4 dicas para você controlar sua emoção ao negociar
Saiba como manter a calma num momento importante para sua empresa
As emoções não se misturam bem com os negócios ou mesmo com a vida profissional. Não importa se uma pessoa está triste, feliz, estressada ou preocupada – para que não ocorram erros no momento de uma tomada de decisão ou na conclusão de um importante projeto, é preciso manter a calma e, principalmente, usar a lógica. Neil Patel, empreendedor inglês, dá alguns conselhos para que empresários consigam controlar as suas emoções e obter negócios com um sucesso cada vez maior. Essas dicas podem ajudá-lo a ter a calma necessária para fechar o tão sonhado contrato.
1. Tenha os pés no chão
No caso de receber uma notícia ruim ou que não atinja todas as suas expectativas, o empreendedor não pode ficar deprimido. Ele deve pensar que nos demais negócios ou empresas existirão sempre empresários com problemas maiores e mais complexos que os seus. Caso a notícia seja positiva, o empreendedor também não pode acreditar que a batalha esteja ganha. Deve pensar que o acontecido é ótimo para os seus negócios, porém que é preciso ter a consciência de que outros empresários estarão conquistando feitos maiores que os seus.
Para controlar as suas emoções, empreendedores devem comemorar as vitórias, aprender com os fracassos e sempre desejar experimentar mais conquistas. Isso permitirá ao empreendedor não ficar feliz ou pessimista em excesso.
2. Evite pessoas muito emocionais
Aqueles que estão à nossa volta são responsáveis por influenciar as nossas atitudes e pensamentos. Por isso, para que projetos atinjam o desejado sucesso, é importante cercar-se de pessoas centradas, uma vez que estar rodeados de amigos com grandes dramas emocionais podem deslocar a atenção do empresário e até mesmo deixá-lo irritado ou perturbado.
Isso não quer dizer que o empreendedor deva cortar os laços de amizade ou companheirismo com aqueles que estão com problemas. Ele deve apenas conseguir certo grau de distanciamento para que o problema dos outros não prejudique o desempenho dos negócios e a tomada de decisão.
3. Amigos, amigos, negócios à parte
Durante o tempo de trabalho, é importante estar com todas as energias e pensamentos voltados para o sucesso do negócio. O empreendedor deve mostrar para os seus amigos e familiares que não precisa ser incomodado com besteiras enquanto está no dia a dia da empresa. Mas é valido ressaltar que essas pessoas devem procurá-lo quando tiverem informações úteis para serem discutidas. Do contrário, as conversas informais e as brincadeiras devem ficar exclusivamente para os momentos de lazer e diversão.
4. Não cante vitória antes da hora
O anúncio de um novo contrato mexe com as emoções de qualquer empresário. Para brindar a conquista, muitos fazem “happy hour”, festinhas na empresa ou mesmo almoços com sócios. Mas, antes que o contrato esteja devidamente assinado e parte do dinheiro esteja depositado na conta da empresa, é preciso ficar atento e evitar grandes comemorações. Isso fará com que o empreendedor esteja preparado emocionalmente caso alguma coisa dê errado e os planos não aconteçam da maneira que foi prevista.
E você, empreendedor, como faz para controlar as emoções e manter o equilíbrio?
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/04/4-dicas-para-voce-controlar-sua-emocao-ao-negociar1.html
Que tipo de negócio eu devo começar?
O primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado.
Você pensa em abrir uma empresa, mas não tem aquela ideia matadora nem sabe que modelo de negócio é melhor. Por onde começar? Para Marty Zwilling, mentor de startups, o primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado. Há várias respostas, e o especialista analisa algumas:
1. Você detém a tecnologia que vai mudar o mundo. Se você quer desenvolver um projeto, uma startup tradicional é a melhor aposta. Existe o desafio de conseguir patentes, criar o produto em si e definir de onde virá a receita.
2. Você quer ser chefe. Se você quer ter um negócio pela liberdade que você terá na gestão da empresa, pense em adquirir uma franquia. A organização-base vai definir o que, quando e como fazer, mas o sucesso todo depende da sua execução.
3. Você quer ganhar muito dinheiro. Startups não ganham nada no começo. Algumas não ganham nem no final, mas umas poucas realmente conseguem faturar bastante. As franquias, na média, rendem menos do que outros tipos de negócio, mas têm taxas de sucesso mais altas. Consultorias raramente ganham escala, então você pode ficar bem de vida, mas provavelmente não vai ganhar muito dinheiro.
