10 dicas para evitar erros na hora de criar um plano de negócios
Conheça as principais falhas cometidas pelos empreendedores na hora de criar o plano de negócios da empresa
Regra básica. É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/09/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-criar-um-plano-de-negocios.html
Publicado originalmente por: Agência Sebrae de Notícias SP
Conheça as principais falhas cometidas pelos empreendedores na hora de criar o plano de negócios da empresa
Regra básica. É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/09/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-criar-um-plano-de-negocios.html
Publicado originalmente por: Agência Sebrae de Notícias SP
Pequenos negócios amparados por redes de franquias promovem bons rendimentos no atual cenário econômico
Empreendedores buscam alternativas seguras para investimento e abertura do próprio negócio com foco na regionalização
O empreendedorismo está no DNA do brasileiro, todos já sabem disso. E com a atual dificuldade econômica muitos estão buscando abrir um pequeno negócio como alternativa para driblar a crise. Por conta disto, cada vez mais redes de microfranquias conquistam novas unidades. “Por possuir um modelo de negócio já testado anteriormente, o investidor se sente seguro com o negócio”, explica Marcelo Salomão, diretor executivo da Gigatron Franchising, rede de serviços e tecnologia voltada para micro e pequenos empreendedores.
Segundo o site Empresômetro, atualmente existem 14.752.570 Micro e Pequenas empresas atuando no Brasil até o momento. A maioria desses negócios tem procurado se instalar em bairros que são verdadeiras cidades, promovendo assim um contato mais próximo com o cliente. “Quando uma loja é instalada em um bairro no qual o comerciante resida é normal que ele conheça seus clientes pelo nome e saiba um pouco mais sobre ele, isso gera uma maior confiança entre eles. É primordial que o cliente não seja tratado como um número”, contou Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos. Outra franqueadora que acredita no potencial do negócio de bairro é a AcquaZero, rede de lavagem ecológica automotiva. “O dinheiro gira dentro do próprio bairro, gerando empregos e renda”, explicou o diretor executivo da marca Marcos Mendes.
A vantagem de uma franquia para um microempreendedor são inúmeras, entre elas está a economia. Existem franquias, que pensando em diminuir gastos para seus franqueados, abriram modalidades diferenciadas como o home office, uma delas é a San Martin Franchising, franquia de seguros que possui 80% de seus franqueados na modalidade. Outras marcas criam mais de uma modalidade para que o cliente se adeque a que melhor condiz com seu dia a dia. “Na Encontre sua Viagem nós temos três modalidades, não adianta o franqueado ter uma loja se precisa de tempo para ficar em casa e vice-versa. Respeitamos as limitações e os anseios de cada franqueado”, disse Henrique Mol, diretor executivo da Encontre Sua Viagem, franquia de turismo.
Outro fator que atrai muito aspirantes a empresários é o suporte que as redes oferecem aos seus franqueados. A TRC Sustentável é uma rede de franquias especializada em gestão da água. A marca conduz um empreendimento único no mercado; ela vende a solução para quem quer economizar, ou seja, seus serviços que consistem em aplicar dispositivos e válvulas especiais que regulam a pressão da água, garantem uma redução econômica de até 60%.
E para conduzir o negócio inovador, o franqueado conta com o apoio de marketing, jurídico, e principalmente com o constante treinamento. “Por meio dele a franqueadora transmite os valores, a cultura da empresa e apresenta de forma detalhada os procedimentos que vão desde conceitos de implantação, operação e simulação de vendas e serviços. Uma vez ao mês realizamos em nossa sede um treinamento assim, tanto para novos e velhos franqueados”, falou o diretor.
Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) nos últimos seis meses registrou um avanço de 13,1% sobre o mesmo período do ano passado. Prova disso é a Acqio Franchising, franquia de pagamentos eletrônicos que começou a atuar no segmento em agosto e já possui 150 unidades franqueadas. Outras redes aproveitam para apostar em expansão de acordo com a necessidade momentânea do mercado, exemplo disso é a TRC Sustentável. “Hoje a crise hídrica é uma aliada, oferecemos uma forma de economia de água e de dinheiro para nossos clientes. Todos saem ganhando”, salientou Anderson Silva, diretor executivo da rede. Com o intuito de promover a relevância de comprar dos pequenos negócios o Sebrae criou uma campanha intitulada “Compre do Pequeno Negócio”, com o objetivo de impulsionar a compra de produtos e serviços de empresas locais. Cada loja de uma franquia é um pequeno negócio, dentro de uma grande rede.
Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61536:pequenos-negocios-amparados-por-redes-de-franquias-promovem-bons-rendimentos-no-atual-cenario-economico&catid=122&Itemid=561
Publicado originalmente por: FATOS&IDEIAS COMUNICAÇÃO
Empreendedores buscam alternativas seguras para investimento e abertura do próprio negócio com foco na regionalização
O empreendedorismo está no DNA do brasileiro, todos já sabem disso. E com a atual dificuldade econômica muitos estão buscando abrir um pequeno negócio como alternativa para driblar a crise. Por conta disto, cada vez mais redes de microfranquias conquistam novas unidades. “Por possuir um modelo de negócio já testado anteriormente, o investidor se sente seguro com o negócio”, explica Marcelo Salomão, diretor executivo da Gigatron Franchising, rede de serviços e tecnologia voltada para micro e pequenos empreendedores.
Segundo o site Empresômetro, atualmente existem 14.752.570 Micro e Pequenas empresas atuando no Brasil até o momento. A maioria desses negócios tem procurado se instalar em bairros que são verdadeiras cidades, promovendo assim um contato mais próximo com o cliente. “Quando uma loja é instalada em um bairro no qual o comerciante resida é normal que ele conheça seus clientes pelo nome e saiba um pouco mais sobre ele, isso gera uma maior confiança entre eles. É primordial que o cliente não seja tratado como um número”, contou Eric Vaz de Lima, diretor executivo da Vazoli Franchising, rede de créditos e financiamentos. Outra franqueadora que acredita no potencial do negócio de bairro é a AcquaZero, rede de lavagem ecológica automotiva. “O dinheiro gira dentro do próprio bairro, gerando empregos e renda”, explicou o diretor executivo da marca Marcos Mendes.
A vantagem de uma franquia para um microempreendedor são inúmeras, entre elas está a economia. Existem franquias, que pensando em diminuir gastos para seus franqueados, abriram modalidades diferenciadas como o home office, uma delas é a San Martin Franchising, franquia de seguros que possui 80% de seus franqueados na modalidade. Outras marcas criam mais de uma modalidade para que o cliente se adeque a que melhor condiz com seu dia a dia. “Na Encontre sua Viagem nós temos três modalidades, não adianta o franqueado ter uma loja se precisa de tempo para ficar em casa e vice-versa. Respeitamos as limitações e os anseios de cada franqueado”, disse Henrique Mol, diretor executivo da Encontre Sua Viagem, franquia de turismo.
Outro fator que atrai muito aspirantes a empresários é o suporte que as redes oferecem aos seus franqueados. A TRC Sustentável é uma rede de franquias especializada em gestão da água. A marca conduz um empreendimento único no mercado; ela vende a solução para quem quer economizar, ou seja, seus serviços que consistem em aplicar dispositivos e válvulas especiais que regulam a pressão da água, garantem uma redução econômica de até 60%.
E para conduzir o negócio inovador, o franqueado conta com o apoio de marketing, jurídico, e principalmente com o constante treinamento. “Por meio dele a franqueadora transmite os valores, a cultura da empresa e apresenta de forma detalhada os procedimentos que vão desde conceitos de implantação, operação e simulação de vendas e serviços. Uma vez ao mês realizamos em nossa sede um treinamento assim, tanto para novos e velhos franqueados”, falou o diretor.
