Confira 5 dicas para melhorar a gestão financeira de sua empresa
O gerenciamento eficaz do fluxo de caixa é indispensável para conduzir seu negócio de forma tranquila e alcançar o sucesso.


O objetivo de qualquer empresa é ter lucro e crescer. E isso somente é possível com uma gestão financeira eficiente. A lista abaixo traz dicas essenciais para o pequeno e médio empresário não perderem o controle do caixa e, consequentemente, atingirem o sucesso.

1-Tenha controle do dinheiro que entra e sai da empresa
Para não se perder nas contas, é indispensável ter total controle de tudo que entra no caixa, classificar quais são as saídas de dinheiro e saber exatamente onde a empresa está gastando. As entradas e as saídas previstas e efetivas devem ser registradas separada e detalhadamente. Especifique as diferentes formas de recebimento, como dinheiro, duplicatas e cartão, e as datas que elas serão feitas. 
As saídas também devem ser discriminadas, sendo importante manter registro de gastos fixos (impostos, salários, contas de consumo, despesas bancárias etc) e variáveis (contratação de freelancer, viagem de negócios de última hora, multas etc).

2- Adote uma ferramenta de finanças
Com a evolução e o fácil acesso à tecnologia, não tem sentido nos dias de hoje fazer o controle de caixa de sua empresa manualmente. As soluções online como o QuickBooks ZeroPaper estão aí para facilitar a vida do pequeno empresário. O gerenciador oferece recursos como gestão do fluxo de caixa, emissão de boletos e alertas via SMS de recebimentos e pagamentos. Seus usuários também podem gerenciar suas finanças de qualquer lugar com os aplicativos do sistema para iPhone e Android. Elaborada a partir de conceitos derivados de planilhas, a plataforma é simples e fácil de usar.

3- Não misture finanças pessoais e empresariais
Usar o caixa da empresa a toda hora para pagar os gastos pessoais é uma atitude comum a muitos empresários que acabam de abrir seu próprio negócio. Misturar as finanças pessoais e empresariais, entretanto, é um erro grave que pode levar até mesmo a empresa à falência, pois faz com que se perca o controle do caixa. Para manter o planejamento e a saúde financeira, o mais indicado é que você – mesmo sendo dono do negócio – determine um valor fixo mensal para retirar para si como um salário.

4- Cuidado com os maus pagadores
Não há negócio que sobreviva sem receber. Por isso, é fundamental analisar se os clientes são bons ou maus pagadores para definir se vale a pena continuar prestando serviço para eles. Você pode reduzir o risco de inadimplência fazendo um cadastro com uma boa avaliação se seus compradores atrasam ou deixam de fazer os pagamentos. Se precisar cobrar, estabeleça procedimentos como: data para começar a fazer a cobrança; responsável e meio (telefone, email); regras para cálculo e multa de juros. Lembre-se que a abordagem deve ser firme, direta e objetiva, porém sempre educada. No caso de um cliente solicitar um prazo maior para o pagamento, a decisão de autorizar ou não é sua, levando em consideração o histórico dele. 

5 – Planeje e analise mensalmente a situação da empresa
Um bom planejamento pode evitar sustos. Estude bem o mercado e fique atento a tudo que possa afetar a empresa financeiramente, mas não tenha medo de mudar caso seja necessário repensar a estratégia. No fim de cada mês, analise a situação. Qual será o resultado do próximo mês? Qual será o faturamento no final do ano? Que gastos terei? Além de ajudar a controlar os custos, essas respostas irão ajudá-lo a planejar o negócio como um todo. As comparações entre os desempenhos de cada mês são importantes para estabelecer o que está dando certo e onde é preciso mudar.


