5 traços comuns a empreendedores de sucesso
A adrenalina pode alavancar sua ideia, mas é preciso muito mais do que isso para permanecer no negócio
Após 13 anos escrevendo sobre empresas de tecnologia, o autor John Brandon
claramente tem experiência sobre como começar uma companhia e fazê-la
durar. Abaixo, ele compartilha cinco traços que sempre percebeu entre os
empresários de sucesso, responsáveis por negócios duradouros.
Confira:
1. Eles são incrivelmente persistentes
Empreendedores de sucesso não pressionam o banco até que ele conceda o empréstimo que eles querem e depois relaxam. Esse tipo de empreendedor é persistente por natureza e nunca para ou percebe que há uma maneira diferente de agir.
2. Eles não aceitam "não" como resposta
Empresários bem sucedidos sabem lidar bem com a rejeição - eles apenas não a aceitam. É mais do que apenas não desistir, é um mecanismo que os impede de desistir quando tudo aponta para esse caminho.
3. Eles sabem como virar as situações a seu favor
Você pode ter motivação e saber lidar com a rejeição, mas se você não sabe como tirar proveito das oportunidades, sua empresa não vai sobreviver.
4. Eles concluem as coisas
Boas companhias são construídas por pessoas que levam uma ideia adiante, até sua conclusão. Se você for preguiçoso e irresponsável, sua ideia irá falhar.
5. Eles prestam atenção aos detalhes
Este é um traço de sobrevivência: é preciso prestar atenção aos detalhes no trabalho. Quando você se importa com uma coisa, você gasta um tempo a mais para prestar atenção aos detalhes.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-tracos-comuns-a-empreendedores-de-sucesso/88469/
Confira:
1. Eles são incrivelmente persistentes
Empreendedores de sucesso não pressionam o banco até que ele conceda o empréstimo que eles querem e depois relaxam. Esse tipo de empreendedor é persistente por natureza e nunca para ou percebe que há uma maneira diferente de agir.
2. Eles não aceitam "não" como resposta
Empresários bem sucedidos sabem lidar bem com a rejeição - eles apenas não a aceitam. É mais do que apenas não desistir, é um mecanismo que os impede de desistir quando tudo aponta para esse caminho.
3. Eles sabem como virar as situações a seu favor
Você pode ter motivação e saber lidar com a rejeição, mas se você não sabe como tirar proveito das oportunidades, sua empresa não vai sobreviver.
4. Eles concluem as coisas
Boas companhias são construídas por pessoas que levam uma ideia adiante, até sua conclusão. Se você for preguiçoso e irresponsável, sua ideia irá falhar.
5. Eles prestam atenção aos detalhes
Este é um traço de sobrevivência: é preciso prestar atenção aos detalhes no trabalho. Quando você se importa com uma coisa, você gasta um tempo a mais para prestar atenção aos detalhes.
fonte: http://www.administradores.com.br/noticias/negocios/5-tracos-comuns-a-empreendedores-de-sucesso/88469/
10 filmes a que todo empreendedor deve assistir
Divirta-se e veja lições de empreendedorismo em filmes consagrados.
Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme.
Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador.
Por isso separamos dez filmes a que todos os empreendedores deveriam
assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às
vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare
sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais
recentes e outros tirados do fundo do baú.
– “O lobo de Wall Street” (2013): o filme é uma cinebiografia sobre o corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), que ficou rico e depois foi preso por acusações de fraude e outros crimes de colarinho branco. Apesar de ser uma comédia que parece ignorar a gravidade dos atos de Belfort, o filme dá algumas lições sobre jogo de cintura e principalmente para investidores.
– “Jobs” (2013): o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica, mas é inegável o poder que a figura de Steve Jobs (Ashton Kutcher) tem sobre os empreendedores de todo mundo. Por isso o longa ainda traz um bom apanhado de memórias de sua carreira e também algumas lições práticas, como saber lidar com investidores.
