7 dicas essenciais para quem deseja vender serviços ou produtos na web -

Para o economista Samy Dana, o e-commerce ainda tem um grande potencial de crescimento na internet brasileira.

 



 

O comércio eletrônico não é mais novidade. No entanto, nem todo mundo ainda tomou coragem para empreender na internet. A opinião é de Samy Dana, economista, professor e colunista famoso por suas participações no programa Mais Você, da TV Globo.
Para mostrar o ainda grande potencial do e-commerce, Dana se baseia, como qualquer economista conceituado que se preze, em números. "Segundo o e-bit, 51,3 milhões de brasileiros já usaram a internet, ao menos uma vez, para adquirir um produto. O número é grande, mas levando em conta a população do país [de 202,7 milhões de pessoas, de acordo com o IBGE], ainda há muito crescer", diz.
Além disso, as lojas virtuais não parecem ter sido muito afetadas pelo cenário de incertezas macroeconômicas que vem rondando o Brasil há algum tempo: o mesmo e-bit apontou uma alta de 28% nas vendas do setor em 2013 e prevê um crescimento semelhante neste ano. "Outro ponto importante é que o valor dos aluguéis, para mim, ultrapassou o razoável. Quem está na internet não precisa de um ponto comercial e não sofre com esse problema."
Dana participou do seminário "Micro e Pequena Indústria – Vender Mais e Melhor", realizado nesta terça-feira (7/10), na capital paulista, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Em sua fala, o economista deu dicas para quem quer levar seus negócios para a web Veja:
1. Construa um bom site
Segundo o economista, a internet tem 1,1 bilhão de sites. "Deve haver algo que motive o consumidor a entrar em sua página em vez das outras", afirma. Dana recomenda que as páginas sejam bonitas, funcionais e, principalmente, com um sistema de buscas eficiente.
2. Use o Analytics
O Google é um grande aliado para quem empreende na internet. Um produto gratuito da empresa é o Analytics. Com ele, é possível saber quantas pessoas estão na sua loja, qual foi o fluxo de usuários em um determinado período e que produtos foram os mais procurados, além de muitos outros levantamentos. "O Analytics pode ser útil para entender seu negócio e encontrar alternativas para fazê-lo crescer", diz Dana.
3. Destaque-se nas buscas
Com o AdWords – ferramenta paga do Google que coloca links patrocinados no topo das buscas dos usuários – os donos de lojas virtuais podem mostrar seu negócio para uma grande quantidade de pessoas.
 4. Invista nas mídias sociais
Sites como o Facebook também tem links patrocinados, que mostram produtos de acordo com as buscas do usuário. Além disso, com a criação de fanpages, o empreendedor aumenta o engajamento de seus clientes. "O ambiente permite até que as empresas brinquem com seus fãs, aproveitando algum acontecimento interessante."
5. Anuncie nas velhas mídias
A internet não acabou com as outras mídias - até por isso, fenômenos como a postagem em redes sociais motivadas por programas de TV, por exemplo, existem. Portanto, investir em publicidade em outras mídias pode ser um bom negócio. Vale ressaltar, entretanto, que tais anúncios custam centenas de milhares de reais. "Cada caso é um caso. Dependendo da verba do empreendedor, o custo-benefício pode ser bem baixo."
6. Ofereça a retirada dos produtos na loja
Um dos obstáculos à compra pela internet é o valor do frete. Para quebrar essa objeção, ofereça a possibilidade de o cliente retirar o que comprou na loja. "Empresas como a Livraria Saraiva fazem isso. Com a prática, o consumidor economiza por não pagar o frete e ainda conhece a sede física", afirma Dana.
7. Aposte em diversas formas de pagamento
No Brasil, normalmente as compras online são efetuadas com cartões de crédito ou boleto. Nem todas oferecem, por exemplo, o pagamento na função debito do cartão – algo muito útil para quem quer pagar pelo que comprou no ato e não tem tempo para os boletos. "Oferecer as três formas de pagamentos pode ser um grande diferencial", diz o economista.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Como-comecar/noticia/2014/10/7-dicas-essenciais-para-quem-deseja-vender-servicos-ou-produtos-na-web.html

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Relacionamento e serviços como diferencial competitivo das micro e pequenas empresas -

As micro e pequenas empresas nem sempre têm condições de investir em campanhas publicitárias de grande porte para atrair os seus clientes e fidelizar os que ali estão. A falta de cliente é fator determinante para a falência de uma empresa.