Via ZeroPaper
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Publicidade/Zeropaper/noticia/2015/06/confira-5-dicas-para-melhorar-gestao-financeira-de-sua-empresa.html
Franquias: conheça a importância do capital de giro 


Quando um empreendedor de primeira viagem escolhe abrir uma franquia, ele se depara com uma lista de custos iniciais como os de aquisição, royalties, taxa de publicidade, etc. O problema é que muitos acabam pensando que esses são todos os custos necessários para abrir o novo negócio, mas não é bem assim que funciona. Além das taxas citadas também temos um valor de grande importância durante todo o funcionamento da sua franquia, o capital de giro.

O capital de giro representa o fluxo de dinheiro necessário para cobrir os gastos do dia a dia de uma empresa. Por exemplo, para manter um restaurante funcionando, é preciso separar uma certa quantia para pagar o salário dos funcionários, o aluguel das máquinas de passar cartões de crédito e de débito, a reposição dos alimentos no estoque, entre outras despesas. Em resumo, trata-se do valor que a empresa tem para custear e manter suas despesas operacionais do dia a dia, sejam elas fixas ou gastos necessários para a produção, comercialização ou prestação de serviço.

Confira duas dicas essenciais para refazer as suas contas e incluir esse valor no seu planejamento:

Monte uma planilha - conhecendo a importância do capital de giro, o futuro franqueado deve acrescentar essas despesas em sua planilha de planejamento antes de adquirir a franquia. Além do investimento inicial e do capital de giro, não se esqueça de incluir a taxa de franquia e os royalties. Algumas marcas ainda cobram uma taxa de publicidade.

É preciso estar atento, também, ao fato que os negócios costumam iniciar meio devagar. Nesse caso, já tenha separado uns dois ou três meses de capital de giro para que a situação financeira da empresa não vire uma grande bola de neve – e você já comece devendo.

Portanto, não se precipite e seja cauteloso ao abrir a franquia. A vontade de mudar de vida profissional, passando de funcionário para dono do próprio negócio, não pode atrapalhar nesse momento. Depois que você fez as contas e viu que é necessário juntar um pouco mais de dinheiro, vale a pena esperar um pouco mais para concretizar o seu sonho com mais segurança.

Tenha cuidado com empréstimos - para os empresários que se precipitaram e não calcularam bem suas situações financeiras, bancos públicos e privados oferecem linhas de crédito para capital de giro. Só que empréstimos precisam ser pagos, então, é uma opção que precisa também de bastante planejamento para que o financiamento não seja um problema no futuro por conta dos juros.

Assim, para melhor administrar seu capital de giro é necessário avaliar a saúde financeira do seu negócio como um todo, desde o momento da implantação até em sua manutenção. Se suas finanças não estiverem em dia, refaça a equação até que consiga garantir o funcionamento sustentável da sua empresa. 


Por Germano Leardi Neto
FONTE: http://www.segs.com.br/demais/44714-franquias-conheca-a-importancia-do-capital-de-giro.html


E-Commerce

 

DEZ ATITUDES EMPREENDEDORAS (Que Você pode Construir)


Em seu novo livro, ATITUDES EMPREENDEDORAS, o economista Carlos Hilsdorf afirma que ninguém nasce empreendedor - Mas todos podem se tornar um
                                                                                Imagem: Shutterstock

Parta de seus sonhos para construir uma trajetória realista. Inclua no roteiro todos os desafios e obstáculos que conseguir antecipar.


Ter uma atitude empreendedora não necessariamente significa que você deve abrir um negócio próprio. É perfeitamente possível ser funcionário de uma companhia e agir como um empreendedor. Ter uma meta, saber o que a motiva e qual a finalidade de atingi-la. Traçar um plano realista, que antecipa desafios e obstáculos. Essa é uma receita que vale para qualquer carreira, segundo o economista Carlos Hilsdorf, autor de Atitudes Empreendedoras, pela editora Portfolio Penguin.

