As 7 dicas de Harvard para um empreendedor de sucesso -

A revista Harvard Business Review, da universidade americana, reuniu os melhores conselhos de negócios e gestão.

 

 

A revista Harvard Business Review, feita pela Harvard Business School, universidade dos Estados Unidos, publicou recentemente um livro com as melhores dicas de gestão no empreendedorismo. Sete delas foram extraídas do livro e podem ser conferidas abaixo para que você siga o padrão de qualidade de uma das melhores escolas de administração do mundo.
1. Cumpra sua lista de tarefas
Ser disciplinado não é algo fácil. Tente riscar cerca de três atividades de sua agenda antes do almoço. Você aproveitará melhor a refeição ao saber que sua primeira metade do dia foi produtiva. Dividir projeto em etapas é uma forma eficiente para terminá-lo. Tente deixar as partes mais difíceis para o começo.
2. Faça de conta que você tem aquilo que deseja
Sua mente é uma ferramenta poderosa, para o bem ou para o mal. Quando você se frustra ou se preocupa, seus pensamentos podem se tornar verdadeiros pesadelos. Seja porque você não tem o respeito que merece de seus colegas de trabalho, ou porque você perdeu um cliente para a concorrência, pensar demais irá somar aos seus problemas. Aja como se você fosse respeitado, ou como se seu cliente fosse leal a você. Isso ainda pode ser só fantasia, mas é sempre melhor agir com confiança.
3. Priorize qualidade, e não quantidade
Fazer muitas coisas ao mesmo tempo prejudica a qualidade do produto final. A resposta, no entanto, também não é concentrar-se em apenas uma tarefa por vez. Identifique os projetos mais importantes do momento e foque no que realmente importe. As tarefas que não entrarem para essa lista podem ser adiadas. Mas, atenção, se elas estão sempre sendo adiadas, talvez elas não sejam tão relevantes assim.
4. Marque reuniões com você mesmo
Como dar o melhor de si no trabalho todos os dias? Comece por um encontro com você mesmo, não importa o quão ocupado você esteja. Toda semana, reserva uma hora de silêncio para refletir o que tem acontecido – conflitos, oportunidades, feedback. Analise como você tem reagido diante dos ocorridos. O que tem dado certo? O que precisa ser melhorado? Nunca cancele essa reunião, ela é fundamental.
5. Pare de dar a desculpa de que “eu sou assim”
Um dos piores hábitos de um líder é se desculpar dizendo que a característica em questão não pode ser mudada porque faz parte de quem ele ou ela é. Não se apegue a comportamentos ruins só porque você acredita que eles façam parte de sua essência. Em vez de pensar que é impossível mudar, pense em como você está se prejudicando e perdendo oportunidades.
 6. Demita-se (só de mentira)
Não espere sua empresa falir para mudar de comportamento. Pense em tudo que você poderia fazer se fosse o seu primeiro dia de trabalho. O que você mudaria? Dar um passo para trás, e momentaneamente demitir-se para começar um ciclo novo no seu negócio, ajuda a realmente avaliar o que está acontecendo. Você enxergará coisas que antes eram difíceis de serem vistas, e renovará suas energias.
 7. Seja todos os tipos de líderes em um
Com tanta informação disponível, será que o líder de hoje precisa ser analítico e organizado ou carismático e comunicativo? A resposta certa é: ele precisa ser tudo isso. Em vez de se categorizar como um certo tipo de líder, explore a complexidade que o ambiente profissional exige. Líderes precisam transmitir mensagens com firmeza, ao mesmo tempo em que devem ser sensíveis aos problemas de seus funcionários.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/07/7-dicas-de-harvard-para-um-empreendedor-de-sucesso.html
 
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6 ensinamentos de Sheldon Cooper para ser um bom empreendedor -

O físico mais chato do seriado “The Big Bang Theory “ tem grandes lições de sucesso.