Segundo dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) nos últimos seis meses registrou um avanço de 13,1% sobre o mesmo período do ano passado. Prova disso é a Acqio Franchising, franquia de pagamentos eletrônicos que começou a atuar no segmento em agosto e já possui 150 unidades franqueadas. Outras redes aproveitam para apostar em expansão de acordo com a necessidade momentânea do mercado, exemplo disso é a TRC Sustentável. “Hoje a crise hídrica é uma aliada, oferecemos uma forma de economia de água e de dinheiro para nossos clientes. Todos saem ganhando”, salientou Anderson Silva, diretor executivo da rede. Com o intuito de promover a relevância de comprar dos pequenos negócios o Sebrae criou uma campanha intitulada “Compre do Pequeno Negócio”, com o objetivo de impulsionar a compra de produtos e serviços de empresas locais. Cada loja de uma franquia é um pequeno negócio, dentro de uma grande rede.
Fonte: http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=61536:pequenos-negocios-amparados-por-redes-de-franquias-promovem-bons-rendimentos-no-atual-cenario-economico&catid=122&Itemid=561
Publicado originalmente por: FATOS&IDEIAS COMUNICAÇÃO
10 dicas para evitar erros na hora de abrir um negócio
Saiba quais são as principais falhas cometidas pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/08/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-abrir-um-negocio.html
Saiba quais são as principais falhas cometidas pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa
Antes de iniciar qualquer tipo de empresa, é fundamental que o empreendedor elabore o seu plano de negócios, um documento que descreve quais são os objetivos e as etapas a serem cumpridas para alcançá-los, sendo útil também para diminuir os riscos que envolvem a atitude de empreender.
“Montar um plano de negócios não é uma tarefa fácil. O alto grau de ansiedade para abrir o primeiro negócio contribui para que o empresário acabe cometendo alguns erros”, explica Julio Tadeu Alencar, consultor do Sebrae-SP.
O Sebrae-SP elaborou uma lista com os principais erros cometidos pelos empreendedores iniciantes na hora de criar o plano de negócios da empresa:
1. Desconhecer o ramo de atuação – É preciso conhecer os detalhes do segmento em que pretende atuar para, assim, encontrar as oportunidades nele.
2. Não pesquisar o mercado consumidor – Consiste em não ter as informações sobre os prováveis compradores: o que produzir, de que forma vender, qual é o local adequado para a venda, e qual é a demanda potencial para o produto.
3. Desconhecer o mercado fornecedor – Esse conhecimento vai se refletir nos resultados pretendidos pelo empresário. Mercado fornecedor é aquele que fornece à empresa os equipamentos, as máquinas, a matéria-prima, as mercadorias e os demais materiais necessários ao seu funcionamento.
4. Desconhecer o mercado concorrente – Este mercado deve ser analisado criteriosamente, de maneira que sejam identificados os concorrentes, as mercadorias ou serviços que oferecem, as vendas efetuadas pelo concorrente, os pontos fortes e fracos da concorrência e se os clientes deles são fieis.
5. Indefinição de produtos e serviços - É preciso conhecer detalhes do seu produto ou serviço e fazer com que eles atendam às necessidades do mercado. Defina qual a utilização do seu produto ou serviço, a embalagem a ser usada, os tamanhos oferecidos, as cores, os sabores, entre outros.
6. Não analisar a localização da empresa – Um bom ponto comercial é aquele que gera resultados e um volume razoável de vendas. A definição do local está diretamente relacionada com o ramo de atividade em que a empresa atua.
7. Desconhecer o processo operacional - Devem ser abordadas questões como que trabalho será feito; quais são as fases de fabricação, venda e prestação de serviços; quem fará; com que material; com que equipamento e quando fará. É preciso verificar quem tem conhecimento e experiência no ramo: você? um futuro sócio? ou um profissional contratado?