Hilsdorf é pós-graduado em marketing pela FGV, consultor de empresas e pesquisador de temas que interligam negócios e comportamento humano. Também é autor do bestseller Atitudes Vencedoras e 51 Atitudes Essenciais para Vencer na Vida e na Carreira. No novo livro, ele apresenta sugestões valiosas para qualquer profissional colocar em prática seu projeto de vida. O pré-requisito, como fica claro na leitura, é saber o que quer. Se não sabe ainda, as dicas do economista podem ajudá-lo a descobrir.

“Empreendedores não são pessoas extraordinárias”, afirma Hilsdorf. “São pessoas comuns que fazem coisas extraordinárias.” Segundo ele, é mito que empreendedores nascem prontos. É preciso construir-se um.

O primeiro passo para essa jornada é identificar seu sonho. Porém, não é o suficiente para chegar ao final. “O sonho é apenas combustível para o motor das realizações”, afirma o autor, no livro. “E combustível sem motor não irá levá-lo a lugar algum. O motor das nossas realizações é construído por nossas atitudes. Sonhar é importante, mas realizar é fundamental. Sem movimento não existe vida.”

A seguir, cinco questões que o ajudarão a destrinchar seu sonho e começar a construir um caminho rumo à realização dele.

1. Qual é seu sonho? (meta)
2. Por que você tem esse sonho? (causa)
3. Para que você tem esse sonho? (finalidade)
4. Qual a distância que separa você, neste momento, da realização do seu sonho? (desafio)
5. Quais as principais dificuldades a serem vencidas? (obstáculos)

Quando conseguir responder essas questões, estará mais próximo de construir o que o economista chama de “alicerce de sustentação para seu sonho”. Para tirá-lo da teoria e levá-lo à prática, no entanto, não há receita infalível. O que há são ingredientes fundamentais para que cada um defina sua fórmula


A seguir, os ingredientes que Carlos Hilsdorf apresenta no livro.

1. Espírito empreendedor: um desejo intenso de realização, caracterizado por entusiasmo e automotivação.

2. Visão empreendedora: senso de observação, foco em oportunidades e tudo o que permite percebê-las melhor a cada instante.

3. Iniciativa: percebendo as oportunidades, buscar imediatamente os caminhos para viabilizá-las.

4. Planejamento: informações e conhecimento de qualidade para estabelecer um plano de negócios, estruturado e sustentável, buscando considerar todas as fases do empreendimento e suas necessidades particulares.

5. Disciplina: organização e coerência apropriadas para seguir seu planejamento e atingir suas metas.

6. Perseverança: firmeza e determinação. Persistente, não desiste frente aos obstáculos. Concretiza o que os outros apenas começam. Continua quando os outros desistem.

7. Aprendizagem empreendedora: aprende com paixão, buscando a utilização prática do conhecimento.

8. Atitude inovadora: utiliza a criatividade visando resultados práticos para o negócio. Vê o que os outros veem, mas exercita um olhar questionador. Por isso inova, introduz, modifica, transforma e agrega muito mais valor que os outros.

9. Proatividade: chama para si a responsabilidade, cria demanda, antecipa-se a necessidade e tendências do mercado.

10. Postura empreendedora: emprega todo seu potencial. Não utiliza uma ou outra característica (ingredientes), mas todas elas, de maneira conjunta. Transforma ideias em atitudes e sonhos em realidade.


FONTE: http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2015/06/dez-atitudes-empreendedoras-que-voce-pode-construir.html



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3 coisas que todo empreendedor deve saber sobre o pró-labore

Dinheiro: o pró-labore é o sistema escolhido para remunerar administradores determinados no contrato social da empresa.

São Paulo - Sócios e executivos, não raro, dão o sangue por suas empresas. Muitas vezes são os primeiros a chegarem e os últimos a irem embora.

Em casos como esse, como determinar que salário merecem? Ele pode sequer ser chamado de salário? Bom, quase isso. Geralmente, o pró-labore é o sistema escolhido para remunerar administradores determinados no contrato social da empresa. Mas é preciso ter muita atenção em relação a essa forma de remuneração, já que ela difere bastante da distribuição de lucros ou dos juros sobre capital próprio, outras possibilidades para remunerar sócios.