 

 

 

A falha na comunicação com os clientes é um dos principais motivos de fechamento das micro e pequenas empresas, pois o consumidor tem o poder de escolha maior e acesso abundante à informação sobre opções e variações de preços dos mesmos produtos e serviços, entre outras coisas. As diferentes ofertas de um mesmo produto faz com que o cliente deixe de se preocupar com a fidelização a uma marca e procure aquilo que ofereça melhor custo benefício, o que nem sempre quer dizer o menor preço.
Por isso, as empresas têm investido mais em atendimento e serviços agregados a seus produtos. Nesse quesito, as pequenas conseguem ter o seu diferencial ao criar um elo de confiança, empatia e segurança, algo que demora um tempo maior a ser conquistado nas grandes empresas. O microempreendedor individual, Valdir Novaki, mais conhecido com Sr. Valdir, de 43 anos, exemplo bem sucedido de empresa que conseguiu agregar serviços ao produto e bom atendimento, mesmo com recursos reduzidos. Mostrando que para investir na qualidade não precisa gastar muito, mas sim ter atenção aos desejos e necessidades dos clientes.
O empresário Valdir Novaki tem o Ensino Fundamental Incompleto. Não fez pesquisa de mercado para escolher o ramo que atua, escolheu vender pipoca porque era o único comércio que tinha condição financeira de abrir naquele momento. Valdir esperou 14 anos pelo ponto cedido pela prefeitura, na Praça Tiradentes, em Curitiba, ao lado da Catedral. Trabalhava como manobrista e, com o dinheiro que acumulou nesse período, conseguiu comprar o carrinho de pipoca.
Hoje a empresa fatura em torno de R$ 60 mil por ano e tem a sua esposa como funcionária. E mesmo sem conhecimento teórico, o empresário aplica no seu dia-a-dia os conceitos de Marketing de Serviço e de Relacionamento. O Marketing de Serviços está relacionado ao tratamento diferenciado dos clientes. É associação da venda de algo intangível ou à venda de um produto tangível junto a um intangível (serviço). Segundo a Associação Americana de Marketing Serviços relaciona-se a “’atividades, vantagens ou mesmo satisfação que são oferecidas à venda ou que são proporcionadas em conexão com a venda de mercadorias’”.
O conceito de Marketing de Relacionamento surgiu em 1983, escrito por Leronard Berry em literaturas sobre Marketing de Serviços. Está diretamente integrado à fidelização do cliente: Berry definiu Marketing de Relacionamento como a atração, a manutenção e em organizações multisserviços - o realce (aumento) de relacionamentos com clientes. Ele enfatizou que a atração de novos clientes deveria ser vista apenas como um passo intermediário no processo de marketing. Solidificar relacionamentos, transformar clientes indiferentes em leais e servi-los é que deveria ser considerado marketing. A rotina de trabalho começa às 6h da manhã e vai até às 21h.
Valdir e sua esposa possuem uniformes de trabalho brancos com a descrição com os dias da semana, para mostrar que o uniforme é trocado todos os dias. Faz questão de chegar ao local de trabalho e limpar todo o carrinho e panelas utilizadas para demonstrar a preocupação com a higiene. O seu produto é a Pipoca sabores: Bacon, Chocolate com Coco e Canjica.