4. Você quer empreender para satisfazer outra pessoa. Existem muitos empresários que estão tocando um negócio porque seus pais sempre esperaram que eles assumissem a empresa da família ou porque o cônjuge está insistindo nisso ou para provar algo para um irmão ou um colega. Se você tem a possibilidade de escolher, pelo menos selecione uma franquia com risco menor.
5. Você quer algo para se ocupar. Se você tem recursos para abrir uma empresa, é um dos poucos sortudos que pode começar ou comprar o negócio que quiser. Se lhe falta experiência, uma franquia pode ser ideal, porque você terá ajuda para estruturar a operação. Por outro lado, se você tem muita experiência, por que não a compartilhar por meio de uma consultoria?
De acordo com Zwilling, se você ainda não tem certeza de qual é o melhor negócio, vale trabalhar como empregado por mais um tempo, ganhar experiência e autoconhecimento e juntar capital para a empreitada. Só depois dê o salto em um dos modelos citados acima. Você logo vai saber se está se divertindo – e esse é o melhor critério de todos.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/04/que-tipo-de-negocio-eu-devo-comecar.html
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O primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado.
Você pensa em abrir uma empresa, mas não tem aquela ideia matadora nem sabe que modelo de negócio é melhor. Por onde começar? Para Marty Zwilling, mentor de startups, o primeiro passo é se perguntar por que você quer ser um empreendedor, e não um empregado. Há várias respostas, e o especialista analisa algumas:
1. Você detém a tecnologia que vai mudar o mundo. Se você quer desenvolver um projeto, uma startup tradicional é a melhor aposta. Existe o desafio de conseguir patentes, criar o produto em si e definir de onde virá a receita.
2. Você quer ser chefe. Se você quer ter um negócio pela liberdade que você terá na gestão da empresa, pense em adquirir uma franquia. A organização-base vai definir o que, quando e como fazer, mas o sucesso todo depende da sua execução.
3. Você quer ganhar muito dinheiro. Startups não ganham nada no começo. Algumas não ganham nem no final, mas umas poucas realmente conseguem faturar bastante. As franquias, na média, rendem menos do que outros tipos de negócio, mas têm taxas de sucesso mais altas. Consultorias raramente ganham escala, então você pode ficar bem de vida, mas provavelmente não vai ganhar muito dinheiro.
4. Você quer empreender para satisfazer outra pessoa. Existem muitos empresários que estão tocando um negócio porque seus pais sempre esperaram que eles assumissem a empresa da família ou porque o cônjuge está insistindo nisso ou para provar algo para um irmão ou um colega. Se você tem a possibilidade de escolher, pelo menos selecione uma franquia com risco menor.
5. Você quer algo para se ocupar. Se você tem recursos para abrir uma empresa, é um dos poucos sortudos que pode começar ou comprar o negócio que quiser. Se lhe falta experiência, uma franquia pode ser ideal, porque você terá ajuda para estruturar a operação. Por outro lado, se você tem muita experiência, por que não a compartilhar por meio de uma consultoria?
De acordo com Zwilling, se você ainda não tem certeza de qual é o melhor negócio, vale trabalhar como empregado por mais um tempo, ganhar experiência e autoconhecimento e juntar capital para a empreitada. Só depois dê o salto em um dos modelos citados acima. Você logo vai saber se está se divertindo – e esse é o melhor critério de todos.
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2015/04/que-tipo-de-negocio-eu-devo-comecar.html
Como manter o foco te ajuda a crescer
Imagine que você é o capitão de um avião em turbulência… será que seu foco deve ser acudir o passageiro que passa mal?
Eu acredito que foco é tudo! Quando precisamos gerir qualquer coisa, existem algumas premissas básicas que todos nós conhecemos: ter metas claras, comunicar incansavelmente nossos valores e razões pelas quais estamos fazendo o que fazemos, se preocupar em ouvir constantemente a “temperatura” da equipe e fazer pequenos ajustes, antecipar e corrigir potenciais grandes conflitos internos e assim por diante. Porém, para que tudo isso funcione bem, existe uma barreira que muitas vezes relevamos: cada pessoa enxerga um desafio de uma forma um pouco diferente. Ou seja, invariavelmente, as pessoas de sua equipe não estão tão alinhadas com você quanto você imagina! E aqui entra a primeira maravilha do foco.
Pragmatismo e foco fazem com que você ajude a alinhar todos em volta de metas de simples compreensão, ficando mais fácil de fazer que todos “remem na mesma direção”. Cada vez que você adiciona uma meta nova a mais, a mesma divide a atenção das pessoas com as demais metas. Mais metas, menos atenção e mais confusão. É tão simples quanto isso. Obviamente, tudo não pode se restringir a uma meta. Mas pode sim a um foco comum, com indicadores que claramente suportam aquele foco. Neste artigo, por exemplo, você confere como envolver sua equipe na definição de metas.