Entender os diferentes conceitos é importante para fazer escolhas estratégicas quanto à remuneração de administradores, já que ela influencia diretamente no planejamento tributário e financeiro de sua empresa.
Mais do que simplesmente encarar o pró-labore como uma forma de remuneração de um sócio ou administrador, é preciso entender também as implicações dessas escolhas gerenciais para a empresa. Para te ajudar nessa tarefa, listamos as informações mais relevantes sobre o tema. Confira:


O que é o pró-labore?
Uma empresa tem regimes diferenciados para remunerar um sócio, um executivo e um empregado. Afinal, entre esses três, temos funções, responsabilidades e comprometimentos diferentes.

Literalmente, a expressão significa “pelo trabalho”. Isso quer dizer que o pró-labore se baseia exatamente nas atividades desempenhadas e seu valor de mercado, contabilizadas como despesa administrativa. Ele é como o salário da alta liderança, mas sem ser encarado como salário pela ótica das leis trabalhistas. Ele orienta quanto à remuneração dos sócios nos custos da empresa.

Um empregado, por exemplo, recebe salário, 13º, FGTS, benefícios e, eventualmente, participação nos lucros. Um sócio que não exerce funções de administração (ou seja, que contribuiu apenas com o capital para o funcionamento da empresa) recebe distribuição de lucros ou dividendos, ou juros sobre o capital próprio (que contribuiu para o estabelecimento da empresa).

É importante perceber que isso não significa que um sócio que receba juros sobre o capital que investiu na empresa não possa ser remunerado também com o pró-labore. Desde que ele exerça atividades de administração no dia a dia da empresa, é possível sim conciliar as duas formas de remuneração.


Quais são as obrigatoriedades do pró-labore?
Antes de qualquer coisa, os administradores a quem será pago um pró-labore devem estar previstos no contrato social da empresa.

De acordo com o direito trabalhista, o pró-labore se difere do salário justamente porque, sobre essa remuneração, não são obrigatórios benefícios como FGTS, 13º salário, férias, entre outros.

Claro que esses benefícios também podem ser oferecidos aos administradores, por meio de um acordo entre a empresa e o administrador, mas o que normalmente acontece é o aumento da remuneração pró-labore, em vez da concessão de muitos benefícios trabalhistas. Assim, o pagamento de administradores acaba sendo mais alto do que o de empregados.

Em termos contábeis, o pró-labore é registrado como despesa operacional da empresa, um dinheiro concedido fora das condições normais. Por isso, incidem sobre ele alguns impostos específicos que, dependendo do regime tributário em que se encaixa sua empresa (Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real), podem ser bem altos.

Em geral, são retidos 11% de INSS do pro-labore, mas essa taxa pode ser maior se a empresa for optante pelo Lucro Presumido ou Lucro Real, ou se o sócio trabalha formalmente em outra empresa, seja como empregado ou administrador.


Como calcular e pagar o pró-labore?
Imagine uma empresa com dois sócios, sendo um sócio também administrador. O outro apenas contribuiu para o capital da empresa, mas não exerce nenhum tipo de trabalho em seu dia a dia. Ainda que os dois tenham feito contribuições iguais inicialmente, o sócio-administrador deve receber um pró-labore por seu trabalho mensal. Ambos continuam recebendo juros ou distribuição de lucros, mas apenas um receberá pelos serviços diários que ele presta.

Para calcular o pró-labore, alguns passos simples podem ser tomados. O primeiro passo para definir o pró-labore é ajustar seu valor de mercado. Para chegar a esse valor, é preciso definir quais serão as funções do administrador, para que a empresa e o profissional tenham em mente o tamanho de suas responsabilidades.