Agrega o serviço com o Kit Higiene que contém um guardanapo, uma bala, um sache de fio dental e álcool em gel para limpar as mãos. Segundo ele, essa ideia surgiu quando uma cliente, que ficou mais tempo ao redor do carrinho de pipoca, ficava incomodada ao terminar de comer, sem saber onde limpava as mãos passou na própria roupa. A empresa bem sucedida com seu diferencial é aquela que sabe entender a necessidade ou o problema do cliente e supri as expectativas dele, no entanto é importante não só testar, mas também ver se a empresa se enquadra naquele perfil de solicitação, se não fugirá do foco.
O pipoqueiro Valdir chegou a produzir uma pipoca mais light, porque alguns clientes solicitavam uma pipoca mais saudável. Ele elaborou uma receita com elementos que deixariam sua pipoca mais “leve”. Para testar seu produto convocou um grupo de clientes que aprovaram a nova ideia. Porém, ao lançar no mercado viu que não era bem vendido, esse não era seu público alvo, pois as pessoas que procuravam comprar pipoca “teoricamente” não se preocupavam tanto com as calorias contidas ali. Mesmo assim, ele resolveu aderir ao óleo de girassol, menos prejudicial à saúde por não ter gordura trans e ter vitaminas como a E. Valdir garante que tudo que é usado na sua pipoca é de primeira qualidade, para o freguês voltar sempre. Ele usa uma pipoca importada, que dá menos casquinhas - resíduos que incomodam o dente - , e faz uma pipoca maior.
Além do ótimo atendimento que fideliza o cliente, Sr. Valdir também possui um programa de fidelização: O cliente ganha um cartão fidelidade - a cada cinco pipocas tem direito a outra gratuitamente. Diferente do que se costuma ver no mercado, o brinde dado por ele é melhor do que as pipocas compradas pelos clientes. Ele faz um pacote tamanho família como forma de agradecer ao cliente por confiar no seu trabalho e também de evitar que o cliente procure um de seus concorrentes. Ele diz: “Quando o cliente vem buscar a pipoca gratuita pra mim é motivo de festa”. As empresas grandes perdem no contato pessoal com o cliente, já que a maioria delas tem diminuído até a quantidade de vendedores com o e-comercio, por exemplo.
Zelar pela qualidade no atendimento, estar próximo ao cliente, demonstrar a satisfação em atendê-lo com o sorriso, prezar pela confiabilidade, empatia, aparência, agilidade, habilidade ao falar e a atender as solicitações do cliente faz com que as empresas de menor porte tenham o seu destaque. Também, fazer questão que o comércio por inteiro (estrutura física, uniforme, cuidados dos funcionários, etc.) seja a marca da empresa torna-se mais valioso do que o slogan bem feito, ou um layout da marca bem planejado.
fonte: http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/relacionamento-e-servicos-como-diferencial-competitivo-das-micro-e-pequenas-empresas/81742/