Mais grave do que metas demais é a ausência das mesmas. Aí sim, temos confusão e desmotivação! As pessoas têm que acordar de manhã e ir ao trabalho sabendo que são parte de algo maior, que estão construindo algo em comum.
Seus colaboradores têm de saber onde a empresa deseja ir, têm de saber que estão construindo algo juntos. Se estiverem no “escuro”, aí você terá funcionários que apenas trabalham pelo salário e com uma fidelidade à empresa extremamente baixa. Pessoas têm de ter amor pelo que fazem! Alguém já viu se ter amor por algo que você nem entende por que existe?
Eu adoro colocar essas questões usando-se metáforas. Para tanto, vou usar o exemplo de um avião em apuros. Imagina que você é o capitão de um avião e tudo começa a dar errado… luzes acendendo pra todo lado, pessoas nervosas, barulhos estranhos, turbulência e afins. O que fazer? Você precisa assumir a tomada de decisão. Ninguém sabe bem o que está acontecendo, nervosismo geral. Imagina se você, como líder, priorizar falar com os passageiros ou acudir uma aeromoça histérica? Ou ficar preocupado com um disjuntor do sistema elétrico que mantém as luzes acesas? Você, como capitão, faz com que todos que estão te observando priorizem o mais importante: manter o avião estar voando.
Em outras palavras, se você colocar toda sua atenção em manter o avião nivelado, na velocidade correta, e pedir que os demais coloquem toda sua atenção nisso, de repente todos se engajam nessa atividade. E todas as atividades periféricas se tornam secundárias e começam a ser resolvidas por si só. Por quê? Porque a ordem e ações do capitão ditam o que todos devem fazer. E nesse caso, ajudar a voar o avião e irem resolvendo problemas secundários para garantir que o avião voe. Isso não é só metáfora, é uma realidade! Infelizmente, relatos e estudos mostram que tantos acidentes passados teriam sido evitados se a atitude do comandante tivesse sido focar no problema principal e não deixar outros problemas secundários ofuscarem seu foco. E uma empresa é igual! Para tanto, o comandante tem de saber a responsabilidade e peso de suas decisões.
Por fim, queria apenas dizer que, muitas vezes, definir o foco já é 50% da solução. Quantos líderes de empresas, especialmente menores ou familiares, fazem o exercício de estudar a fundo o momento em que a empresa se encontra, o ambiente externo, os concorrentes, os clientes, entre outros, e se perguntarem “para onde devemos ir? Que decisões temos que tomar? O que temos que mudar? Onde colocaremos nosso Foco?”. Nesse exercício tão fundamental, tenho visto com freqüência um fenômeno interessante: líderes têm mais dificuldade de decidir o que NÃO fazer do que O QUE fazer! E muitas vezes dizer NÃO a algo é muito mais importante do que SIM para o que você já está fazendo!
Colin Butterfield - Radar S/A, CEO
FONTE: https://endeavor.org.br/manter-foco-crescer/
Imagine que você é o capitão de um avião em turbulência… será que seu foco deve ser acudir o passageiro que passa mal?
Eu acredito que foco é tudo! Quando precisamos gerir qualquer coisa, existem algumas premissas básicas que todos nós conhecemos: ter metas claras, comunicar incansavelmente nossos valores e razões pelas quais estamos fazendo o que fazemos, se preocupar em ouvir constantemente a “temperatura” da equipe e fazer pequenos ajustes, antecipar e corrigir potenciais grandes conflitos internos e assim por diante. Porém, para que tudo isso funcione bem, existe uma barreira que muitas vezes relevamos: cada pessoa enxerga um desafio de uma forma um pouco diferente. Ou seja, invariavelmente, as pessoas de sua equipe não estão tão alinhadas com você quanto você imagina! E aqui entra a primeira maravilha do foco.
Pragmatismo e foco fazem com que você ajude a alinhar todos em volta de metas de simples compreensão, ficando mais fácil de fazer que todos “remem na mesma direção”. Cada vez que você adiciona uma meta nova a mais, a mesma divide a atenção das pessoas com as demais metas. Mais metas, menos atenção e mais confusão. É tão simples quanto isso. Obviamente, tudo não pode se restringir a uma meta. Mas pode sim a um foco comum, com indicadores que claramente suportam aquele foco. Neste artigo, por exemplo, você confere como envolver sua equipe na definição de metas.
Mais grave do que metas demais é a ausência das mesmas. Aí sim, temos confusão e desmotivação! As pessoas têm que acordar de manhã e ir ao trabalho sabendo que são parte de algo maior, que estão construindo algo em comum.
