Empreendedores aproveitam começo do ano para iniciar negócio.

 

 Férias, novas ideias, planejamento e a vontade de empreender. Esses ingredientes fazem com o mês de janeiro tenha número recorde de atendimentos nas agências do Sebrae. No primeiro mês de 2015, 1.180 empreendedores foram atendidos presencialmente na agência do Sebrae, em João Pessoa. Nos demais meses, o número de atendimento presencial é em torno de 700 e, em janeiro passado, foram mil pessoas atendidas na agência. Como formalizar uma atividade econômica, como iniciar uma empresa ou como melhorar a gestão do próprio negócio são as principais informações buscadas no Sebrae.

Para atender essa grande demanda de início do ano, o Sebrae estendeu seu horário de atendimento e orientação empresarial. O serviço não fecha mais no horário de almoço, permanecendo aberto das 8h às 18h, sem intervalo.            “As pessoas aproveitam o período de férias e de início de ano para buscar informações e orientações. Este período também é quando são feitas as migrações de categorias empresariais e adesão ao Simples Nacional. Estamos preparados para tirar essas dúvidas e orientar o empreendedor”, disse o analista do Sebrae, Alexandro Teixeira. 
Além de estender o horário de atendimento, desde a segunda quinzena de janeiro, o Sebrae instalou um posto de atendimento do INSS no setor de orientação empresarial, com técnicos do órgão, que orientam e informam sobre questões ligadas à Previdência Social. Esse atendimento acontece às terças e quintas-feiras, das 9h às 17h e é exclusivo para pessoas jurídicas ou para quem pretende abrir o próprio negócio.
Os empreendedores que não podem se deslocar até uma agência do Sebrae têm ainda a alternativa do atendimento online. Desde o segundo semestre do ano passado, o Sebrae  iniciou o serviço Fale com o Especialista. Das 9h às 17h, consultores estão disponíveis para prestar orientações nas áreas de empreendedorismo, planejamento, finanças, pessoas, organização, leis e normas, mercado, cooperação e inovação. De agosto de 2014 a janeiro de 2015, já foram atendidas 502 pessoas nesse serviço.
Para acessar a plataforma basta acessar o site do Sebrae  (www.sebrae.com.br) e clicar no link Atendimento Online. Para entrar no bate papo com o consultor, é necessário fazer um cadastro no site. Caso já seja cadastrado, é preciso apenas inserir o CPF e a senha, e logo em seguida o canal é habilitado. O atendimento individual pode durar até 40 minutos.
fonte: http://www.paraibatotal.com.br/noticias/2015/02/03/19616-empreendedores-aproveitam-comeco-do-ano-para-iniciar-negocio

E-Commerce

 

Mercado de franquias cresce 8,52% em 2014.

 

 

Consultoria em Franchising que todos os anos realiza a pesquisa "O Franchising na Economia Brasileira", com o balanço do desempenho das franquias no Brasil, acaba de divulgar os dados de 2014, além das melhores tendência para investir e também os setores em baixa este ano, segundo o especialista Marcus Rizzo, autor do estudo.
Em 2014 foram abertas 48 novas franquias por dia e 6 por hora útil. A rede total de franquias do país cresceu 8,52% e já somam mais de 17.400 comércios em funcionamento.
O número de marcas (franqueadoras) que expandem por meio de franquias já chega hoje a 2.879.
O Franchising gera 2.330 milhões de empregos diretos e mais 2 milhões indiretos. Só no ano passado, foram abertas mais de 155 mil novas vagas de emprego, um crescimento de 7,16% em relação a 2013.
O faturamento do mercado alcançou R$ 352 bilhões em 2014, um crescimento de 7,54% em relação ao ano anterior. As franquias foram responsáveis por quase um décimo de toda a riqueza gerada no país no ano passado, representando 9,10% do PIB.
Em 2014, 168 empresas (marcas) resolveram aderir ao Franchising como forma de expansão.
Os setores em alta para investir numa franquia em 2015 são: Alimentação, especialmente os negócios que fazem Delivery, Saúde & Beleza, que ofereçam serviços rápidos e de conveniência e o setor de Educação & Treinamento, que estão inovando em cursos para aprimoramento do conhecimento e profissionalização.
Microfranquias do setor de Limpeza & Conservação e as franquias fomentadas pelo modismo, como sorveterias, paleterias e esmalterias.
fonte:http://www.investimentosenoticias.com.br/financas-pessoais/franquias/mercado-de-franquias-cresce-8-52-em-2014
 
E-Commerce

 

Franquia é considerada opção segura para investir.