E-Commerce

 

Como o esporte pode te ajudar a ser um empreendedor?

Lemos frequentemente sobre a importância da prática esportiva ou de qualquer atividade física para saúde, mas como essa prática contribui para a criação de um caráter empreendedor?

 

 

 

Quando era mais jovem, praticava algum tipo de esporte quase todos os dias: futebol, basquete, vôlei, lutas e até Parkour (que não é considerado um esporte) pratiquei durante a faculdade. Tive um forte relação com o pôker e hoje sou fissurado por empreendedorismo.
Lemos frequentemente sobre a importância da prática esportiva ou de qualquer atividade física para saúde, mas como essa prática contribui para a criação de um caráter empreendedor?
Relação esporte VS empreendedorismo
Quero mostrar algumas características de atletas - mesmo que amadores - e de empreendedores e a correlação entre eles. Claro que você pode nunca ter praticado esporte na vida (mas devia começar a praticar algo) e ser um grande empreendedor, porém, quanto mais situações que estimulem o espírito empreendedor você tiver na sua vida, mais chances terá de ser um bem sucedido.
Talvez as características de um empreendedor sejam natas, porém afloradas pelo esporte, por exemplo: - Foco: uma pessoa focada – que pratica seja qual esporte for para valer, acordará às 5 da manhã se for preciso para treinar, praticará exaustivamente, dará seu máximo sempre. Um empreendedor não liga se tem que acordar cedo com tempo chuvoso: ele vai e faz!
Metas: cada atleta, mesmo que amador, possui metas. Às vezes ser o campeão, às vezes estar entre os lideres ou simplesmente vencer o adversário, o que requer planejamento e estratégia. Lembra quando você conversava com seus amigos sobre uma tática ou jogada para ganhar do outro time da rua? Empreendedores sempre têm algum plano e alguma estratégia seja em mente ou no papel (que é melhor né?). Dificilmente entra no “jogo” para improvisar.
Maturidade emocional: no esporte você nunca ganha todas e aprende a lidar com as emoções - seja de uma vitória ou de uma derrota de forma natural. Lembra aquele jogo que seu time perdeu por sua culpa ou quando sua equipe foi “humilhada” pelo time adversário? Mesmo assim, lá estava você, no outro dia treinando e jogando. Empreender, bem como praticar esportes, ensina que se pode perder um dia, mas é preciso ter coragem de levantar a cabeça e continuar. Como dizem: nem todos os dias serão de sol.
Capacidade de solucionar problemas e imprevistos: lembro-me de quando lutava Jiu Jiutsu e me via em uma situação desconfortável, desesperado, próximo de desistir, tentava entender toda a situação e o que poderia ser feito rapidamente para sair daquele incomodo. Quanto mais conhecimento (treino e prática) eu tinha, mais rápido e fácil eu me livrava da situação. Isso ocorre com vários esportes uma vez que o ambiente sempre está mudando. Agora olhe para seu negócio. Você sempre tem que se virar para resolver algum problema e quanto mais experiente fica mais rápido esse problema é solucionado.
Liderança: os esportes coletivos desenvolvem bem essa habilidade. Liderar nem sempre é ser técnico e passar a melhor tática para equipe. Liderar é mostrar ânimo, fazer o time acreditar, envolver todos na vontade de jogar. E quando aparecer uma tarefa chata - ter que ser goleiro ou jogar na zaga, por exemplo, levantar a mão e assumir aquilo com vontade, mesmo odiando aquela determinada atividade. Empreendedores animam e empolgam sua equipe constantemente. Além disso, um dia você terá que lavar o “chão da empresa” ou acertar cada dado daquela planilha enorme  que vai tomar horas do dia -, simplesmente porque tem que ser feito.
- Análise de mercado/ concorrência: assistir ao jogo do adversário, ver quem são os melhores jogadores (diferencial) e a estratégia que o time usa (modelo do negócio), estudar os números de vitórias, derrotas, artilheiros e etc (número de vendas, lucro, investimento). Atletas estão sempre analisando seus adversários, buscando o ponto fraco e fortalecendo seu ponto forte. O empreendedor busca sempre analisar seus concorrentes, trazer um diferencial que só ele tenha mesmo que seja por pouco tempo.
- Desenvolvimento da criatividade: nem sempre há uma “super” estrutura equipada para treinar, nem sempre vai ser o melhor campo, a melhor bola, melhor quadra e etc. Não pode haver “frescura” e dizer “nunca vou conseguir melhorar ou ganhar algo em lugar assim”. É preciso ser criativo e inovador pensar formas diferentes para evoluir seu treino ou seu negócio.
- Assumir riscos: pegar aquela última bola, prestes a acabar o jogo, e ter confiança para arremessar na cesta, chutar para o gol, com a convicção de que irá acertar. Situações de risco - onde perder ou ganhar pode estar em suas mãos são comuns no esporte. Assumir o risco e tocar de lado pode fazer a diferença no esporte ou empreendedorismo.
Não estou falando que só porque você jogava uma bola com os amigos você será um empreendedor de sucesso uma vez que nem todos os atletas tem espírito empreendedor, afinal quantos atletas fazem o que foi descrito acima? Porém, se você se viu em todas essas situações - ou na maioria delas - provavelmente você seja empreendedor. Não deixe esse espírito esportivo sumir. Jogue o jogo porque é isso que sabemos e adoramos fazer!
fonte:http://www.administradores.com.br/artigos/empreendedorismo/como-o-esporte-pode-te-ajudar-a-ser-um-empreendedor/81733/

E-Commerce

 

E-commerce é a nova plataforma de empreendedorismo, aponta Pesquisa. 



Mapeamento feito aponta que mais da metade do comércio eletrônico brasileiro é formada por pequenos e médios lojistas

Uma pesquisa inédita da Internet brasileira feita pela plataforma Big Web, da BigData Corp., empresa especializada em soluções de Big Data, mostra que o e-commerce do Brasil surge como uma nova opção para os empreendedores.