Seus colaboradores têm de saber onde a empresa deseja ir, têm de saber que estão construindo algo juntos. Se estiverem no “escuro”, aí você terá funcionários que apenas trabalham pelo salário e com uma fidelidade à empresa extremamente baixa. Pessoas têm de ter amor pelo que fazem! Alguém já viu se ter amor por algo que você nem entende por que existe?
Eu adoro colocar essas questões usando-se metáforas. Para tanto, vou usar o exemplo de um avião em apuros. Imagina que você é o capitão de um avião e tudo começa a dar errado… luzes acendendo pra todo lado, pessoas nervosas, barulhos estranhos, turbulência e afins. O que fazer? Você precisa assumir a tomada de decisão. Ninguém sabe bem o que está acontecendo, nervosismo geral. Imagina se você, como líder, priorizar falar com os passageiros ou acudir uma aeromoça histérica? Ou ficar preocupado com um disjuntor do sistema elétrico que mantém as luzes acesas? Você, como capitão, faz com que todos que estão te observando priorizem o mais importante: manter o avião estar voando.
Em outras palavras, se você colocar toda sua atenção em manter o avião nivelado, na velocidade correta, e pedir que os demais coloquem toda sua atenção nisso, de repente todos se engajam nessa atividade. E todas as atividades periféricas se tornam secundárias e começam a ser resolvidas por si só. Por quê? Porque a ordem e ações do capitão ditam o que todos devem fazer. E nesse caso, ajudar a voar o avião e irem resolvendo problemas secundários para garantir que o avião voe. Isso não é só metáfora, é uma realidade! Infelizmente, relatos e estudos mostram que tantos acidentes passados teriam sido evitados se a atitude do comandante tivesse sido focar no problema principal e não deixar outros problemas secundários ofuscarem seu foco. E uma empresa é igual! Para tanto, o comandante tem de saber a responsabilidade e peso de suas decisões.
Por fim, queria apenas dizer que, muitas vezes, definir o foco já é 50% da solução. Quantos líderes de empresas, especialmente menores ou familiares, fazem o exercício de estudar a fundo o momento em que a empresa se encontra, o ambiente externo, os concorrentes, os clientes, entre outros, e se perguntarem “para onde devemos ir? Que decisões temos que tomar? O que temos que mudar? Onde colocaremos nosso Foco?”. Nesse exercício tão fundamental, tenho visto com freqüência um fenômeno interessante: líderes têm mais dificuldade de decidir o que NÃO fazer do que O QUE fazer! E muitas vezes dizer NÃO a algo é muito mais importante do que SIM para o que você já está fazendo!
Colin Butterfield - Radar S/A, CEO
FONTE: https://endeavor.org.br/manter-foco-crescer/
Setor de franquias fatura R$ 127,3 bilhões em 2014
O setor brasileiro de franquias faturou, em 2014, R$ 127,3 bilhões, um aumento de 7,7% em comparação a 2013. O presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-RJ), Beto Filho, explica que, no período 2003-2014, houve o surgimento de muitas marcas, abertura de ramos de atividade, relações novas de investidores de fundos de investimento, entrada no mercado de franqueadores profissionais e de jovens de universidades. "A franquia se sustentou em todas essas vertentes”.
Beto Filho acredita que, apesar de o ano de 2015 estar sinalizando para um baixo crescimento econômico, a expectativa é que a receita do setor crescerá entre 6,5% e 8%, em contraposição aos números negativos previstos por vários outros setores econômicos, como o automotivo, cuja expectativa é queda de 10% na produção de veículos em 2015, diante da contração do mercado nacional.
“Com essa perspectiva, a gente está mostrando, como ocorreu com os 7,7% do ano passado, que o franchising tem a sustentação de ser um bom exemplo para o país em termos de organização, gestão, governança, de leitura de cenário permanente, que o torna o último setor a entrar em crise e o primeiro a sair, pelas características profissionais que a franquia mantém”, analisou o presidente da ABF-RJ.
Acompanhando a evolução do faturamento, a expectativa é que as franquias continuem sendo um bom empregador no país, principalmente na área de serviços. Números da ABF indicam que o setor gera cerca de 1,2 milhão de empregos diretos. “Ele representa também o crescimento de renda”, disse Beto Filho. "A franquia é uma garantia do capital no meio produtivo, com risco menor".
A microfranquia, denominação para empresas com investimento de até R$ 80 mil, continua tendo muita procura. “Atinge no Brasil o grande público, que é a nova classe C”. Beto Filho esclareceu que as regras, porém, são iguais para todas as franquias e que muitas microfranquias, dependendo do segmento de negócio, têm capacidade de faturamento até maior do que franquias de grande porte. Na avaliação do presidente, a tendência é de continuidade da microfranquia, porque as classes C e a D apresentam um “sangue empreendedor mais forte”.