 

 

 

Ele pode ser o físico mais chato que os telespectadores do mundo inteiro amam odiar, mas Sheldon Cooper, um dos nerds protagonistas do seriado "The Big Bang Theory", é também um exemplo de empreendedorismo. Com um QI de 187 e algumas inabilidades sociais, o personagem, interpretado pelo ator Jim Parsons, tem algumas lições que podem ser usadas por muitos empreendedores. Confira algumas delas:
1. Crie uma rotina
Sheldon é um pouco controlador com suas atividades diárias – tanto dentro quanto fora do trabalho. No seu cronograma, tudo é organizado minuciosamente: o tipo de comida que come em cada dia da semana; as atividades que realiza com amigos; até o tempo que usa para fazer suas necessidades fisiológicas. Não precisa chegar a esse extremo, mas um pouco de organização com o tempo que você usa com cada atividade da sua rotina como empreendedor pode te tornar mais produtivo. Se você unir a força de vontade de Sheldon para ser metódico e determinado com a flexibilidade de se moldar a acontecimentos inesperados, conseguirá obter mais resultados.
 2. Seja confiante
Em nenhum episódio do seriado você encontrará Sheldon incerto sobre sua opinião ou sobre o que acredita. Claro que, para o personagem, isso o leva a o extremo da intransigência, o que não significa que a confiança bem dosada não seja benéfica. Ela pode te ajudar a inspirar sua equipe e mostrar determinação, e também pode te ajudar na hora de conversar com possíveis investidores e competições de pitches – só não se inspire no medo que Sheldon tem de falar em público.
 3. Tome cuidado com contratos
No seriado, a dupla Leonard e Sheldon vive no mesmo apartamento. Eles são conduzidos pelas regras impressas no Roomate Agreement, um extenso documento sobre os deveres e direitos dos dois. Na maioria das vezes, quem se dá mal é Leonard, que não leu com cuidado tudo que estava assinando. Por isso, seja um pouco como Sheldon e não deixe de analisar cada cláusula e implicação dos acordos que faz – com investidores, funcionários, fornecedores. E não tenha medo de reivindicar seus direitos caso eles sejam lesados.

4. Fale o que você pensa
Outra coisa que Sheldon não tem problema nenhum em fazer. Não deixe que a posição em que você se encontra – um empreendedor em busca de investimento, por exemplo – te impeça de se expressar e dizer o que pensa. Questione, tire dúvidas, conteste, não tenha medo de parecer ignorante. E reconheça seu erro se por acaso alguém mostrar que você está enganado. Até mesmo Sheldon pediu perdão em situações que cometeu erros extremos.

5. Nunca perca sua identidade
Não importa o quanto Sheldon seja criticado e desprezado por muitos dos outros personagens, ou quão irritante ele pode ser em alguns momentos, ele nunca se distancia – muito – de quem ele é. E é basicamente isso que faz o personagem e a série sucessos tão grandes. O mesmo vale para sua empresa e você: não venda seus objetivos e valores para conseguir crescer. Sua identidade tornará sua marca única e a diferenciará do resto do mercado.

6. Bazinga!
Mesmo com uma rotina estressante como a de empreender, nunca se esqueça de se divertir no processo. Abrir uma empresa não precisa ser apenas papo sério o tempo todo. Até Sheldon, um dos personagens mais quadrados e tensos da história da TV, consegue se descontrair um pouco, fazer piadas e olhar para o lado positivo de situações ruins. O processo de abrir um negócio pode ser mais fácil com um pouco mais de leveza.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/04/6-ensinamentos-de-sheldon-cooper-para-ser-um-bom-empreendedor.html
 
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10 características essenciais para um empreendedor -

Querer ser seu próprio chefe não basta. Empreender exige habilidades que vão além de saber liderar ou ter noções nas áreas de finanças.

 

 
 É preciso amar cada pedaço do seu negócio, incluindo a falta de resultados do começo e a resistência natural da vida.