Segmento é aposta de empresas que querem expandir negócios e de novos empreendedores.



Apesar do período de turbulências, um setor parece caminhar alheio aos problemas da economia brasileira. O franchising nacional segue crescendo acima de outros segmentos e, mesmo com a série de ajustes previstos para 2015, projeta mais um ano positivo. Com isso, as franquias tornam-se uma oportunidade de investimento, tanto para empresas que pensam em expandir quanto para empreendedores interessados em um primeiro negócio. O cenário é explicado, entre outros fatores, pela segurança que a reputação das marcas gera nos consumidores e pela estrutura consolidada das franqueadoras.
De acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), o segmento cresceu 7,7% em faturamento no ano passado, totalizando R$ 127 bilhões. O número de marcas operando saltou de 2.703 para 2.942, acréscimo de 8,8%. Também teve elevação a quantidade de unidades franqueadas, que ultrapassaram a marca de 125 mil, 9,6% a mais do que em 2013. Para 2015, a projeção é obter uma receita entre 7,5% e 9% maior. Os dados consolidados pela ABF confirmam a tendência verificada nos últimos anos, com o franchising se sobressaindo ao varejo de uma maneira geral. Afinal, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), o setor fecha 2014 com apenas 2,6% de aumento.
Para a presidente da regional Sul da ABF, Fabiana Estrela, o movimento é explicado, basicamente, pela reputação das marcas, fator que gera mais segurança em momentos de oscilação da economia. “Em momentos de crise o consumidor escolhe as marcas mais conhecidas. Da mesma forma, o empresário que ruma para um novo negócio prefere um investimento em um sistema integrado, planejado e testado, caso do franchising”, explica. Além disso, opina Fabiana, para a empresa que está se tornando franqueadora, o franchising é um canal para se ter ganho em escala sem aplicar capital próprio diretamente. “Quem faz investimento nas lojas é o franqueado”, afirma.
De acordo com Fabiana, à medida que a franquia vai ganhando escala em número de unidades, expande não somente a visibilidade da marca, mas inclusive as capacidades de negociação que impactam nos resultados de faturamento. “É diferente negociar com um fornecedor para uma ou duas lojas próprias do que negociar para toda uma rede de franquias.” O franchising também permite a troca de informações entre franqueado e franqueador: “Outras empresas investem orçamentos altos em pesquisa para ter informações sobre clientes por exemplo. Mas uma rede de franquias tem um dono em cada loja, uma inteligência engajada que traz percepções e novas ideias direto do consumidor”, completa.
O diretor da Capadócia Negócios, consultoria especializada, Paulo Pinheiro, por sua vez, destaca as facilidades geradas por um sistema padronizado de procedimentos comerciais, administrativos e de marketing. Quem deseja abrir uma loja de determinada franquia tem garantido ciclos de produção e fornecimento, além de tabelas de preço, treinamento, acompanhamento de indicadores e toda a estrutura montada pela franqueadora. “É uma bela oportunidade de investimentos”, confirma Pinheiro.

Investimento requer cuidados

Para ingressar no ramo das franquias é essencial realizar uma série de diagnósticos relativos ao perfil da empresa, alerta o diretor da Capadócia Negócios, consultoria especializada no segmento, Paulo Pinheiro. Em um primeiro momento, uma “análise de franqueabilidade” investiga se o negócio em questão possui os pré-requisitos para ingressar nesse novo mundo. São observados, então, entre outros aspectos, o atual estágio de desenvolvimento da companhia, sua governança corporativa, estrutura organizacional, metodologia de trabalho e estrutura. “Também é importante ter uma marca ou um serviço com força suficiente para se multiplicar no mercado”, considera Pinheiro.
A presidente da regional Sul da ABF, Fabiana Estrela, destaca a relevância do modelo de negócio ter potencial para dar resultados positivos por unidade. “Você pode ter uma rede de lojas próprias com o financeiro interligado. Nesse caso, uma unidade pode cobrir perdas da outra. Mas, para o franchising, tem que se projetar como esse negócio vai se comportar em cada estabelecimento”, explica. Ou seja, cada franqueado, embora faça parte de uma rede, tem obrigações individuais, com CNPJ e condição fiscal própria. O modelo do produto ou do serviço oferecido pela franqueadora necessita de condições para cada unidade ter sucesso econômico autossuficiente.  
De acordo com Pinheiro, é preciso prestar atenção no perfil de franqueado escolhido. “Não é o franqueado que escolhe a franquia. É a franqueadora que pré-determina um perfil adequado”, ressalta. O consultor defende, entretanto, que as primeiras unidades sejam montadas pela própria franqueadora, facilitando a criação de uma espécie de laboratório das especificidades que a empresa construiu na sua estratégia de mercado e, dessa maneira, corrigindo possíveis erros. “Marketing e comunicação devem ser sistêmicos, para que haja entendimento da proposta de valor que deve ser transmitida para toda a cadeia”, completa.