No interior do país, o presidente da ABF-RJ informou que as franquias estão fazendo uma verdadeira “revolução no varejo”. Isso ocorre em especial em cidades com menor população e comércio mais antigo, onde a chegada de franquias modernas obriga a reformulação de todo o varejo. A ABF projeta para 2015 crescimento de 8% para o número de marcas em operação no Brasil (eram 2.942 redes no ano passado) e aumento entre 9% e 10% no total de unidades franqueadas, que atingiram 125.378, em 2014.
O estado do Rio de Janeiro tem participação de 12,6% no mercado nacional. Este ano, com a preparação para as Olimpíadas de 2016 e eventos internacionais, como o Rock In Rio, a estimativa é que o faturamento do franchising fluminense vai ficar em torno de 8,5% a 9%. “Toda essa movimentação vem impactando de forma positiva desde o ano passado”.
Em 2015, a Lei de Franquia Empresarial número 8.955/94, conhecida como Lei do Franchising, completa duas décadas. “É uma lei que deu certo porque é equilibrada”, avaliou Beto Filho. "Em uma relação empresarial tradicional, o normal seria o lado mais forte ter mais regalias de lei. Isso não ocorre com a Lei do Franchising. Nesse ponto, a gente está comemorando o sucesso”. Na linha geral da lei, o presidente assegurou que não é preciso mudar nada, porque o que dá certo na visão jurídica e na visão da relação comercial entre duas partes “vem com um peso positivo gigantesco”.
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2015/04/setor-de-franquias-fatura-r-1273-bilhoes-em-2014
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O setor brasileiro de franquias faturou, em 2014, R$ 127,3 bilhões, um aumento de 7,7% em comparação a 2013. O presidente da Associação Brasileira de Franchising do Rio de Janeiro (ABF-RJ), Beto Filho, explica que, no período 2003-2014, houve o surgimento de muitas marcas, abertura de ramos de atividade, relações novas de investidores de fundos de investimento, entrada no mercado de franqueadores profissionais e de jovens de universidades. "A franquia se sustentou em todas essas vertentes”.
Beto Filho acredita que, apesar de o ano de 2015 estar sinalizando para um baixo crescimento econômico, a expectativa é que a receita do setor crescerá entre 6,5% e 8%, em contraposição aos números negativos previstos por vários outros setores econômicos, como o automotivo, cuja expectativa é queda de 10% na produção de veículos em 2015, diante da contração do mercado nacional.
“Com essa perspectiva, a gente está mostrando, como ocorreu com os 7,7% do ano passado, que o franchising tem a sustentação de ser um bom exemplo para o país em termos de organização, gestão, governança, de leitura de cenário permanente, que o torna o último setor a entrar em crise e o primeiro a sair, pelas características profissionais que a franquia mantém”, analisou o presidente da ABF-RJ.
Acompanhando a evolução do faturamento, a expectativa é que as franquias continuem sendo um bom empregador no país, principalmente na área de serviços. Números da ABF indicam que o setor gera cerca de 1,2 milhão de empregos diretos. “Ele representa também o crescimento de renda”, disse Beto Filho. "A franquia é uma garantia do capital no meio produtivo, com risco menor".
A microfranquia, denominação para empresas com investimento de até R$ 80 mil, continua tendo muita procura. “Atinge no Brasil o grande público, que é a nova classe C”. Beto Filho esclareceu que as regras, porém, são iguais para todas as franquias e que muitas microfranquias, dependendo do segmento de negócio, têm capacidade de faturamento até maior do que franquias de grande porte. Na avaliação do presidente, a tendência é de continuidade da microfranquia, porque as classes C e a D apresentam um “sangue empreendedor mais forte”.
No interior do país, o presidente da ABF-RJ informou que as franquias estão fazendo uma verdadeira “revolução no varejo”. Isso ocorre em especial em cidades com menor população e comércio mais antigo, onde a chegada de franquias modernas obriga a reformulação de todo o varejo. A ABF projeta para 2015 crescimento de 8% para o número de marcas em operação no Brasil (eram 2.942 redes no ano passado) e aumento entre 9% e 10% no total de unidades franqueadas, que atingiram 125.378, em 2014.
O estado do Rio de Janeiro tem participação de 12,6% no mercado nacional. Este ano, com a preparação para as Olimpíadas de 2016 e eventos internacionais, como o Rock In Rio, a estimativa é que o faturamento do franchising fluminense vai ficar em torno de 8,5% a 9%. “Toda essa movimentação vem impactando de forma positiva desde o ano passado”.