– “O homem que mudou o jogo” (2011): longe de ser um filme sobre esporte, “O homem que mudou o jogo” mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.
– “A rede social” (2010): “A rede social” conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.
– “Quem quer ser um milionário” (2008): este filme britânico que mais parece um trabalho de Bollywood mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.
– “À procura da felicidade” (2006): em “À procura da felicidade”, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.
– “Piratas da informática” (1999): um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.
– “Jerry Maguire - A grande virada” (1996): depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise) escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). “Jerry Maguire – a grande virada” é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.
– “O segredo do meu sucesso (1987)”: o jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.
– “O Poderoso Chefão” (1972): o clássico que dá início à famosa trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. O primeiro “Poderoso Chefão” mostra as vantagens e desvantagens de empreender em família e que o melhor sucessor pode ser quem menos se espera.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/04/10-filmes-que-todo-empreendedor-deve-assistir.html
– “O lobo de Wall Street” (2013): o filme é uma cinebiografia sobre o corretor de ações Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio), que ficou rico e depois foi preso por acusações de fraude e outros crimes de colarinho branco. Apesar de ser uma comédia que parece ignorar a gravidade dos atos de Belfort, o filme dá algumas lições sobre jogo de cintura e principalmente para investidores.
– “Jobs” (2013): o filme foi um fracasso de bilheteria e crítica, mas é inegável o poder que a figura de Steve Jobs (Ashton Kutcher) tem sobre os empreendedores de todo mundo. Por isso o longa ainda traz um bom apanhado de memórias de sua carreira e também algumas lições práticas, como saber lidar com investidores.
– “O homem que mudou o jogo” (2011): longe de ser um filme sobre esporte, “O homem que mudou o jogo” mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.
– “A rede social” (2010): “A rede social” conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.
– “Quem quer ser um milionário” (2008): este filme britânico que mais parece um trabalho de Bollywood mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.
– “À procura da felicidade” (2006): em “À procura da felicidade”, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.
– “Piratas da informática” (1999): um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.
– “Jerry Maguire - A grande virada” (1996): depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire (Tom Cruise) escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). “Jerry Maguire – a grande virada” é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.
– “O segredo do meu sucesso (1987)”: o jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.
– “O Poderoso Chefão” (1972): o clássico que dá início à famosa trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. O primeiro “Poderoso Chefão” mostra as vantagens e desvantagens de empreender em família e que o melhor sucessor pode ser quem menos se espera.
fonte: http://revistapegn.globo.com/Noticias/noticia/2014/04/10-filmes-que-todo-empreendedor-deve-assistir.html
Localização é chave para atrair consumidores
Falhas na escolha do ponto para instalar o comércio compromete o êxito do empreendimento
Apenas a dedicação do dono e o conhecimento sobre o negócio são mais
importantes para a franquia do que a escolha do ponto de instalação. De
nada adianta investir em design interno, treinar e uniformizar os
funcionários se o público não tiver acesso fácil à loja. A presença em
shopping center, por exemplo, não garante boa visibilidade. "O
empresário tem de evitar locais com poucas vitrines, frente pequena e
pontos cegos, como imóveis atrás de colunas ou escadas", recomenda André
Friedheim, sócio-diretor da consultoria Francap.
Encontrar o ponto ideal exige boa dose de paciência. Luciano Guimarães, franqueado da rede Poderoso Timão viveu na pele a dificuldade para instalar uma de suas lojas na Rua Augusta. "Todos os dias eu andava a Augusta de ponta a ponta procurando o local ideal. Um dia encontrei."
Para tomar a decisão correta, Guimarães observou o público que frequenta a região - com alto fluxo de pessoas - e buscou a loja com maior potencial para geração de receita. O empresário fez exatamente o que é recomendado pelo diretor internacional da Global Franchise, Wagner Almeida. "Um erro muito comum é o de não avaliar o público-alvo e a concorrência existente", aponta.