fonte: http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=186257
E-Commerce

 

Empreendedor abandona loja física para se dedicar ao e-commerce.

Em seu primeiro ano de vida somente no mundo virtual, Era Uma Vez cresce 25%.

 

 

Seis anos atrás, em 2009, os irmãos Andréa e Victor Lovato apostaram em uma loja especializada em produtos para bebês de até três anos e enxovais no tradicional bairro de comércio Bom Retiro, em São Paulo. Algum tempo depois, em junho de 2012, colocaram um pé no mundo virtual com a abertura da loja online Era Uma Vez. O objetivo, nessa época, era que a página fortalecesse as vendas da loja física. O e-commerce, então, seria um segundo canal de comercialização.
Mas os planos acabaram sendo revistos. Com o site representando 50% do faturamento, a dupla decidiu fechar a loja física cerca de um ano atrás para se dedicar somente ao e-commerce. “Com o fechamento da loja reduzimos nossos custos em cerca de 80%,  pois no bairro em que estávamos os aluguéis são muito altos”, conta Victor.
 Com a mudança de estratégia, a Era Uma Vez faturou R$ 2 milhões em 2014, cerca de 25% a mais que no ano anterior – mesmo sem a loja física. “Fechamos a loja, reduzimos os custos e rentabilizamos a empresa vendendo on-line.”
Para manter o mix adequado à sua clientela, Victor e Andréa apostam em produtos que vão desde itens mais populares até marcas mais caras. “As roupas de bebê voltadas para o uso no dia-a-dia, com um custo menor, são nosso carro-chefe e respondem por aproximadamente 80% das vendas”, afirma o empreendedor.
Hoje, o site recebe cerca de 40 pedidos por dia e o tíquete médio fica em R$ 150. São cerca de 4.500 produtos de 40 marcas diferentes à disposição do consumidor.
Para continuar atendendo quem compra no atacado – o Bom Retiro é famoso pelas vendas nesse formato -, a Era Uma Vez permite aos clientes comprar com desconto nas vendas a partir de 12 peças, que podem ser diferentes e adquiridas por pessoa física, e acima de R$ 300.
Para 2015, a Era Uma Vez espera crescer 30%.
fonte:http://revistapegn.globo.com/Banco-de-ideias/E-commerce/noticia/2015/02/empreendedor-abandona-loja-fisica-para-se-dedicar-ao-e-commerce.html
 
Suite 57

Como é administrar uma empresa familiar?

 