8. Desconhecer o volume de produção, de vendas ou de serviços - É prudente que o empreendedor ou empresário considere a necessidade e a procura do mercado consumidor; os tipos de mercadorias ou serviços a serem colocados no mercado; a disponibilidade de pessoal; a capacidade dos recursos materiais; a disponibilidade de recursos financeiros; a disponibilidade de matéria-prima, mercadorias, embalagens e outros materiais necessários.
9. Não dar atenção à necessidade de pessoal – Identifique o número necessário de colaboradores para o trabalho e que qualificação devem possui.
10. Não fazer a análise de viabilidade da empresa – É necessário fazer uma estimativa do resultado esperado e do capital necessário para começar o negócio, pois terá que fazer um investimento em local, equipamentos, materiais e despesas diversas para instalação e funcionamento inicial do negócio.
“Empreender é um risco, mas empreender sem planejamento é um risco que pode ser evitado. A simples consideração das dicas abaixo possibilita tomar decisões mais acertadas e evita o desvio dos objetivos”, finaliza Alencar.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/08/10-dicas-para-evitar-erros-na-hora-de-abrir-um-negocio.html
9 passos para deixar de ser empregado e virar empreendedor
Entre pedir demissão e abrir sua empresa, há espaço para que você faça uma transição estruturada
É muito comum ver empreendedores que decidiram criar sua empresa ao ficarem insatisfeitos com o emprego que tinham. São três as etapas para quem quer deixar de ser funcionário e virar patrão. A primeira é pedir demissão. A última, abrir o negócio. O intervalo entre as duas permite que uma transição seja feita.
Em artigo, publicado originalmente no site da revista "Entrepreneur", o empreendedor Sujan Patel listou os passos que, segundo ele, devem ser tomados por quem deseja sair do emprego sem atritos e criar um negócio estruturado. Confira:
1. Encontre sua paixão
Antes de tudo, descubra os segmentos em que você gostaria de empreender. É importante, diz Patel, que você seja realista: eleja setores em que suas habilidades e pontos fortes podem ajudar você a conquistar o sucesso. Do contrário, você pode se arrepender de ter largado o emprego.
2. Não seja tão sonhador
Mais uma dose de realismo. Você deve desenvolver um produto ou serviço que chame a atenção das pessoas. Lembre-se: sem clientes, não há como obter receitas. E, consequentemente, seu negócio irá à falência.
3. Valide sua ideia
Além do seu realismo, você precisa descobrir se, realmente, sua ideia é viável. Para isso, você precisa validar seu negócio, conversando com seu público-alvo. Nessa pesquisa de campo, é bem possível que uma parte do seu projeto mude, pois o que você pensou pode ser diferente da opinião dos clientes. Sem problemas: ajuste o que for necessário e siga para o próximo passo.
4. Desenvolva seus planos de negócio e de marketing
Agora que você sabe o que vender, é hora de descobrir como vender. Desenvolva um plano de negócio, que deverá mostrar um planejamento para a sua empresa no médio prazo. Nele, você tem que mostrar como você quer ganhar dinheiro. Ou seja, se vai apostar em vendas diretas, pagamentos mensais ou receitas vindas de anúncios, dentre muitas outras formas de monetização. De acordo com Patel, também vale pensar em uma estratégia de marketing. Planeje quanto você pode gastar e que canais de comunicação usará para atingir seus clientes.
5. Tenha dinheiro
Você precisa de algum dinheiro para abrir seu negócio, bem como de capital de giro, que é a grana que você vai usar para pagar as contas da empresa enquanto ela ainda não gera faturamento. O dinheiro, afirma Patel, não precisa ser seu. Você pode buscar um investidor, por exemplo.
6. Comece devagar
Segundo o especialista, caso sua empresa não exija atenção exclusiva, não há problema em começar seu negócio enquanto ainda trabalha como empregado. Só é importante não arriscar tudo. Comece devagar, com uma equipe enxuta e sem gastar todo o seu dinheiro. Vá recebendo o feedback dos seus primeiros clientes e veja se a empresa tem chances de decolar.