Se, enquanto era assalariado, você já se pegou pensando que as horas trabalhadas para seu chefe valeriam muito mais se fossem dedicadas a um negócio seu, você realmente tem alma de empreendedor. Agora que resolveu apostar em seu sonhos, as dificuldades começam a aparecer e você percebe que ser seu próprio chefe dá muito mais trabalho. E aí surge a necessidade de tomar mais uma decisão: continuar lutando ou voltar e procurar emprego?
Dependendo do que decidir com relação à questão do parágrafo anterior, ou você será mais um
corajoso disposto a enfrentar a incerteza ou engrossará as fileiras dos que voltaram no meio do caminho. Para ajudar nessa decisão, elencamos aqui algumas das principais características do empreendedor de sucesso, para que você tente identificá-las em si ou busque desenvolvê-las.
 De antemão, deixamos logo uma dica: simplesmente querer ser seu próprio chefe não basta. Empreender exige habilidades do empreendedor que vão além de saber liderar ou ter noções nas áreas de finanças e negócios.
De acordo com uma pesquisa conduzida pelo psicólogo da Universidade de Harvard, David McClelland, as pessoas que atingem o sucesso no ramo empresarial têm perfis semelhantes. O perfil do empreendedor necessário por cada tipo de negócio pode variar em alguns aspectos, mas há características que são indiscutíveis.
Abaixo listamos algumas características que consideramos indispensáveis para que você se consolide como um empreendedor de sucesso. Confira:
Amar o que faz
No mundo do empreendedorismo há dias difíceis, onde o amor por aquele universo faz a diferença. É preciso amar cada pedaço do seu negócio, incluindo a falta de resultados do começo e a resistência natural da vida.
Ter espírito de liderança
Depois do amor pelo negócio e por empreender, a característica primordial deve ser o desejo de conduzir e saber desempenhar esse papel corretamente. Um empreendedor que não pensa no momento de orientar, delegar tarefas ou guiar sua equipe irá, eventualmente, falhar com seu negócio.
Ser “automotivador”
O líder precisa ser a motivação de uma equipe. Se você não consegue motivar a si mesmo a sair da cama para mais um dia de trabalho, dificilmente vai conseguir que seus funcionários deem seu máximo em busca de resultados.
Saber lidar internamente com seus defeitos e falhas
No livro "A Bíblia do Empreendedor", Melinda F. Emerson fala que os empreendedores "nem sempre são bons ouvintes, tampouco estão abertos a receber orientação". Saber quais são seus defeitos e lidar internamente com eles é uma tarefa árdua, mas necessária para não descontar suas frustrações na equipe.
Ter bom comando das habilidades sociais
Quando no comando de uma organização, é preciso saber lidar com pessoas dos mais diversos perfis e personalidades. Saber tratar cada um deles com a atenção que demandam, sem prejudicar seu negócio ou sua imagem, o torna um bom empreendedor.
Ser persistente
Persistir nos piores dias do seu negócio, quando não há sinal de bonança por perto, é essencial. Isso significa que é preciso saber que, por pior que seja a realidade, o futuro pode trazer coisas surpreendentes e acreditar no seu potencial e na sua ideia.
Planejar
Empreendedorismo não pode ser feito ao acaso. Abrir um negócio, investir dinheiro e contratar colaboradores é um jogo de apostas altas. Por isso, é preciso que haja um plano de negócios bem delineado por trás de todas as ações. Nenhuma ideia se concretiza com sucesso sem ter passado pela “fase do papel”.
Desejar o conhecimento
Para alcançar o sucesso, é preciso estar sempre à frente da concorrência. Para isso, é necessário haver um desejo genuíno de se informar, se atualizar e conhecer cada vez mais as peculiaridades da sua área de atuação.
Ser autoconfiante
O ego em demasia não é bom, porém cultivar a autoconfiança é imprescindível. É necessário confiar para tomar decisões e guiar uma equipe pelo caminho que você acredita ser o melhor.
Acreditar que sempre pode melhorar
Ao mesmo tempo em que se deve confiar que suas decisões são as melhores, há sempre a necessidade de se empurrar aos limites. Não é porque se está fazendo um bom trabalho naquele momento que este não pode ficar ainda melhor. É fundamental acreditar até o fim da vida que a grande obra da sua vida ainda está por ser feita.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/carreira/10-caracteristicas-essenciais-para-um-empreendedor/90627/

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Indo à luta: A doce forma de conseguir dinheiro -

Com a venda informal de brigadeiros no tempo livre, duas universitárias de 21 anos conseguem mais de dois salários mínimos por mês em Manaus.