Em 2015, a Lei de Franquia Empresarial número 8.955/94, conhecida como Lei do Franchising, completa duas décadas. “É uma lei que deu certo porque é equilibrada”, avaliou Beto Filho. "Em uma relação empresarial tradicional, o normal seria o lado mais forte ter mais regalias de lei. Isso não ocorre com a Lei do Franchising. Nesse ponto, a gente está comemorando o sucesso”. Na linha geral da lei, o presidente assegurou que não é preciso mudar nada, porque o que dá certo na visão jurídica e na visão da relação comercial entre duas partes “vem com um peso positivo gigantesco”.
Por Alana Gandra - Repórter da Agência Brasil
FONTE: http://www.ebc.com.br/noticias/economia/2015/04/setor-de-franquias-fatura-r-1273-bilhoes-em-2014
5 indicadores econômicos que os empreendedores devem acompanhar
Em tempos de crise, ficar de olho nos movimentos da macroeconomia é ainda mais importante
Câmbio, inflação, taxa Selic. Muitos empreendedores subestimam a importância e o impacto dos indicadores macroeconômicos no negócio. Em tempos de economia em baixa, é preciso acompanhar com atenção e prever movimentos para não ter prejuízo.
Para especialistas em finanças e economia, a demora em reagir pode ser fatal para as pequenas empresas. “O empreendedor tem que estar ligado ao que está acontecendo na economia e como isso afeta o negócio dele, olhando para o futuro”, diz Maurício Galhardo, sócio-diretor da Praxis Business.
O primeiro passo é observar as finanças e começar a manter uma reserva técnica. “Se depender de recursos bancários, não pode esquecer que a taxa de juros está chegando em um patamar muito alto, que pode ultrapassar a rentabilidade do negócio dele”, afirma Otto Nogami, professor do MBA Executivo do Insper.
1. Inflação
A inflação em março foi a mais elevada para o mês desde 1995. Em 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 8,13%. Isso significa que os preços estão subindo acima do esperado. “Por trás do nível inflacionário há também um aumento de custos de produção, tanto de insumos quanto da remuneração dos funcionários. Esse é um parâmetro importantíssimo porque afeta o custo de produção”, diz Nogami.
Na prática, a inflação ajuda a “medir se as coisas estão indo bem ou não”, diz Galhardo.
2. Taxa Selic
A taxa Selic mostra o que o governo está fazendo para controlar a inflação. O valor é uma média dos juros pagos pelo governo por empréstimos em bancos. “É um ponto importante porque mostra o que o governo está tentando fazer para estabilizar a economia”, afirma Galhardo.
Quanto maior a taxa, mais caro fica o crédito para os consumidores e as empresas. Além disso, com Selic elevada, menos dinheiro circula e isso pode impactar diretamente as vendas.
3. Taxa de câmbio
O dólar atingiu neste ano o maior patamar desde 2003 e oscila na casa dos R$ 3,00. Para quem importa, os efeitos são graves. “À medida que a moeda nacional se desvaloriza o empresário que importa começa a ter impactos sobre custos”, diz Nogami.
Se o empresário repassa este aumento de custo ao consumidor, a demanda pode cair e a inflação ser aumentada. Para os exportadores a notícia é boa. “Se ele tem negociação estabelecida em dólar e vende para fora, está sendo bom”, afirma Galhardo.
4. Endividamento da população
O grau de endividamento da população é medido por vários órgãos, como a Fecomércio. Se o seu negócio é muito dependente de vendas por financiamento, é preciso ficar atento a este indicador. “Se o nível já está alto, mostra que as pessoas não tem como pegar mais crédito no mercado”, diz Galhardo.
5. Gastos do governo
O que os gastos do governo têm a ver com o seu negócio? O professor do Insper explica: “não pode esquecer que o governo também é um grande consumidor da economia, seja gastando para a manutenção da máquina governamental ou com os vencimentos dos seus funcionários que são participantes do mercado de consumo”.
Gastos elevados, demanda mais aquecida e produção abaixo do esperado desembocam na inflação. “Temos que tomar cuidado com o aumento de demanda sem a evolução proporcional em termos de produção”, diz Nogami.
Por Priscila Zuini
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/04/5-indicadores-economicos-que-os-empreendedores-devem-acompanhar.html
Em tempos de crise, ficar de olho nos movimentos da macroeconomia é ainda mais importante
Câmbio, inflação, taxa Selic. Muitos empreendedores subestimam a importância e o impacto dos indicadores macroeconômicos no negócio. Em tempos de economia em baixa, é preciso acompanhar com atenção e prever movimentos para não ter prejuízo.