7. Construa uma equipe
Se você não vai se dedicar em tempo integral à sua empresa, deve ter alguém de confiança a postos para resolver os problemas que surjam em sua ausência. Dependendo da sua experiência, também vale contratar especialistas em áreas como finanças, atendimento ao cliente e marketing. Tais adições à equipe, naturalmente, vão depender da quantidade de dinheiro que você tem.
8. Veja se vale a pena sair. E saia
Ao abrir sua empresa, veja se tudo está dando certo. Caso não esteja, desista. Segundo Patel, falhar é algo bastante comum e faz com que o empreendedor cometa menos erros no futuro. Se tudo estiver bem e você já puder viver da sua empresa, peça demissão. A partir daí, foque no seu negócio em tempo integral.
9. Escale
Agora que você se dedica exclusivamente ao negócio, é hora de crescer. Coloque em prática seu plano de negócio e multiplique seus ganhos. De acordo com Patel, é muito importante valorizar a equipe. Afinal, foram eles que "seguraram a barra" enquanto você se dividia entre o emprego e o próprio negócio. Lembre-se que, sem um time motivado e engajado, você não vai longe.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/07/9-passos-para-deixar-de-ser-empregado-e-virar-empreendedor.html
Entre pedir demissão e abrir sua empresa, há espaço para que você faça uma transição estruturada
É muito comum ver empreendedores que decidiram criar sua empresa ao ficarem insatisfeitos com o emprego que tinham. São três as etapas para quem quer deixar de ser funcionário e virar patrão. A primeira é pedir demissão. A última, abrir o negócio. O intervalo entre as duas permite que uma transição seja feita.
Em artigo, publicado originalmente no site da revista "Entrepreneur", o empreendedor Sujan Patel listou os passos que, segundo ele, devem ser tomados por quem deseja sair do emprego sem atritos e criar um negócio estruturado. Confira:
1. Encontre sua paixão
Antes de tudo, descubra os segmentos em que você gostaria de empreender. É importante, diz Patel, que você seja realista: eleja setores em que suas habilidades e pontos fortes podem ajudar você a conquistar o sucesso. Do contrário, você pode se arrepender de ter largado o emprego.
2. Não seja tão sonhador
Mais uma dose de realismo. Você deve desenvolver um produto ou serviço que chame a atenção das pessoas. Lembre-se: sem clientes, não há como obter receitas. E, consequentemente, seu negócio irá à falência.
3. Valide sua ideia
Além do seu realismo, você precisa descobrir se, realmente, sua ideia é viável. Para isso, você precisa validar seu negócio, conversando com seu público-alvo. Nessa pesquisa de campo, é bem possível que uma parte do seu projeto mude, pois o que você pensou pode ser diferente da opinião dos clientes. Sem problemas: ajuste o que for necessário e siga para o próximo passo.
4. Desenvolva seus planos de negócio e de marketing
Agora que você sabe o que vender, é hora de descobrir como vender. Desenvolva um plano de negócio, que deverá mostrar um planejamento para a sua empresa no médio prazo. Nele, você tem que mostrar como você quer ganhar dinheiro. Ou seja, se vai apostar em vendas diretas, pagamentos mensais ou receitas vindas de anúncios, dentre muitas outras formas de monetização. De acordo com Patel, também vale pensar em uma estratégia de marketing. Planeje quanto você pode gastar e que canais de comunicação usará para atingir seus clientes.
5. Tenha dinheiro
Você precisa de algum dinheiro para abrir seu negócio, bem como de capital de giro, que é a grana que você vai usar para pagar as contas da empresa enquanto ela ainda não gera faturamento. O dinheiro, afirma Patel, não precisa ser seu. Você pode buscar um investidor, por exemplo.