A empresa também precisa estabelecer um valor que supere o salário dos funcionários (para evitar suspeitas de sonegação fiscal), mas não as capacidades financeiras do negócio. Você pode fazer uma pesquisa de valores consultando empresas de recrutamento, ou tabelas com salários de diferentes profissões.

Depois de ajustado o valor, você deve formalizar esse acordo para que ele tenha validade jurídica no direito trabalhista. Isso pode ser feito com cláusulas específicas no próprio contrato social da empresa (registrado na Junta Comercial do estado).

Nos livros da empresa, registre o pró-labore como despesa administrativa, na conta de Honorários da Diretoria, ou mesmo na conta Salários da Administração.

O planejamento financeiro e tributário depende também das vantagens dessa escolha estratégica em relação a outras formas de remuneração, como distribuição de lucros ou dividendos e juros sobre o capital próprio. Mais importante ainda é que esses valores sejam combinados entre os sócios com antecedência, na elaboração do contrato social.

Esse tipo de ajuste prévio previne desentendimentos futuros e garante valores mais adequados para que a saúde financeira da empresa não seja comprometida, sem favorecer mais um sócio do que outro. Posteriormente, novos valores de remuneração só podem ser alterados se houver consenso entre os sócios, ou outra forma de tomada de decisões estabelecida no contrato social.



FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/3-coisas-que-todo-empreendedor-deve-saber-sobre-o-pro-labore
Publicação Original: site Endeavor


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Os conceitos de finanças que todo empreendedor precisa saber


Finanças é a área do conhecimento que trata de assuntos relacionados ao uso do dinheiro. Aqui serão comentados os conceitos fundamentais. Alguns deles merecem atenção pela confusão que podem despertar entre si. Vejam quais são os conceitos que todo empreendedor precisa conhecer:

1. Renda e riqueza
Esses conceitos são distintos e precisam ser tratados de forma diferente e complementar pelo empresário. 

Renda é uma medida de fluxo, mensurada em períodos de tempo como mês ou ano.
Riqueza é uma medida de estoque, mensurada em uma determinada data como no final do mês ou do ano. A renda é o ganho ocorrido em um período de tempo, calculado a partir do faturamento, descontados os custos e as despesas.

O imposto de renda leva esse nome porque é calculado com base nesse ganho. Riqueza é o que se acumula em bens e direitos. Em finanças, esses conceitos são conhecidos com outra nomenclatura: renda = lucro; riqueza = patrimônio. A variação da riqueza, em determinado período, é uma renda.

2. Custos e despesas
Tanto custos quanto despesas representam o consumo do patrimônio em um determinado período, seja em forma de desembolso, saindo do caixa, ou em forma de vida útil de bens imóveis ou direitos contratuais.

A distinção entre custos e despesas não está no item aos quais eles se referem, mas ao uso que se faz dos itens. Se um carro é usado para a prestação de serviços, levando o técnico ao cliente, por exemplo, a vida útil consumida neste uso, denominada de depreciação, deve ser considerada como custo.

Mas se o carro for de uso pessoal do empresário, a depreciação deve ser considerada despesa. Qual a importância desta distinção? Principalmente para a formação de preços, no controle de ociosidade e no planejamento da operação, incluindo o cálculo do tamanho ótimo do negócio.

3. Investimento e despesa
Investimento é o uso do dinheiro em bens e direitos que irão permitir que a empresa possa operar em mais de um período. Pode ser uma aplicação financeira para uso no futuro; pode ser em imóveis, carros ou máquinas que serão usadas para gerar receita em vários anos ou como reserva de valor para o futuro.

O desembolso é indiscutivelmente despesa quando se refere a um direito ou benefício que será consumido no mesmo período do desembolso, ou seja, quando não há nada no futuro para receber referente a esse gasto. Um aluguel pago referente ao mês corrente é despesa, pois o direito de continuar no imóvel já foi usado.