Do total de sites de comércio eletrônico no país, 52% correspondem aos lojistas que não utilizam qualquer solução de venda disponível no mercado. Isso indica que as páginas são de pequenas e médias empresas que constroem por conta própria o sistema.

Outro detalhe interessante é a diversidade da vitrine. Mais de 50% dos varejistas virtuais vendem menos de dez produtos na web. As grandes lojas aparecem apenas na segunda posição, mesmo oferecendo mais de cem itens diferentes.

“A maioria composta por lojas pequenas e com poucos produtos mostra um forte empreendedorismo na web nacional”, afirma Thoran Rodrigues, CEO da BigData Corp.

Do total de domínios pesquisados no e-commerce, 48% deles são registrados fora do Brasil, outro fator que evidencia a participação dos pequenos empreendedores virtuais. Além disso, 20% dos sites estão integrados com o Google Maps. “Este é um indicador de que essas páginas são frentes virtuais de lojas físicas”, explica o executivo. A grande maioria está concentrada na região Sudeste (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, principalmente) e no Paraná.

O e-empreendedorismo também aposta em um novo formato de pagamento. As carteiras virtuais, como MercadoPago, PagSeguro e Paypal  já estão disponíveis em mais de 40% das páginas. Em segundo lugar, vêm os cartões de crédito, seguido do depósito bancário e boleto. Cartão de débito só está disponível como forma de pagamento em 2% dos sites.

O principal desafio dos pequenos e médios lojistas que investem no comércio eletrônico é aumentar o número de clientes. A grande maioria (98,06%) ainda possui baixa visitação.

A pesquisa  mapeou 3,5 milhões de sites ativos e inativos no Brasil. Cerca de 18% estão voltados ao comércio eletrônico.

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Pesquisa traça perfil dos empreendedores do Brasil

A maioria dos empreendedores é homem entre 26 e 31 anos.
Quase metade concluiu a faculdade e fez pós-graduação.

 

 

O sonho de muita gente é ter o seu próprio negócio e se tornar o seu próprio chefe. Uma pesquisa que traça o perfil do empreendedor brasileiro mostra que 72% dos jovens que querem a sua independência financeira são homens.
Nem todo mundo tem tempo para ir à feira e escolher as frutas com calma. Que tal então receber em casa toda semana frutas fresquinhas? E mais: cortadas e embaladas.

“É uma comodidade que você não tem que ir ao mercado, não gasta tempo com trânsito, não tem que ir até a feira, trazer aquelas sacolas pesadas”, fala a relações públicas Bruna Ramos.

A ideia foi do empresário Márcio Fleury que tem 29 anos e é formado em engenharia elétrica pela Universidade de São Paulo (USP). Ele resolveu deixar de lado o ramo e investiu no lado empreendedor. Foi para a França fazer uma especialização e há nove meses abriu a empresa.

"Nossa, ainda tem muito para crescer! Você acorda todo dia instigado a trabalhar”, fala Fleury.

O Márcio representa bem o perfil do jovem empreendedor brasileiro: 72% são homens; a maioria tem entre 26 e 31 anos, já se formou e tem pós-graduação.

Por outro lado, o estudo identificou também os principais medos e os anseios do jovem empreendedor brasileiro - 30% deles disseram que abrir a sua própria empresa significa conquistar a independência financeira. Mas dois fatores têm impedido que esse sonho se torne real: a falta de dinheiro e de qualificação.

“Nós já tentamos inserir a matéria de empreendedorismo como matéria obrigatória desde o ensino básico, de forma tal que a gente comece a formar pessoas que queiram empreender”, fala o diretor-executivo da Conaje (Confederação Nacional dos Jovens Empresários).

Outra pesquisa apontou que de cada 10 mulheres, duas pretendem abrir um negócio próprio - 38% boa parte porque não quer ter chefe e de empreendedorismo, a empresária Cris Taveira entende. Ela tem três empresas e está abrindo mais uma e descobriu esse talento bem cedo, aos oito anos de idade.

“Peguei um monte de perfume uma vez, misturei com água e comecei a vender no meu prédio. Por todas as empresas que eu passei eu nunca fiquei só num departamento, então essa curiosidade começou a me trazer conhecimento”, conta.