Caro, Empreendedor! Hoje, vamos falar sobre, Empreendedorismo Familiar. Os desafios, as dificuldades, e qual o segredo para conduzir uma empresa familiar rumo ao sucesso, como administrar uma empresa onde o dono é seu pai, sua mãe, e seus irmãos são seus companheiros de gestão. E quem vai nos ajudar a entender um pouco de como funciona tudo isso, é nosso primeiro entrevistado do blog, Gislan Viera, ele é quem comanda o Grupo Magister de ensino.
Psicologo por formação, empreendedor por paixão, esse é Gislan Viera, que comanda os negócios da família por 16 anos. Fomos bater um papo com ele e saber como é o dia a dia, saber se “quem é da família trabalhar menos ou quando quer”.
Caderno Empreendedor: Quais os desafios de conduzir uma empresa familiar, está a frente da empresa?
Gislan Viera: É um desafio muito grande, existem dois aspectos que precisam ser vistos para que possamos ter bons resultados na gestão de uma empresa familiar. O primeiro aspecto que é preciso está atento, é o afetivo, o ritmo do trabalho não pode afetar a vida familiar, é preciso ter cada coisa em seu lugar. O outro aspecto, é a profissionalização. Os membros da família precisam compreender que neste processo, eles precisam se tornar neutros, sempre buscando atingir um bem comum, que é o crescimento e sucesso da empresa. A profissionalização é o maior desafio, a profissionalização é o ápice para que a empresa chegue ao sucesso. Cada membro não pode apenas defender seus ideiais,  mas defender os interesses da empresa.
Caderno Empreendedor: Como é a cobrança dos pais por bons resultados?
Gislan Viera: A cobrança existe em todo processo administrativo, pois temos metas a cumprir, temos objetivos da própria empresa. Quando há uma profissionalização dentro da empresa, nos assumirmos nossas responsabilidade como funcionários, independente de sermos filhos ou parentes. Busco realizar o trabalho com muito profissionalismo, justamente pra não haver inversão de papeis.
Caderno Empreendedor: E o puxão de orelha, existe quando os resultados não vem?
Gislan Viera: Eu não diria nem tanto “puxão de orelha” mas, nossos pais nos dão as orientações necessárias para atingir os objetivos da empresa. E como toda empresa, nos somos direcionados e quando necessários sim, meus pais me chamam a atenção, caso realmente agente não esteja trilhando pelo caminho trilhado pela presidência.
Caderno Empreendedor: A cobrança é menor ou maior por conta da filiação familiar?
Gislan Viera: Realmente, o nível de cobrança se torna bem maior, por que existe ainda a autoridade materna e paterna dentro do acompanhamento do trabalho. O nível de cobrança é grande pela busca por bons resultados.
Caderno Empreendedor: Depois de tanto tempo a frente dos negócios da família, você tem planos de abrir sua própria empresa?
Gislan Viera: Chega um momento, que você alcança a maturidade profissional, e acabamos sentindo a necessidade de ter o próprio negócio. Mas, no meu caso não significa abandonar os negócios da família, mas, a necessidade de algo para complementar os negócios da familia. O que eu administro hoje não é meu, é uma empresa dos meus pais, empresa família, hoje sinto necessidade de ter meu negócio, que considero como fruto de uma maturidade profissional adquirida.
Caderno Empreendedor: Gislan, muito obrigado pelo bate papo, pra finalizar, que recado você deixa para quem deseja empreender?
Gislan Viera: Eu digo que um empreendedor, é um sonhador! Todos nós que empreendemos temos um sonho. Eu deixo como mensagem para vocês leitores, é importante sonhar, acreditar no seu sonho, para que a partir dai, você ter um foco, um objetivo que é a realização deste sonho. Para você que quer empreender, ter seu próprio negócio, toda essa ideia tem que partir de um sonho, de um desejo interior. A necessidade de galgar novos rumos, a trilha um caminho. A minha mensagem final é, sonhe, e acredite que é possível!


Gislan Viera em evento da empresa familiar que administra.

Como podemos observar, o ponto crucial descrito pelo Gislan, é a prossionalização. Trabalhar em vista do bem maior que é a empresa, e não seus objetivos pessoais, trabalhar em uma empresa familiar apenas para garantir resultados para si mesmo, pode destruir você, e ainda pode levar a empresa junto a falência. Mas quando há neutralidade, onde o bem maior é a empresa, o sucesso e crescimento da empresa é questão de tempo.
Outro ponto importante que destaco, é a importância dos pais, ou daqueles que estão a mais tempo na condução da empresa. Ouvir essas pessoas, se deixar direcionar por elas é um fator crucial, não que elas sempre estarão certas, mas ter os ouvidos sempre atentos a voz da experiência. Nem sempre você está certo, ou mesmo a sua solução por mais moderna que seja talvez não seja o melhor para empresa. É preciso um pouco de maturidade nessa hora.
fonte: http://www.portalodia.com/blogs/cadernoempreendedor/como-e-administrar-uma-empresa-familiar-224924.html

E-Commerce

 

Pequenos ambientes, grandes negócios.

 Enquanto o valor do metro quadrado dos imóveis comerciais cresce, o tamanho das empresas diminui. Desafio é colocar no espaço compacto tudo o que o negócio precisa.

 A força do empreendedorismo brasileiro é grande. O Brasil ocupa a quarta posição no ranking em número absoluto de empreendedores, atrás da China, Índia e Nigéria. Segundo a pesquisa Empreendedorismo no Brasil, cerca de 40 milhões de brasileiros partiram em busca de seu próprio negócio. Os jovens, de 18 a 34 anos, são destaque e correspondem a 29,8% do total.