Para operar com lojas de rua, é importante, de acordo com Guimarães, conhecer, além do público, o perfil das empresas instadas na região, os horários de funcionamento e os picos para atendimento. "E, é claro, conhecer bem a concorrência", afirma.
Além de shopping centers e ruas, Almeida, da Global Franchise, recomenda a análise de pontos em hipermercados, alternativa surgida nos últimos anos, mas que tem garantido bom retorno às franquias. "Os valores de locação são bem interessantes e, dependendo do fluxo de pessoas, a relação custo-benefício é ótima."
Ele também enxerga bons negócios nas galerias, especialmente as localizadas em ruas de grande tráfego de pessoas. Esses locais diferem-se dos shopping centers principalmente pelo regime de funcionamento. "A maioria trabalha de segunda-feira a sexta-feira, em horário comercial, e aos sábados em meio período", comenta.
Para os especialistas, cada alternativa tem suas peculiaridades. Por isso, a pesquisa é importante antes de definir a instalação da loja. O ponto deve ter conexão ainda com o plano de negócios e com a disponibilidade de horário do empreendedor. Estar dentro de um shopping pode parecer a melhor opção, principalmente pelo hábito do consumidor em frequentar esses centros. Mas o fato de manter a equipe no atendimento de domingo a domingo amplia os custos.
Outra questão que deve ser analisada, de acordo com o Sebrae, é o plano de expansão da franqueadora. O ponto é aprovado pela detentora da marca e precisa, obrigatoriamente, estar em área prevista em seus projetos. Geralmente os franqueadores assessoram os parceiros na procura. Quando isto não acontece, é recomendável buscar orientação. O Sebrae presta consultoria gratuita.
fonte:http://www.dci.com.br/especial/localizacao-e-chave-para-atrair-consumidores-id398106.html
Encontrar o ponto ideal exige boa dose de paciência. Luciano Guimarães, franqueado da rede Poderoso Timão viveu na pele a dificuldade para instalar uma de suas lojas na Rua Augusta. "Todos os dias eu andava a Augusta de ponta a ponta procurando o local ideal. Um dia encontrei."
Para tomar a decisão correta, Guimarães observou o público que frequenta a região - com alto fluxo de pessoas - e buscou a loja com maior potencial para geração de receita. O empresário fez exatamente o que é recomendado pelo diretor internacional da Global Franchise, Wagner Almeida. "Um erro muito comum é o de não avaliar o público-alvo e a concorrência existente", aponta.
Para operar com lojas de rua, é importante, de acordo com Guimarães, conhecer, além do público, o perfil das empresas instadas na região, os horários de funcionamento e os picos para atendimento. "E, é claro, conhecer bem a concorrência", afirma.
Além de shopping centers e ruas, Almeida, da Global Franchise, recomenda a análise de pontos em hipermercados, alternativa surgida nos últimos anos, mas que tem garantido bom retorno às franquias. "Os valores de locação são bem interessantes e, dependendo do fluxo de pessoas, a relação custo-benefício é ótima."
Ele também enxerga bons negócios nas galerias, especialmente as localizadas em ruas de grande tráfego de pessoas. Esses locais diferem-se dos shopping centers principalmente pelo regime de funcionamento. "A maioria trabalha de segunda-feira a sexta-feira, em horário comercial, e aos sábados em meio período", comenta.
Para os especialistas, cada alternativa tem suas peculiaridades. Por isso, a pesquisa é importante antes de definir a instalação da loja. O ponto deve ter conexão ainda com o plano de negócios e com a disponibilidade de horário do empreendedor. Estar dentro de um shopping pode parecer a melhor opção, principalmente pelo hábito do consumidor em frequentar esses centros. Mas o fato de manter a equipe no atendimento de domingo a domingo amplia os custos.