Experiências que agora a Cris quer passar para outros empreendedores. Uma das empresas dela dá consultoria para e o empresário Ivan Hermano, do ramo de segurança particular.

“Eu mesmo comecei na empresa com 24 anos, estava na faculdade, eu dou muito valor nisso, naqueles que querem empreender, que tem vontade de fazer”, conta Ivan.
Assista Video da matéria direto no site: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2014/10/pesquisa-traca-perfil-dos-empreendedores-do-brasil.html

E-Commerce

 

Dicas sobre como investir em Marketing Digital
Especialistas ensinam empresas a usar as ferramentas corretas do Marketing Digital conforme os objetivos que desejam atingir.




Se seu objetivo é aumentar as vendas, foque em estratégias e ferramentas que farão com que se alcance sucesso com mais rapidez e eficiência. O mesmo se dá para o Branding (fortalecimento da marca) e a Comunicação: cada necessidade exige uma atitude diferente a ser tomada. Os consultores Business mostram o caminho.
Você já deve ter ouvido, algumas vezes, que é preciso saber aonde se quer chegar para se conseguir traçar uma rota. A afirmação pode ser transposta para diversas áreas porque o planejamento, o estudo do que se quer realizar, facilita imensamente o trabalho e gera economia de tempo e de recursos. O mesmo acontece quando você opta por investir em Marketing Digital. “Diante de tantas opções de ferramentas, é preciso definir qual é o objetivo que será alcançado para, somente depois, traçar a estratégia”.
O executivo orienta as empresas a ter três focos como principais: Vendas, Fortalecimento de Marca (Branding) e Comunicação Online. “A partir desses três objetivos maiores, é possível determinar o que será feito e como as ações de Marketing Digital serão criadas e colocadas em prática. Uma empresa pode ter apenas um dos três objetivos, dois deles combinados ou até mesmo os três, mas é importante que ela saiba o que quer para agir com foco”.

Veja algumas ferramentas usadas em cada caso:
Geração de oportunidades de vendas online:
 Quando os consultores detectam que uma empresa precisa incrementar o faturamento, criando oportunidades de vendas e prospecção de novos clientes, existem cinco ferramentas que podem ser utilizadas com esse fim:

SEO Local: otimização que leva a página do cliente a ocupar as primeiras posições nos buscadores mais populares, como o Google. A inclusão de informações como a localização geográfica melhora esse posicionamento quando se trata de empresas cuja atuação depende da proximidade com o cliente – por exemplo, pet shops, academias, escolas e farmácias. “Esse é um aspecto que não depende necessariamente do porte da empresa mas, principalmente, de sua atividade”,  essa ferramenta é útil para a realização de buscas orgânicas e que mais de 70% das buscas em sites especializados incluem a informaç&a tilde;o geográfica.

SEO Nacional: sem estabelecer limites geográficos, esta ferramenta permite que uma empresa seja encontrada nas primeiras posições dos buscadores mais populares apenas com palavras-chave que definam seu ramo de atuação, produtos ou serviços oferecidos. Empresas que realizam entregas em domicílio, ou que instalam seus produtos onde seus clientes estão, por exemplo, podem se beneficiar deste tipo de otimização.

SEO para E-commerce: para empresas que possuem lojas virtuais, o serviço de SEO é mais detalhado e específico, pois deve levar em conta palavras-chave e expressões de cada produto ou serviço oferecido. O objetivo é atrair o público para o site da loja virtual e oferecer cada item de forma diferenciada. “É como se fosse feito um trabalho de SEO para cada item do catálogo. Por isso, avaliamos cada caso em separado”.

Busca Paga: conhecida como “Pay Per Click” (Pague Por Clique) é uma ferramenta em que o cliente só paga quando um internauta for levado à sua página depois de ter clicado no anúncio. Neste caso, a exposição só acontece enquanto a empresa pagar pelo serviço. “Para trabalhar com essa ferramenta, é preciso identificar qual o público deve ser atingido por meio dessa ação”, informa o diretor geral . “É uma ferramenta para atingir a visibilidade em um tempo mais curto, mas é necessário avaliar cada caso para não gastar dinheiro sem retorno”, completa o presidente.