6. Comece devagar
Segundo o especialista, caso sua empresa não exija atenção exclusiva, não há problema em começar seu negócio enquanto ainda trabalha como empregado. Só é importante não arriscar tudo. Comece devagar, com uma equipe enxuta e sem gastar todo o seu dinheiro. Vá recebendo o feedback dos seus primeiros clientes e veja se a empresa tem chances de decolar.
7. Construa uma equipe
Se você não vai se dedicar em tempo integral à sua empresa, deve ter alguém de confiança a postos para resolver os problemas que surjam em sua ausência. Dependendo da sua experiência, também vale contratar especialistas em áreas como finanças, atendimento ao cliente e marketing. Tais adições à equipe, naturalmente, vão depender da quantidade de dinheiro que você tem.
8. Veja se vale a pena sair. E saia
Ao abrir sua empresa, veja se tudo está dando certo. Caso não esteja, desista. Segundo Patel, falhar é algo bastante comum e faz com que o empreendedor cometa menos erros no futuro. Se tudo estiver bem e você já puder viver da sua empresa, peça demissão. A partir daí, foque no seu negócio em tempo integral.
9. Escale
Agora que você se dedica exclusivamente ao negócio, é hora de crescer. Coloque em prática seu plano de negócio e multiplique seus ganhos. De acordo com Patel, é muito importante valorizar a equipe. Afinal, foram eles que "seguraram a barra" enquanto você se dividia entre o emprego e o próprio negócio. Lembre-se que, sem um time motivado e engajado, você não vai longe.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/07/9-passos-para-deixar-de-ser-empregado-e-virar-empreendedor.html
Em momentos de crise, aposte na inovação
Inovar é uma das ferramentas mais eficazes no enfrentamento de crises. Uma ideia nova pode resolver uma série de problemas
Momentos de crise exigem resposta rápida e eficaz. Uma dessas respostas é a inovação. Sofia Esteves, fundadora da Companhia de Talentos, define inovar como: “encontrar soluções para pequenos ou grandes problemas. Não significa necessariamente ‘inventar a roda’ ou ter uma ideia que renda cinco milhões de dólares a cada semana. Significa quebrar padrões. Encontrar novas maneiras de fazer algo que já é feito há muito tempo, sempre do mesmo jeito. É resolver problemas ou se antecipar a eles. É cuidar para que as organizações permaneçam competitivas, os negócios permaneçam vivos e o planeta mais sustentável” (Exame.com – 24/05/2014). Essa definição é perfeita. Em tempos de crise, precisamos encontrar soluções. Trabalhar com menos dinheiro ou vivenciar grandes pressões exigirão soluções que talvez nunca tenham sido sequer pensadas. E, por certo, algumas dessas soluções serão a escapatória para o aumento da crise e até mesmo sua solução.
Quebrar padrões é outra grande contribuição da inovação. Em momentos de crise, entramos em um padrão de negativismo, medo, contenção de despesas e por aí vai. Quais desses padrões precisam ser quebrados? A inovação pode trazer esperança e uma nova maneira até de enxergar a crise. Mas há padrões anteriores à crise que também devem ser quebrados. Ouvimos com certa frequência que a crise nos ensina a fazermos as coisas de modo diferente e a descobrir quais são, de fato, nossas necessidades. Conheço muita gente que, em momentos de crise, percebeu que estava gastando muito dinheiro com supérfluos e passou a controlar melhor suas aquisições. Um padrão foi quebrado aqui, e graças à crise.
Encontrar novas maneiras de fazer algo também é uma das boas coisas que a inovação traz. Quem sabe podemos atingir o mesmo objetivo gastando menos, tendo rotinas mais leves e investindo menos esforços. Muitas pessoas aprendem a enxugar a agenda em momentos de crise e descobrem que ter mais tempo para a família – por exemplo – é algo fantástico e vale mais do que alguns trocados no bolso. A criatividade em realizar as coisas é aguçada na crise. E muitas coisas boas vão aparecendo.