Brenda Cristina, 21, vende brigadeiros para pagar por seu curso de odontologia em uma faculdade particular.

 Conseguir um emprego com um bom salário durante a faculdade é difícil, para não dizer quase impossível. A melhor oportunidade de meio período disponível no mercado para pessoas sem formação acadêmica é um estágio. O desafio é maior quando o curso em questão tem aulas em dois turnos. DINHEIRO conversou com duas jovens de Manaus que, com apenas 21 anos, encontraram no empreendedorismo a solução para este problema e estão faturando mais que muitos da mesma faixa etária com o trabalho informal.

A estudante de odontologia Brenda Cristina Andrade é uma delas. A moça ganha cerca de R$ 4 mil por mês com a venda de brigadeiros e brownies pelo Instagram @bridabrii (rede social mobile de fotos). O dinheiro vai todo para bancar a mensalidade do curso particular e os materiais odontológicos usados nas aulas.
“Minha mãe pagou os primeiros três meses da faculdade, mas esta despesa começou a pesar muito no orçamento da casa. Como o curso é integral, eu não tinha como trabalhar para ajudar a pagar. Então tivemos a ideia de vender alguma coisa para arrecadar dinheiro e escolhemos o brigadeiro”, explica.
Por ser muito tímida, a estudante decidiu vender os doces no Instagram e oferecê-los às cantinas de algumas instituições de ensino. “De cara as pessoas gostaram e começaram a recomendar aos amigos. Até a cantina da minha faculdade vende os meus brigadeiros”.
Juliana Freitas também queria ganhar dinheiro sem prejudicar os estudos, mas não para pagar a faculdade e sim para viajar para Londres no final do ano. Como cursa Biologia na Universidade Federal da Ufam, não tem gastos com o curso, mas também não tem tempo para conseguir um trabalho fixo neste período da vida.
“Minha irmã viajou para Londres pelo Ciências sem Fronteiras e eu quero muito passar o ano novo lá com ela. Vou precisar de uns R$ 10 mil para isso e não queria pedir esse dinheiro dos meus pais, então resolvi vender brigadeiros, que é algo que faço desde criança e gosto muito”.
O plano deu certo. Juliana começou a vender em junho na hora da saída do colégio La Salle, no Dom Pedro, e na faculdade.  No primeiro mês, conseguiu lucrar R$ 1.600 e pretende aumentar as vendas em julho. “Estou otimista, sei que vou conseguir alcançar meu objetivo”, afirma.
Preço
Apesar do sucesso, elas advertem que não é fácil empreender e enfatizam que é preciso abdicar de muitas coisas difíceis, ainda mais nesta idade. “Eu não tenho vida social. Sinto muita falta de sair com minhas amigas, de ir ao cinema, planejar viagens. Mas não posso mais fazer isso. Como estudo de manhã e de tarde, uso todo meu tempo livre para fazer brigadeiros”, relata Branda.
Do Instagram para uma loja : Jovem de 19 anos vende mais de R$ 10 mil em roupas por mês
Dheilly Ribeiro, assim como Brenda, também apostou no Instagram para conseguir um dinheiro extra, mas vendendo roupas femininas. Hoje, com apenas 19 anos, já tem uma loja no bairro Parque Dez de Novembro e fatura cerca de R$ 15 mil por mês. “Mas não gasto isso tudo não, fico com uns R$ 3 mil ou R$ 4 mil por mês, o restante uso para renovar o estoque e investir na loja. Meu plano é crescer cada vez mais”, conta a jovem.
Tudo começou em agosto do ano passado, quando Dheilly começou a vender roupas para o público jovem feminino no Instagram. Na época, o dinheiro ajudava a pagar as prestações do carro e da faculdade de administração. Pela rede social, as  seguidoras começaram a pedir mais moda fitness, as famosas roupas para academia.   Foi quando a vendedora decidiu focar apenas neste estilo e começou a crescer.
Mesmo com a loja Espaço Moda Fitness (que fica no Centro Comercial Mindu Center, em frente à Bola do Mindu), Dheilly não abandonou o Instagram (@espacomodafitness). “Foi onde tudo começou, né, não posso abandonar. É uma vitrine. Todos os dias eu dou uma opção de look e as pessoas gostam. Estreita nosso laço com o cliente”.