Outra questão que deve ser analisada, de acordo com o Sebrae, é o plano de expansão da franqueadora. O ponto é aprovado pela detentora da marca e precisa, obrigatoriamente, estar em área prevista em seus projetos. Geralmente os franqueadores assessoram os parceiros na procura. Quando isto não acontece, é recomendável buscar orientação. O Sebrae presta consultoria gratuita.
fonte:http://www.dci.com.br/especial/localizacao-e-chave-para-atrair-consumidores-id398106.html
Sucesso depende de bom plano financeiro
Ao investir em franquia, o empreendedor pega carona na credibilidade e na popularidade da marca e tem mais segurança para encarar o varejo
Ao investir em franquia, o empreendedor pega carona na credibilidade e
na popularidade da marca e tem mais segurança para encarar o varejo. As
vantagens oferecidas, no entanto, não garantem o sucesso do negócio,
que precisa de planejamento financeiro e muita pesquisa quando a
formação de capital depende de empréstimo. O ideal, dizem os
especialistas, é que a maior parte do dinheiro provenha de economias do
franqueado. "Não se recomenda o uso de dívidas, principalmente
bancárias", afirma Wilson Toshiro Nakamura, professor de finanças da
Universidade Presbiteriana Mackenzie. Segundo ele, tomar crédito só vale
a pena em linhas subsidiadas com taxas de juros abaixo da média de
mercado. "Condições difíceis de encontrar."
Mas se a oportunidade de negócio for boa e a saída para completar o
investimento estiver no mercado financeiro, é importante respeitar
limites para não prejudicar o início da operação. "O empréstimo
contratado não deve ultrapassar o percentual de 30% do valor necessário
para a instalação da loja", explica Wagner Almeida, diretor da
consultoria Global Franchise. A medida é necessária para evitar impactos
no fluxo de caixa. "As parcelas podem comprometer o capital de giro."
Antes de emprestar o dinheiro, pesquisar bem as taxas oferecidas por
instituições públicas e privadas é a melhor estratégia. Segundo
informações do Sebrae, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e
Social (BNDES) criou recentemente linha especial para o segmento de
franquias. A instituição oferece taxas especiais para projetos de
ampliação da rede (com abertura de lojas), reforma ou modernização das
unidades existentes e, até mesmo, da fábrica. Nesse caso, a franqueadora
é quem submete o projeto para o banco e o franqueado só tem acesso às
condições especiais se a rede estiver incluída na estratégia de crédito.
Vale perguntar se a linha está disponível durante as discussões sobre o
negócio.
Já os franqueados, podem utilizar linhas especiais do BNDES para
micro e pequenas empresas, como o microcrédito - para empréstimos até R$
15 mil -, cartão BNDES (até R$ 1 milhão), BNDES automático (R$ 20
milhões) e Finame (sem limite determinado). Outro banco público com
condições especiais para franquias é a Caixa.
A rede privada também disputa clientes neste filão. Para atrair os
empreendedores, o Santander combina a oferta de produtos financeiros com
a de ferramentas capazes de melhorar a gestão financeira das empresas.
Cristiane Nogueira, superintendente executiva de Segmentos do
Santander, explica que a instituição mantém equipe especializada em
franquias para adequar as linhas às necessidades do empresário. Além de
repassar recursos do BNDES, o Santander oferece condições especiais em
crédito para fluxo de caixa e soluções de pagamento e recebimento.
Em parceria com a Associação Brasileira de Franchising, o Santander
lançou linha de crédito especial para microfranquias (negócios com plano
de investimetno inicial de até R$ 80 mil). Para empréstimos até R$ 15
mil, por exemplo, as taxas estão entre 2% e 2,5% ao mês.
Para ter acesso às linhas de financiamento, o empresário terá de
assegurar o pagamento. Nuno Fouto, coordenador de pesquisa do Provar/
Fia, explica que é possível utilizar bens particulares como garantia. "A
análise de crédito leva em conta o histórico do empreendedor que,
muitas vezes, obtém boas condições como pessoa física", explica.