Vale ressaltar que a inovação não diz respeito apenas a rotinas profissionais. Inovar pode ser aplicado aos relacionamentos, à religiosidade, à agenda pessoal e outros. Com o tempo, vamos reproduzindo ações que se tornam cansativas, improdutivas ou até nocivas. Inove. Em todas as áreas, há espaço para fazer diferente. Não espere um casamento acabar ou uma empresa falir para inovar. Um novo momento pode ser inaugurado com uma boa pitada de inovação.
Por Guilherme Gimenez - técnico em Administração de Empresas, bacharel em Teologia, Mestre em Ciências da Religião e Doutor em Teologia. Formado em Liderança Avançada e MBA em Gestão de Projetos.
FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/em-momentos-de-crise-aposte-na-inovacao/89629/
Inovar é uma das ferramentas mais eficazes no enfrentamento de crises. Uma ideia nova pode resolver uma série de problemas
Momentos de crise exigem resposta rápida e eficaz. Uma dessas respostas é a inovação. Sofia Esteves, fundadora da Companhia de Talentos, define inovar como: “encontrar soluções para pequenos ou grandes problemas. Não significa necessariamente ‘inventar a roda’ ou ter uma ideia que renda cinco milhões de dólares a cada semana. Significa quebrar padrões. Encontrar novas maneiras de fazer algo que já é feito há muito tempo, sempre do mesmo jeito. É resolver problemas ou se antecipar a eles. É cuidar para que as organizações permaneçam competitivas, os negócios permaneçam vivos e o planeta mais sustentável” (Exame.com – 24/05/2014). Essa definição é perfeita. Em tempos de crise, precisamos encontrar soluções. Trabalhar com menos dinheiro ou vivenciar grandes pressões exigirão soluções que talvez nunca tenham sido sequer pensadas. E, por certo, algumas dessas soluções serão a escapatória para o aumento da crise e até mesmo sua solução.
Quebrar padrões é outra grande contribuição da inovação. Em momentos de crise, entramos em um padrão de negativismo, medo, contenção de despesas e por aí vai. Quais desses padrões precisam ser quebrados? A inovação pode trazer esperança e uma nova maneira até de enxergar a crise. Mas há padrões anteriores à crise que também devem ser quebrados. Ouvimos com certa frequência que a crise nos ensina a fazermos as coisas de modo diferente e a descobrir quais são, de fato, nossas necessidades. Conheço muita gente que, em momentos de crise, percebeu que estava gastando muito dinheiro com supérfluos e passou a controlar melhor suas aquisições. Um padrão foi quebrado aqui, e graças à crise.
Encontrar novas maneiras de fazer algo também é uma das boas coisas que a inovação traz. Quem sabe podemos atingir o mesmo objetivo gastando menos, tendo rotinas mais leves e investindo menos esforços. Muitas pessoas aprendem a enxugar a agenda em momentos de crise e descobrem que ter mais tempo para a família – por exemplo – é algo fantástico e vale mais do que alguns trocados no bolso. A criatividade em realizar as coisas é aguçada na crise. E muitas coisas boas vão aparecendo.
Vale ressaltar que a inovação não diz respeito apenas a rotinas profissionais. Inovar pode ser aplicado aos relacionamentos, à religiosidade, à agenda pessoal e outros. Com o tempo, vamos reproduzindo ações que se tornam cansativas, improdutivas ou até nocivas. Inove. Em todas as áreas, há espaço para fazer diferente. Não espere um casamento acabar ou uma empresa falir para inovar. Um novo momento pode ser inaugurado com uma boa pitada de inovação.
Por Guilherme Gimenez - técnico em Administração de Empresas, bacharel em Teologia, Mestre em Ciências da Religião e Doutor em Teologia. Formado em Liderança Avançada e MBA em Gestão de Projetos.
FONTE: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/em-momentos-de-crise-aposte-na-inovacao/89629/
Assinar:
Postagens (Atom)