Para especialistas em finanças e economia, a demora em reagir pode ser fatal para as pequenas empresas. “O empreendedor tem que estar ligado ao que está acontecendo na economia e como isso afeta o negócio dele, olhando para o futuro”, diz Maurício Galhardo, sócio-diretor da Praxis Business.
O primeiro passo é observar as finanças e começar a manter uma reserva técnica. “Se depender de recursos bancários, não pode esquecer que a taxa de juros está chegando em um patamar muito alto, que pode ultrapassar a rentabilidade do negócio dele”, afirma Otto Nogami, professor do MBA Executivo do Insper.
1. Inflação
A inflação em março foi a mais elevada para o mês desde 1995. Em 12 meses, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulou alta de 8,13%. Isso significa que os preços estão subindo acima do esperado. “Por trás do nível inflacionário há também um aumento de custos de produção, tanto de insumos quanto da remuneração dos funcionários. Esse é um parâmetro importantíssimo porque afeta o custo de produção”, diz Nogami.
Na prática, a inflação ajuda a “medir se as coisas estão indo bem ou não”, diz Galhardo.
2. Taxa Selic
A taxa Selic mostra o que o governo está fazendo para controlar a inflação. O valor é uma média dos juros pagos pelo governo por empréstimos em bancos. “É um ponto importante porque mostra o que o governo está tentando fazer para estabilizar a economia”, afirma Galhardo.
Quanto maior a taxa, mais caro fica o crédito para os consumidores e as empresas. Além disso, com Selic elevada, menos dinheiro circula e isso pode impactar diretamente as vendas.
3. Taxa de câmbio
O dólar atingiu neste ano o maior patamar desde 2003 e oscila na casa dos R$ 3,00. Para quem importa, os efeitos são graves. “À medida que a moeda nacional se desvaloriza o empresário que importa começa a ter impactos sobre custos”, diz Nogami.
Se o empresário repassa este aumento de custo ao consumidor, a demanda pode cair e a inflação ser aumentada. Para os exportadores a notícia é boa. “Se ele tem negociação estabelecida em dólar e vende para fora, está sendo bom”, afirma Galhardo.
4. Endividamento da população
O grau de endividamento da população é medido por vários órgãos, como a Fecomércio. Se o seu negócio é muito dependente de vendas por financiamento, é preciso ficar atento a este indicador. “Se o nível já está alto, mostra que as pessoas não tem como pegar mais crédito no mercado”, diz Galhardo.
5. Gastos do governo
O que os gastos do governo têm a ver com o seu negócio? O professor do Insper explica: “não pode esquecer que o governo também é um grande consumidor da economia, seja gastando para a manutenção da máquina governamental ou com os vencimentos dos seus funcionários que são participantes do mercado de consumo”.
Gastos elevados, demanda mais aquecida e produção abaixo do esperado desembocam na inflação. “Temos que tomar cuidado com o aumento de demanda sem a evolução proporcional em termos de produção”, diz Nogami.
Por Priscila Zuini
FONTE: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/04/5-indicadores-economicos-que-os-empreendedores-devem-acompanhar.html
Seis franquias são inauguradas por hora útil no Brasil
Levantamento mostra que franquias inauguradas em 2014 geraram mais de 155 mil novas vagas de emprego no País
Segundo estudo da Rizzo Franchise, consultoria em franquia, seis franquias são inauguradas por hora útil no Brasil. Em 2014, foram instaladas 17.413 franquias em 2014, sendo 1.451 inaugurações por mês e 48 por dia.
As unidades inauguradas geraram 155.649 novas vagas de emprego, um aumento de 7,16% em relação a 2013, totalizando 426 vagas por dia. São 98 novos empregos diretos gerados por hora no setor.
Além disso, segundo a pesquisa, as receitas geradas pelas franquias em 2014 chegaram a R$ 352 bilhões de reais. O crescimento foi de 7,54% em comparação a 2013. A receita diária das franquias chega a quase R$ 965 milhões.
Mercado cresce e ganha novas marcas
Em 2014, o País chegou a marca de 2.879 empresas franqueadoras atuantes no mercado, sendo 87,4% de origem brasileira. O crescimento dos novos franqueadores chegou a 6,20%, totalizando 168 novas marcas.
FONTE: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2015-01-22/seis-franquias-sao-inauguradas-por-hora-no-brasil.html
E-Commerce
Levantamento mostra que franquias inauguradas em 2014 geraram mais de 155 mil novas vagas de emprego no País
Segundo estudo da Rizzo Franchise, consultoria em franquia, seis franquias são inauguradas por hora útil no Brasil. Em 2014, foram instaladas 17.413 franquias em 2014, sendo 1.451 inaugurações por mês e 48 por dia.