Para conseguir crédito, um bom plano financeiro e projeções que mostrem a
capacidade de gerar receita são fundamentais. "Mesmo que seja um
franqueado de primeira viagem, é preciso apresentar as contas para o
banco" conclui.
fonte:
http://www.dci.com.br/especial/sucesso-depende-de-bom-plano-financeiro-id398105.html
Franquias em Forte expansão.
Com todos os indicadores no azul, redes comemoram crescimento e atração de novas marcas.
Não existe tempo feio para o franchising brasileiro. Desde o início
do século XXI, o setor registra expansão. No pior momento da crise
internacional, em 2009, o avanço foi de 14,7%. O melhor: cresce a taxa
de dois dígitos desde 2005. O ano passado não foi exceção. Todos os
indicadores fecharam no azul, como mostra levantamento da Associação
Brasileira de Franchising (ABF). O faturamento foi de R$ 115,6 bilhões,
alta de 11,9%. O Produto Interno Bruto (PIB) ficou em 2,3%.
As redes em operação somaram 2.703, 11,4% a mais do que no ano anterior. Nada menos que 277 novas marcas estrearam no setor, com destaque para Malwee, Le Coq Sportif e Stuppendo. Com elas, o Brasil desbancou os Estados Unidos e ocupou o terceiro lugar no ranking do número de bandeiras do World Franchise Council. Fica atrás apenas da China e da Coréia. Detalhe: das marcas em operação por aqui, 92,4% são genuinamente nacionais, na contramão do que acontece no restante do mundo.
Apesar do bom desempenho, os resultados de 2013 são motivo de preocupação. Afinal, a expansão de 11,9% no faturamento é a menor dos últimos cinco anos e ficou bem abaixo dos 16% esperados. O cenário econômico é o principal culpado. O setor foi prejudicado por fatores como a elevação da taxa de juros, fraco desempenho do PIB, endividamento das famílias e inflação. Para este ano, a ABF espera evolução de 12% no faturamento, 8% no número de marcas e avanço entre 8% e 10% no total de unidades.
Mesmo com a necessidade de enfrentar grandes desafios, o setor trabalha com a certeza de continuar na rota do crescimento. "Nós somos o Brasil que dá certo. O modelo é vitorioso e se reinventa frente às adversidades", diz Cristina Franco, presidente da ABF. A expansão física do sistema vai continuar, oferecendo novas oportunidades para os empreendedores. Um indicador levantado pelo Grupo Bittencourt dá a dimensão do espaço a ser conquistado: nos Estados Unidos, cada marca tem, em média, 400 pontos de venda; 25% delas têm de 51 a 500 unidades; e 6%, mais de 501. Entre estas, 2% possuem mais de mil franquias. No Brasil, o número médio é de 40 unidades por marca e apenas dez redes têm mais de mil lojas. O Boticário é a única que supera a marca dos 2 mil, com 3,6 mil pontos de venda.
Além disso, 58,7% das franquias estão instaladas na Região Sudeste, especialmente no eixo Rio/São Paulo. Nos últimos anos, as redes têm investido em outras regiões. Hoje o Norte e o Nordeste têm participação de 14,5% cada e a Centro-Oeste, de 8%. A marcha para o interior também segue inexorável, seguindo o percurso trilhado pelos shopping centers. As franquias estão presentes em todos os municípios brasileiros com mais de 40 mil habitantes, com resultados surpreendentes. "A loja de Altamira, no Pará, vende de R$ 110 mil a R$ 120 mil por mês", revelou Caito Maia, dono da Chilli Beans, no 1º Congresso Internacional de Franchising ABF, realizado em abril, em São Paulo.