Também é despesa quando há dúvidas sobre o benefício futuro ou quando esse é de difícil apuração. Você faz um curso e espera que a gestão da empresa melhore e ganhe mais dinheiro. Apesar de chamarmos isso de investimento, em finanças isso é despesa. Se você ganhar mais, isso será registrado como lucro, mas apenas no momento em que isso ocorrer.

4. Lucro e caixa
Lucro é renda, uma sobra do seu negócio que pode ser distribuída aos sócios. Caixa faz parte do patrimônio. Sobra de caixa não é lucro! A distribuição dos lucros obviamente sairá do caixa, mas este muda cotidianamente, pelas diferenças nos prazos dos pagamentos e dos recebimentos.

O caixa, portanto, é um limitador da distribuição do lucro. A distribuição do lucro não pode comprometer os pagamentos futuros necessários à operação da empresa.



Ana Paula Paulino da Costa é especialista em finanças e docente da BSP - Business School São Paulo.
Editado por Camila Lam, de EXAME.com

FONTE: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/os-conceitos-de-financas-que-todo-empreendedor-precisa-saber

4 coisas que empreendedores de sucesso fazem todas as manhãs 

Saiba quais hábitos podem aumentar sua produtividade desde cedo.
Mantenha-se produtivo desde a hora de sair da cama.



Acordar nem sempre é fácil. Pior ainda é aguentar um dia cheio de afazeres. No entanto, é possível reduzir a sensação de sono e se manter produtivo até a hora de dormir.
Segundo Rhett Power, consultor de negócios americano, há uma série de hábitos que são comuns no dia a dia de vários empreendedores de sucesso. Ele os listou no site da revista "Inc.". Confira:


1. Atividade física
Quem pratica alguma atividade física não mantém só o corpo saudável. Na verdade, ajuda a mente também. O exercício libera cargas de endorfina, substância que diminui a sensação de sono, traz uma sensação de bem-estar e reduz o estresse, na nossa corrente sanguínea. Ao correr, malhar ou praticar um esporte logo cedo, você deixa seu corpo desperto e preparado para o resto do dia.

2. Planejamento
Começar o dia já sabendo o que vai fazer, ou pelo menos uma parte das tarefas, diminui a possibilidade de você esquecer algo. Power diz que uma simples lista de tarefas pode ser bastante útil para você.

3. O mais difícil primeiro
Por mais que a atividade física ajude a manter o corpo desperto por mais tempo, o fato é que você estará mais ligado de manhã. Por isso, use o começo do seu dia para fazer a tarefa mais complicada. Ao terminá-la, você ainda terá uma motivação extra. Afinal, a parte difícil do seu dia já passou.

4. Motivação

Power relembra um dos hábitos de Steve Jobs. Todo dia, antes de acordar, o falecido fundador da Apple se perguntava: "se hoje fosse o último dia da minha vida, que meta eu perseguiria?" Este pequeno exercício fazia o empreendedor tirar o máximo proveito do seu dia. O especialista não afirma que você tenha que fazer exatamente como Jobs, mas que é importante dar sempre o melhor de si, todos os dias.


FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/06/4-coisas-que-empreendedores-de-sucesso-fazem-todas-manhas.html


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10 dicas para sua empresa sobreviver aos primeiros dois anos de vida 

Planejar antes de começar, inovar sempre e cuidar do ecossistema interno são alguns dos principais cuidados


O Sebrae divulgou hoje (10/7) um censo sobre a mortalidade das empresas brasileiras. A principal conclusão foi que, de cada 100 empresas abertas, 76 conseguiram se manter em funcionamento depois dos primeiros dois anos de vida. Os dados foram levantados entre 2007 e 2009. Esse resultado representou um crescimento de dois pontos percentuais em relação à pesquisa anterior, que havia sido realizada entre 2006 e 2008. Segundo Luiz Barretto, presidente do Sebrae, depois desse período inicial, as chances de um negócio manter o seu desenvolvimento são maiores.