Começar um negócio é uma tarefa desafiadora e requer vigor para tocar a empreitada. Depois de definir a área de atuação e executar os procedimentos legais para sua regularização, o passo seguinte é cuidar da sede da nova empresa que está surgindo. “É quando o negócio começa a se materializar e suas características devem traduzir sua identidade”, define a arquiteta Andreia Spessatto.
O desafio começa pela escolha do endereço: se o imóvel é próprio, exige um aporte do empreendedor logo no início do negócio, quando os rendimentos ainda nem entraram no caixa; se é alugado, é uma despesa fixa que precisa ser calculada com cautela para evitar desequilíbrio nas contas do novo negócio. Por isso, quando a empresa nasce, em geral, a ordem é racionalizar o espaço de sua sede. Quanto menor, melhor para sua saúde financeira.
O espaço pode ser pequeno, mas as necessidades da empresa em acomodar funcionários, equipamentos, estoque, copa, área de serviço continuam as mesmas. A metragem média das salas corporativas é de 30 m², o que pode ser um desafio dependendo do que é necessário inserir nesse espaço. Um problema para os arquitetos resolverem.
As arquitetas Andreia Spessatto e Naira Sá começaram a exercitar este desafio para fazer seu próprio escritório. Em uma sala de 30 metros quadrados, elas conseguiram desenvolver um espaço com recepção para duas pessoas, lavabo, área corporativa para quatro colaboradores e sala de reunião para acomodar de cinco a seis pessoas. “Investimos em armários planejados para abrigar não apenas os materiais de escritório, mas também para isolar o purificador, frigobar e os itens de limpeza”, explica Andreia.
Segundo ela, a premissa de um bom projeto é que ele seja funcional e visualmente agradável. “O imóvel pode ser pequeno, mas não dá para ser tumultuado e transmitir a ideia de desorganização ou de um espaço abafado”, diz. Para atingir estes critérios, alguns mecanismos – como vidro incolor e persianas – são recomendados para isolar ou integrar os ambientes. O uso de espelhos e cores claras também.
fonte: http://www.dm.com.br/revista/2015/01/pequenos-ambientes-grandes-negocios.html
 
E-Commerce

 

A seleção de franqueados define o sucesso de uma franquia?

 

 

 

Um dos fatores críticos de sucesso nas franquias é o processo de seleção de franqueados. Colocar um negócio estruturado, com uma marca consolidada no mercado, na mão de um empreendedor que não preenche os pré-requisitos é um grande erro que infelizmente muitos empresários ainda cometem.
Alguns empresários que fazem a opção por expansão de seus negócios via franchising passam por um processo de reavaliar o negócio, contratam consultorias especializadas para ajudá-lo a elaborar um estudo.
Porém, apesar de passar por todo esse processo, no momento de aprovar um candidato, cometem o erro de conceder a franquia para aqueles que têm o capital suficiente para investir, sem levar em conta se esse candidato tem ou não no seu perfil as características que indicarão, ainda na fase de seleção, que terá condições de operar bem o negócio.
Franquear o negócio e colocar na mão de empreendedores que querem abrir um negócio próprio é um ato de muita responsabilidade. Conceder uma franquia para um empreendedor sem perfil, ou que não tem capital suficiente para sustentar o negócio nos primeiros meses de operação ou pelo menos até que atinja o ponto de equilíbrio, não compensa.
Em pouco tempo, esse franqueado pode ser um problema para o franqueador e para a rede. Quando isso acontece sai prejudicado o franqueado, que apostou na marca mais não consegue alcançar os resultados projetados, e a franqueadora porque acaba contabilizando problemas na rede e atrasando o seu processo de expansão.
Um processo de seleção de franqueados deve envolver ferramentas para análise de perfil. Para aplicar essas ferramentas a franqueadora deve definir com bastante detalhe quais são as características essenciais para que o franqueado tenha sucesso.
Começar errado é pior do que não começar. Como no franchising tudo se potencializa, um erro na seleção de um franqueado tem uma repercussão negativa muito rápida, na rede, na vida dessas pessoas e na franqueadora.
fonte: http://exame.abril.com.br/pme/noticias/a-selecao-de-franqueados-define-o-sucesso-de-uma-franquia
 
E-Commerce