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Como escolher o ponto ideal para abrir uma franquia?

Além da localização por si só, é importante também analisar o perfil do seu público e se ele frequenta o local no qual você pretende estabelecer um negócio

 

 

As franquias imobiliárias estão crescendo cada vez mais no Brasil. Segundo o balanço anual divulgado recentemente da ABF (Associação Brasileira de Franchising), o setor de franquias cresceu 11,9% em 2013, atingindo o faturamento de R$ 115 bilhões em 2013. No segmento de Casa e Construção, no qual se encontram as franquias imobiliárias, a expansão foi de 13,4%.
No entanto, escolher o ponto certo para abrir uma franquia não é uma tarefa fácil, pois há a necessidade de uma grande pesquisa de mercado da região a ser escolhida. "O ponto certo é aquele que conseguirá atrair a quantidade de pessoas e dar visibilidade de marca e produtos suficientespara o negócio ser bem sucedido. No entanto, há aspectos que precisam ser avaliados criteriosamente", afirma Paulo Jorge Fernandes, CEO da Coldwell Banker do Brasil, líder mundial no setor de franquias imobiliárias.
 Segundo ele, a localização é um fator importante, mas não é o único. O possível franqueado também precisa analisar o perfil do seu público, renda, classe social e o que eles costumam comprar.
Para Fernandes, é importante a pessoa procurar saber qual é o fluxo de pessoas na região escolhida e fazer visitas no ponto em horários diferentes. "Explorar a região e checar a concorrência também é um item que deve ser criteriosamente pesquisado, pois se tiver outra franquia com competitividade em preços ou que oferece mais serviços que a rede que o franqueado for abrir isso pode ser um problema muito grande".
Ainda segundo o especialista o franqueador deve passar toda a orientação para a escolha do ponto ideal. "Faz parte do sistema de franquia fornecer essas orientações para o franqueado antes de abrir o negócio. Muitos franqueadores, inclusive, aprovam o ponto antes", finaliza.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/como-escolher-o-ponto-ideal-para-abrir-uma-franquia/90586/


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O desafio de ser um empreendedor pode ser ensinado?

 

 

  Empreender, inovar, conquistar espaço, fazer a diferença. Tudo isso é estimulante quando se tem a carreira toda pela frente. Na maioria das faculdades e universidades, os cursos estão focados na formação profissional, ou seja, no ensino das disciplinas que formarão a base fundamental para a profissão a ser exercida. Entretanto, nós, educadores, sempre nos perguntamos: é possível ensinar a empreender? Como podemos contribuir para formar profissionais e cidadãos empreendedores? A resposta é simples: sim, é possível. Além de se ensinar com exemplos, o empreendedorismo poder ser praticado, estimulado, incentivado e aguçado.
 Ao compilar diversas ideias publicadas por grandes nomes da administração e economia, o empreendedorismo pode ser entendido como a arte de fazer algo novo, que agregue e traga evoluções, soluções. Esse empreendedorismo pode ser ensinado. Empreender é encarar os desafios do mercado e lançar-se com conhecimento e preparo em um mar de oportunidades.
Nos cursos de graduação, as aptidões ao empreendedorismo podem ser desenvolvidas ao longo de toda a formação acadêmica. Nos planos de ensino das inúmeras disciplinas sempre há espaço para o apreço do contexto histórico, para a definição de metas e busca de informações atualizadas e para o estímulo às discussões, análises e debates. Pensando assim, pode-se traçar um decurso de empreendedorismo em praticamente todos os aspectos da vida acadêmica. Novos mercados de trabalho surgem na observação dos pequenos detalhes que preenchem lacunas na sociedade, e esse olhar deveria ser construído junto aos alunos desde o início da sua formação.
A base para o futuro empreendedor está em descobrir suas verdadeiras aptidões e conciliá-las com uma formação satisfatória. Empreender pode ser fazer aquilo de que se gosta melhor do que tenha sido feito até então, ou simplesmente apostar em algo completamente inovador. Empreender é encarar os desafios do mercado, estudar, aprimorar-se e investir em uma carreira. É empreender para o mercado. Nos diversos cursos de graduação, a formação acadêmica nos apresenta as necessidades sociais de nossa época, e empreender em qualquer profissão significa transformar necessidades em possibilidades de trabalho, crescimento e desenvolvimento econômico. Assim, empreender se aprende e se ensina, e esse processo certamente contribui para a evolução de toda nossa sociedade.
fonte: http://www.jb.com.br/sociedade-aberta/noticias/2014/07/28/o-desafio-de-ser-um-empreendedor-pode-ser-ensinado/
 
