil, disse à Agência Brasil o presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF Rio), Beto Filho. O grande consumidor brasileiro pertence atualmente à classe C, que responde por cerca de 57% da população consumidora e é também compradora de franquias, acrescentou.

Ele explicou que o comportamento hoje da classe C não está só no consumo, mas também no empreendedorismo, porque, com o apoio dos bancos oficiais e das agências de fomento dos estados, além dos bancos privados, há sustentação financeira para a categoria também virar empreendedora, empresária.
Os investimentos nas franquias vão de R$ 5 mil a R$ 8 milhões. São 2,7 mil marcas franqueadoras em vários segmentos de negócios, que incluem, entre outras, as áreas de serviços, alimentação, higiene, limpeza. A microfranquia responde por 5,11% da receita total do setor e alcançou faturamento de R$ 5,9 bilhões em 2013.
Atualmente, são 384 marcas em operação e 17.197 pontos de venda. O aumento registrado no ano passado pelas microfranquias, em comparação ao ano anterior, foi 29% em termos de unidades e 31% em faturamento.
A microfranquia é mais barata, exige investimento até R$ 80 mil. Beto Filho informou que o setor que atrai mais os pequenos franqueadores da classe C no Brasil é alimentação. Um exemplo de microfranquia é a Doutor Lubrifica, que participa pela primeira vez da feira Expo Franchising ABF Rio 2014, que será aberta hoje (25) no Riocentro, na capital fluminense.
No mercado brasileiro há apenas seis meses, a Doutor Lubrifica atua no serviço delivery (entrega) de troca de óleo e filtros de carros, motos e caminhões.
Com 23 unidades comercializadas, sendo uma delas no município fluminense de Campo dos Goytacazes, os sócios e fundadores da marca, Alexandre Loudrade e Vinicius Almeida, querem ampliar a microfranquia no estado, onde pretendem abrir mais 20 unidades até o fim deste ano. A ideia, segundo eles, é oferecer cada vez mais comodidade ao consumidor. O investimento no modelo é a partir de R$ 37 mil.
Independentemente da questão de crise econômica que vem assustando o mercado, o setor de franquias funciona de forma autônoma, sustentou Beto Filho. “Tanto é que estamos com uma expectativa de crescimento para este ano entre 7% e 8%. A gente tem uma perspectiva positiva pelo ano peculiar de Copa do Mundo, eleições, entre outros fatores”.
Outro termômetro que mostra o vigor diferenciado do setor de franquias é a Expo Franchising ABF Rio, que se estenderá até o dia 27. A feira recebeu três vezes mais inscritos do que no ano passado, no mesmo período. Segundo Beto Filho, isso sinaliza que o mercado está propenso a abrir negócios.
A expectativa é gerar negócios durante a feira da ordem de R$ 190 milhões, recebendo 27 mil visitantes. Ele observou que a própria crise contribui para esse movimento, ao levar as pessoas a investir seu dinheiro no mercado produtivo, visando a obter resultados.
“O setor de franchising tem característica própria. Ele é o último a entrar em crise e o primeiro a sair”. Por isso, a perspectiva para o setor de franquias é diferente da expectativa do mercado em geral.
Considerando os dois primeiros trimestres do ano, o crescimento do setor atinge 7%. O faturamento total do franchising atingiu R$ 115 bilhões, no ano passado. Com a perspectiva de crescimento, esse número será ampliado em cerca de R$ 9 bilhões ou R$ 10 bilhões, disse Beto Filho.
O setor responde pela geração e manutenção de 1,1 milhão de empregos diretos em todo o país. Em termos de empregos indiretos, são 5 milhões de pessoas, acrescentou. Hoje, já são 150 mil pontos de venda em todo o Brasil, entre serviços e varejo.
fonte: http://exame.abril.com.br/economia/noticias/classe-c-se-consolida-no-setor-de-microfranquia-no-brasil

 

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