Otimização de conversão de website: por meio desta ferramenta, é possível escolher termos e palavras de referência que o público pode usar para chegar até o site de uma empresa. Para isso, as empresas necessitam estruturar os seus sites de forma que as mensagens transmitidas estejam claras, comunicando os verdadeiros valores da empresa, de forma clara e precisa, para atrair o consumidor que esteja buscando esses valores em produtos e serviços.“Nossos consultores definem, junto com os clientes, quais são esses valores e, a partir de estudos em conjunto, elaboram adaptações ao site do cliente para melhorar sua comunicação com o mercado. 

 Credibilidade da marca (Branding):
Estimular a exposição online e incentivar a confiança dos clientes é fundamental para o sucesso de uma empresa. Para atingir esses resultados, os consultores  utilizam várias ferramentas:

Site responsivo: “O visitante demora de 5 a 8 segundos, apenas, para decidir permanecer em um site. É esse o tempo que uma empresa tem para conquistar o cliente. Por isso, o site precisa responder aos anseios e necessidades do cliente”, avalia Cunha. Para atingir esse objetivo, os consultores  trabalham para criar sites responsivos para cada tipo de aparelho, smartphone ou tablet, que seja atrativo para o público e o estimula a continuar navegando para além desses segundos iniciais.

Estratégia e implementação de marketing de conteúdo: Conteúdo é o que está escrito no site e em qualquer outro meio que o cliente usa para se comunicar com o internauta. A linguagem tem que ser adequada para cada público e estruturada de maneira atraente, deixando claro o diferencial de sua empresa.

Consultoria de arquitetura de conversão website: A arquitetura de um site estabelece como seu conteúdo deve ser estruturado, visando otimizar a experiência do usuário com seu site.  “A arquitetura de conversão está relacionada à usabilidade. Ela ajuda a entender o comportamento de navegação”. Assim, por exemplo, é possível definir a distância em cliques que o usuário precisa percorrer até atingir algum objetivo (preencher um formulário, finalizar uma compra, encontrar informações etc.).

Comunicação 
 Fortalecer o relacionamento com clientes, parceiros e com o mercado como um todo é um objetivo de muitas empresas para conquistar uma posição de destaque e prestígio.

 Marketing de conteúdo:  Cria estratégias e elabora conteúdos para se comunicar com o mercado, por meio de mensagens curtas, objetivas e eficientes sobre aquilo que o mercado espera e deseja. Os consultores da empresa também implementam esses conteúdos. 

 Midias Sociais: os consultores  ensinam também a seus clientes a usar as mídias sociais (blogs, Facebook, Twitter, Instagram e outros) como meios de se comunicar com o mercado e de gerar oportunidades, soluções e caminhos alternativos para incrementar seus negócios. “Essa ferramenta também contribui para estimular mais tráfego qualificado para o website, o que é muito positivo”.

Dentro de cada área, como escolher a ferramenta?
 Mesmo com os esclarecimentos, podem surgir dúvidas sobre como usar e contratar as ferramentas citadas ou como definir a solução mais recomendada envolvendo uma combinação dessas ferramentas – o que é muito normal, diga-se de passagem. “É preciso entender que o Marketing Digital é acessível a todos os portes de empresas, das pequenas e médias empresas até as de grande porte. Pode-se investir pouco ou muito, dependendo do seu porte, mas para se ter benefícios verdadeiros, é preciso investir-se corretamente”.
É aí que entram os especialistas. Para ajudar o cliente a identificar qual é esse objetivo principal, os consultores  aplicam questionários e realizam uma entrevista pessoal com o responsável pelo negócio, para poderem fazer um diagnóstico preciso das necessidades e demandas dos clientes. “Antes de fazer a proposta, eles conversam com o cliente, conhecem a empresa e a natureza do negócio, analisam os dados obtidos e só então apresentam sugestões, que passam por ajustes de acordo com o que o próprio cliente precisa."
Ele lembra, também, que é necessário um forte trabalho de pós-venda, medindo os resultados atingidos pelas estratégias aplicadas, por meio de relatórios mensais e indicadores específicos. “Nós também fazemos questão de apresentar aos clientes cases nos quais já trabalhamos e que tenham alguma relação com o negócio dele, para que ele saiba que aqueles resultados serão efetivamente atingidos."

fonte: http://www.incorporativa.com.br/mostranews.php?id=11401

 









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10 dicas (comprovadas) para que os clientes curtam seu conteúdo -

Não basta promover a sua empresa, é preciso haver diálogo.