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Micro e pequenas empresas geram 27% do PIB do Brasil.

Em dez anos, os valores da produção gerada pelos pequenos negócios saltaram de R$ 144 bilhões para R$ 599 bilhões.

 

 

Brasília - Os pequenos negócios respondem por mais de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Juntas, as cerca de 9 milhões de micro e pequenas empresas do país representam 27% do PIB, um resultado que vem crescendo nos últimos anos.
Os dados são revelados pelo presidente do Sebrae, Luiz Barretto. "O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia", afirma Barretto.

Em 1985, o IBGE calculou em 21% a participação dos pequenos negócios no PIB brasileiro. Como não havia uma atualização desse indicador desde então, o Sebrae contratou a Fundação Getúlio Vargas para avaliar a evolução das micro e pequenas empresas na economia brasileira, com a mesma metodologia utilizada anteriormente. Em 2001, o percentual cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%.
Empreendedorismo
Em valores absolutos, a produção gerada pelas micro e pequenas empresas quadruplicou em dez anos, saltando de R$ 144 bilhões em 2001 para R$ 599 bilhões em 2011, em valores da época.
"O empreendedorismo vem crescendo muito no Brasil nos últimos anos e é fundamental que cresça não apenas a quantidade de empresas, mas a participação delas na economia".
Os valores foram apurados até 2011 para manter a mesma forma de cálculo considerando os dados do IBGE disponíveis sobre os pequenos negócios. A apuração foi feita com a soma das riquezas geradas por empresas de todos os portes nos setores de Comércio, Indústria, Serviços e Agroindústria – exceto o setor público e as intermediações financeiras, uma vez que não há micro e pequenas empresas nestes setores.
Geradoras de riqueza
As micro e pequenas empresas são as principais geradoras de riqueza no comércio do Brasil, já que respondem por 53,4% do PIB deste setor. No PIB da Indústria, a participação das micro e pequenas (22,5%) já se aproxima das médias empresas (24,5%). E no setor de Serviços, mais de um terço da produção nacional (36,3%) têm origem nos pequenos negócios.
"Os dados demonstram a importância de incentivar e qualificar os empreendimentos de menor porte, inclusive os Microempreendedores Individuais. Isoladamente, uma empresa representa pouco. Mas juntas, elas são decisivas para a economia", considera Barretto, lembrando que os pequenos negócios também empregam 52% da mão de obra formal no País e respondem por 40% da massa salarial brasileira.
Segundo ele, os principais motivos para o bom desempenho dos pequenos negócios na economia brasileira são a melhoria do ambiente de negócios (em especial após a criação do Supersimples que reduziu os impostos e unificou oito tributos em um único boleto), o aumento da escolaridade da população e a ampliação do mercado consumidor, com o crescimento da classe média.
"Esses três fatores têm motivado o brasileiro a empreender por oportunidade e não mais por necessidade. Antes as pessoas abriam um negócio próprio quando não encontravam emprego. Hoje, de sete a cada 10 pessoas iniciam um empreendimento por identificar uma demanda no mercado, o que gera empresas mais planejadas e com melhores chances de crescer", avalia o presidente do Sebrae.
Pequenos negócios na economia brasileira:
27% do PIB
52% dos empregos com carteira assinada
40% dos salários pagos
8,9 milhões de micro e pequenas empresas.
fonte: http://www.portugaldigital.com.br/economia/ver/20087512-micro-e-pequenas-empresas-geram-27-do-pib-do-brasil
 

 

 

 

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