A Chilli Beans faz parte de um seleto grupo de 121 redes que atua no exterior na tentativa de abrir novos mercados e, principalmente, de tornar as marcas conhecidas fora do Brasil. Junto com ela, a Vivenda do Camarão e a Dumont ampliaram a atuação internacional em 2013. Já a Container Concept, Fabrizio Giannone e a Yogoberry iniciaram as operações em outros países. O vigor do franchising nacional atrai bandeiras de outras nacionalidades e 38 delas chegaram ao Brasil. Entre elas, a Coldwell Banker (imobiliária), Hypoxi (beleza) e 7Camicie (vestuário).
Existem oportunidades em todos os segmentos. "As franquias mais procuradas são as voltadas para o público feminino", diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchising Store, loja de franquias do Grupo Cherto. Não à toa, a área de Esporte, Saúde, Beleza e Lazer registrou um crescimento de 23,9% no faturamento, o maior do setor em 2013. Ingressaram na área 73 marcas, a exemplo da Essencial Care, Nagis e Body Concept. Já as franquias de acessórios e calçados tiveram expansão de 17,1%, impulsionadas principalmente pela venda de artigos femininos.
"A área de serviços é uma das mais promissoras por oferecer nichos pouco explorados", comenta Lyana Bittencourt, diretora de marketing e desenvolvimento do Grupo Bittencourt. "É o caso das academias, dos serviços para a terceira idade e dos reparos para a casa". Mudanças - para melhor - chegaram ao segmento de alimentação, um dos mais consolidados, que cresceu 16,6%. Ao lado das tradicionais e populares redes de fast-food, começam a aparecer marcas mais sofisticadas como Freddo (sorvetes), Spedini (italiana) e Suplicy (café gourmet).
fonte:http://www.dci.com.br/especial/forte-expansao-id398119.html
As redes em operação somaram 2.703, 11,4% a mais do que no ano anterior. Nada menos que 277 novas marcas estrearam no setor, com destaque para Malwee, Le Coq Sportif e Stuppendo. Com elas, o Brasil desbancou os Estados Unidos e ocupou o terceiro lugar no ranking do número de bandeiras do World Franchise Council. Fica atrás apenas da China e da Coréia. Detalhe: das marcas em operação por aqui, 92,4% são genuinamente nacionais, na contramão do que acontece no restante do mundo.
Apesar do bom desempenho, os resultados de 2013 são motivo de preocupação. Afinal, a expansão de 11,9% no faturamento é a menor dos últimos cinco anos e ficou bem abaixo dos 16% esperados. O cenário econômico é o principal culpado. O setor foi prejudicado por fatores como a elevação da taxa de juros, fraco desempenho do PIB, endividamento das famílias e inflação. Para este ano, a ABF espera evolução de 12% no faturamento, 8% no número de marcas e avanço entre 8% e 10% no total de unidades.
Mesmo com a necessidade de enfrentar grandes desafios, o setor trabalha com a certeza de continuar na rota do crescimento. "Nós somos o Brasil que dá certo. O modelo é vitorioso e se reinventa frente às adversidades", diz Cristina Franco, presidente da ABF. A expansão física do sistema vai continuar, oferecendo novas oportunidades para os empreendedores. Um indicador levantado pelo Grupo Bittencourt dá a dimensão do espaço a ser conquistado: nos Estados Unidos, cada marca tem, em média, 400 pontos de venda; 25% delas têm de 51 a 500 unidades; e 6%, mais de 501. Entre estas, 2% possuem mais de mil franquias. No Brasil, o número médio é de 40 unidades por marca e apenas dez redes têm mais de mil lojas. O Boticário é a única que supera a marca dos 2 mil, com 3,6 mil pontos de venda.
Além disso, 58,7% das franquias estão instaladas na Região Sudeste, especialmente no eixo Rio/São Paulo. Nos últimos anos, as redes têm investido em outras regiões. Hoje o Norte e o Nordeste têm participação de 14,5% cada e a Centro-Oeste, de 8%. A marcha para o interior também segue inexorável, seguindo o percurso trilhado pelos shopping centers. As franquias estão presentes em todos os municípios brasileiros com mais de 40 mil habitantes, com resultados surpreendentes. "A loja de Altamira, no Pará, vende de R$ 110 mil a R$ 120 mil por mês", revelou Caito Maia, dono da Chilli Beans, no 1º Congresso Internacional de Franchising ABF, realizado em abril, em São Paulo.