 

 

Com a difusão e a popularidade das mídias sociais, toda e qualquer empresa sonha em ter maior visibilidade e ver seu conteúdo compartilhado por muitos fãs. Mas não há fórmula simples para isso. Ou há? O americano Jonah Berger vem trabalhando incansavelmente para determinar o que se propaga mais facilmente por esses meios – o que torna algo viral ou não.
Professor de marketing na Wharton School, da Universidade da Pensilvânia, e autor do livro Contagious (Contagioso), ele conseguiu uma fórmula que dita alguns aspectos essenciais para criar um conteúdo mais compartilhável. “Essas dicas são muito eficientes e algo que toda empresa pode colocar em prática. Mas com certeza mudarão com o tempo. Elas trazem o que faz sucesso agora, mas isso pode mudar”, afirma Felipe Mariot, 29 anos, cofundador da agência de marketing digital CentoeDez.
Para ele, a empresa precisa entender que o mais importante é criar diálogos com os usuários. “O público está mais crítico e exigente com o que compartilha. Você precisa descobrir quem são seus fãs e criar conversas que sejam úteis, tragam valor e ao mesmo tempo valorizem essas pessoas”, afirma.
Abaixo você confere as dicas extraídas por Berger e com comentários de Mariot.
1. O visual é mais legal
Mensagens conquistam mais facilmente a atenção de quem navega pelas mídias sociais. Sempre tente divulgar seu conteúdo ou criar conversas com algum estímulo visual.
2. Todo mundo quer ser legal
As pessoas querem mostrar quem são – ou como querem que as pessoas as vejam – pelos conteúdos que compartilham. Portanto, as pessoas querem conteúdo de qualidade e que mostrem que elas são pessoas interessantes nas mídias sociais. Por isso posts de humor, alegres e engajados funcionam tanto.
 3. Os usuários querem impacto e informação instigante
Além de mostrar que são interessantes, os consumidores também querem chamar a atenção com conteúdo de impacto. Pense bem nos títulos de seu blog, nas mensagens dos seus posts, mas sem apelar para o sensacionalismo.
4. Conteúdo exclusivo
Os usuários querem ter a sensação de que estão lendo algo feito só para eles, então tente criar mensagens e conteúdos personalizados.
5. Veja tudo pelo lado positivo
“Uma pesquisa feita pelo jornal The New York Times comprovou que notícias inspiradoras e positivas aumentam em 30% o número de compartilhamentos, enquanto uma notícia triste os reduz em 16%”, afirma Mariot. Tente olhar tudo pelo lado positivo.
6. Na prática
Muitos usuários estão atrás de conteúdos práticos, por isso vídeos tutoriais fazem tanto sucesso. Transmita informações que possam ser utilizadas no dia a dia do consumidor.
7. Tendência “Maria vai com as outras?”
As pessoas tendem a seguir outras quando observam que um conteúdo está em alta, popularizado. “Uma dica simples, nesse caso, é colocar um contador de compartilhamentos em seus posts. Aqueles que são mais compartilhados tendem a receber mais cliques do que outros”, diz Mariot.
8. As pessoas gostam de histórias
Quanto mais você criar narrativas para o conteúdo, haverá mais chances de suas mensagens serem compartilhadas.
9. Compartilhar precisa ser fácil
Você precisa facilitar o trabalho do usuário na hora de compartilhar. “Botões claros e bem posicionados para compartilhar o conteúdo fazem uma grande diferença em qualquer tipo de site”, afirma Mariot.
10 O humor é rei
Não precisamos dizer que o humor quase sempre estimula mais o compartilhamento, devido principalmente ao clima leve e descontraído das mídias sociais. O que não significa que ele funciona bem para todas as marcas.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Colunistas/Rafael-Teixeira/noticia/2014/09/10-dicas-comprovadas-para-que-os-clientes-curtam-seu-conteudo.html
 
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