As unidades inauguradas geraram 155.649 novas vagas de emprego, um aumento de 7,16% em relação a 2013, totalizando 426 vagas por dia. São 98 novos empregos diretos gerados por hora no setor.
Além disso, segundo a pesquisa, as receitas geradas pelas franquias em 2014 chegaram a R$ 352 bilhões de reais. O crescimento foi de 7,54% em comparação a 2013. A receita diária das franquias chega a quase R$ 965 milhões.
Mercado cresce e ganha novas marcas
Em 2014, o País chegou a marca de 2.879 empresas franqueadoras atuantes no mercado, sendo 87,4% de origem brasileira. O crescimento dos novos franqueadores chegou a 6,20%, totalizando 168 novas marcas.
FONTE: http://economia.ig.com.br/financas/seunegocio/2015-01-22/seis-franquias-sao-inauguradas-por-hora-no-brasil.html
Como fazer uma boa campanha de marketing
Pequenos e grandes empreendedores e funcionários de diversos mercados começam a se envolver com marketing e propaganda porque acreditam que têm uma mensagem ou um produto que valem a pena. E eles tentam encontrar uma maneira de fazer com que os outros saibam.
Mas, afinal: é possível vender uma ideia ou produto de uma maneira simples e verdade, que não faça as pessoas virarem os olhos? O passo mais importante é ser diferente. Muitas empresas ainda usam a linha de “vamos superar suas expectativas”, que já foi um bom pensamento um dia. Hoje, não é mais. Encontre algo que faça com que seus clientes realmente percebam que podem encontrar algo interessante.
Em segundo lugar, seja preciso. É aqui que a maioria das pessoas cometem erros. Se você diz que seu site, por exemplo, é fácil e rápido de navegar, mas na verdade não é isso que acontece, entenda: nunca prometa. Quando você diz que é capaz de resolver algo, isso faz com que os clientes criem esperanças e se você não entrega o que prometeu, eles se decepcionam e não voltam mais. Apesar disso, não se engane. É também necessário que você se promova um pouco. Mas não prometa nada que não possa cumprir.
Por ultimo, foque no “como”, mas não se esqueça do “o que”. Todas as propagandas e promoções são baseadas em dois pontos importantes: no evento específico e seu resultado e também em como as pessoas sem sentem em relação a ele. Quando você está definindo sua marca, é essencial que tenha claro na cabeça como você quer que os clientes se sintam.
Uma boa maneira de medir os resultados é pensar em como os clientes mais satisfeitos se sentem. Tente se colocar no lugar deles. O que você espera de uma marca? Quer confiança? Então é exatamente isso que você deve entregar em seu marketing.
Por Erika Andersen
FONTE: http://www.forbesbrasil.co/carreira/como-fazer-uma-boa-campanha-de-marketing/
Pequenos e grandes empreendedores e funcionários de diversos mercados começam a se envolver com marketing e propaganda porque acreditam que têm uma mensagem ou um produto que valem a pena. E eles tentam encontrar uma maneira de fazer com que os outros saibam.
Mas, afinal: é possível vender uma ideia ou produto de uma maneira simples e verdade, que não faça as pessoas virarem os olhos? O passo mais importante é ser diferente. Muitas empresas ainda usam a linha de “vamos superar suas expectativas”, que já foi um bom pensamento um dia. Hoje, não é mais. Encontre algo que faça com que seus clientes realmente percebam que podem encontrar algo interessante.
Em segundo lugar, seja preciso. É aqui que a maioria das pessoas cometem erros. Se você diz que seu site, por exemplo, é fácil e rápido de navegar, mas na verdade não é isso que acontece, entenda: nunca prometa. Quando você diz que é capaz de resolver algo, isso faz com que os clientes criem esperanças e se você não entrega o que prometeu, eles se decepcionam e não voltam mais. Apesar disso, não se engane. É também necessário que você se promova um pouco. Mas não prometa nada que não possa cumprir.
Por ultimo, foque no “como”, mas não se esqueça do “o que”. Todas as propagandas e promoções são baseadas em dois pontos importantes: no evento específico e seu resultado e também em como as pessoas sem sentem em relação a ele. Quando você está definindo sua marca, é essencial que tenha claro na cabeça como você quer que os clientes se sintam.
Uma boa maneira de medir os resultados é pensar em como os clientes mais satisfeitos se sentem. Tente se colocar no lugar deles. O que você espera de uma marca? Quer confiança? Então é exatamente isso que você deve entregar em seu marketing.
Por Erika Andersen
FONTE: http://www.forbesbrasil.co/carreira/como-fazer-uma-boa-campanha-de-marketing/
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