Apesar de o Brasil ter um índice maior do que os de países como Canadá (74%), Áustria (71%) e Espanha (69%), as micro e as pequenas empresas brasileiras precisam tomar cuidados para passar por essa primeira etapa. Barretto listou dez dicas para sobreviver aos dois primeiros anos de existência:

1. Comece preparado
Antes de iniciar um empreendimento, entenda o mercado em que você vai entrar. Para Barretto, ajuda muito se você tiver afinidade com a área. Pesquise e veja se há alguma oportunidade ou carência a ser suprida, como você vai se diferenciar dos concorrentes e, depois, estude a viabilidade. O plano de negócios e a ajuda de especialistas em gestão de negócios ainda são ferramentas essenciais para qualquer empreendedor, independentemente de sua experiência.

2. Respeite sua capacidade financeira
Segundo Barretto, a empresa precisa planejar o seu crescimento de acordo com a realidade de suas finanças. Não adianta dar um salto grande e se afundar em dívidas. É preciso estudar os indicadores de faturamento e de crescimento de sua empresa para saber quando dar o próximo passo. “Você agora é o empresário, e não o empregado. Precisa pensar em médio prazo”, diz. Nesse plano e cronograma, é necessário avaliar os investimentos na própria empresa e a necessidade de manter um capital de giro.

3. Seja fiel aos seus valores 
Não importa o que aconteça durante esses dois anos, sempre tenha em mente os valores que você idealizou para o seu negócio lá no começo. Isso irá fortalecer sua empresa em momentos difíceis e também ajudará a manter sua identidade íntegra e coesa.

4. Fique de olho na concorrência
No momento de seu planejamento, você levará em conta a presença e a natureza dos seus principais concorrentes. Essa análise deverá continuar em todo o desenvolvimento do negócio para que você não perca mercado e feche as portas.

5. Prospecte novos fornecedores
Fique de olho nas empresas que fornecem matéria-prima ou serviços para o seu negócio. Preços variam bastante e podem fazer uma grande diferença na hora de contabilizar os gastos. Pesquisas recorrentes ajudam a economizar – sem perder a qualidade, claro.

6. Faça marketing de qualidade
Estude qual a melhor estratégia de marketing para o seu negócio e não se apoie apenas em uma. Sua empresa não vai crescer apenas com o boca a boca. Não descarte nada e avalie os benefícios dos tradicionais panfletos até a pluralidade das mídias sociais.

7. Inove constantemente
Inovar não significa apenas investir em tecnologia, afinal muitos negócios não são tecnológicos. Mas repensar processos, estudar novas formas de economizar, de utilizar energia e alternativas sustentáveis, tudo isso é uma forma de inovação. Não deixe de procurar também subsídios para custear projetos mais audaciosos em termos tecnológicos.

8. Invista em sua capacitação
Atualmente, a capacitação e a educação empresarial precisam ser constantes, e o empreendedor não pode ficar acomodado. Se o orçamento está apertado, procure cursos, palestras e eventos gratuitos para renovar seus conhecimentos.

9. Entenda e valorize seu consumidor
Hoje em dia, o consumidor está cada vez mais exigente, principalmente agora que tem à disposição o poder da internet. Leve em consideração as necessidades dele e o que ele tem a dizer sobre sua empresa. “Os departamentos de atendimento ao cliente nunca foram tão importantes para o desenvolvimento seguro de um negócio”, diz Barretto.

10. Cuide do ecossistema interno
Para Barretto, o clima externo sempre trará grandes riscos para o empreendedorismo, mas eles serão enfrentados de forma mais eficaz se o empreendedor ficar de olho na saúde do seu ecossistema interno. Isso inclui primar pela qualidade de vida da equipe e pelo aprimoramento constante dos seus membros, sempre cuidar das finanças da empresa separadamente das pessoais e seguir todas as dicas anteriores.


Por Rafael Farias Teixeira
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2013/07/10-dicas-para-sua-empresa-sobreviver-aos-primeiros-dois-anos-de-vida.html



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