A Chilli Beans faz parte de um seleto grupo de 121 redes que atua no exterior na tentativa de abrir novos mercados e, principalmente, de tornar as marcas conhecidas fora do Brasil. Junto com ela, a Vivenda do Camarão e a Dumont ampliaram a atuação internacional em 2013. Já a Container Concept, Fabrizio Giannone e a Yogoberry iniciaram as operações em outros países. O vigor do franchising nacional atrai bandeiras de outras nacionalidades e 38 delas chegaram ao Brasil. Entre elas, a Coldwell Banker (imobiliária), Hypoxi (beleza) e 7Camicie (vestuário).
Existem oportunidades em todos os segmentos. "As franquias mais procuradas são as voltadas para o público feminino", diz Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchising Store, loja de franquias do Grupo Cherto. Não à toa, a área de Esporte, Saúde, Beleza e Lazer registrou um crescimento de 23,9% no faturamento, o maior do setor em 2013. Ingressaram na área 73 marcas, a exemplo da Essencial Care, Nagis e Body Concept. Já as franquias de acessórios e calçados tiveram expansão de 17,1%, impulsionadas principalmente pela venda de artigos femininos.
"A área de serviços é uma das mais promissoras por oferecer nichos pouco explorados", comenta Lyana Bittencourt, diretora de marketing e desenvolvimento do Grupo Bittencourt. "É o caso das academias, dos serviços para a terceira idade e dos reparos para a casa". Mudanças - para melhor - chegaram ao segmento de alimentação, um dos mais consolidados, que cresceu 16,6%. Ao lado das tradicionais e populares redes de fast-food, começam a aparecer marcas mais sofisticadas como Freddo (sorvetes), Spedini (italiana) e Suplicy (café gourmet).
fonte:http://www.dci.com.br/especial/forte-expansao-id398119.html
Cinco mitos sobre ter uma franquia
Muitos dos empreendedores que investem em franquias buscam maior comodidade, autonomia, qualidade de vida e estabilidade financeira. Tudo isso faz parte do pacote de vantagens de quem adere ao modelo de franchising. Mas engana-se quem acha que isso acontecerá de uma hora para outra. Chegar lá exige muita dedicação. Fique atento a alguns mitos que cercam o modelo de franquias:
Vou trabalhar menos: é claro
que, sendo o dono de seu próprio negócio, o franqueado poderá ter maior
liberdade em relação ao seu volume de trabalho e à sua agenda. Mas é
importante ressaltar que para obter o sucesso desejado, o
comprometimento e a disciplina do empreendedor são essenciais.
Não significa que o franqueado vá trabalhar mais, necessariamente, mas é preciso estar pronto para isso, se for o caso, especialmente no começo. Além de cuidados próprios com seu investimento, o empreendedor terá que seguir regras da franqueadora e entender que ele precisa prestar contas para a empresa detentora da marca.
Uma franquia oferece pouca liberdade de atuação: é um mito conhecido. Se você abrir uma franquia, não vai poder atuar com liberdade e só vai seguir as decisões do franqueador. Isso não é necessariamente verdade. De fato, as grandes campanhas de marketing e o plano de finanças estão nas mãos deles, mas o dia a dia da administração está em suas mãos.
Para manter a reputação da sua marca no mercado, o franqueador precisa estabelecer padrões e normas para a rede. A qualidade da entrega do produto ou serviço ao consumidor final depende muito da padronização, o que acaba gerando algumas limitações ao franqueado. Mas isso também traz vantagens. Os processos testados e aprovados pela franqueadora têm como principal objetivo garantir melhores resultados para o franqueado.
Uma franquia é garantia de retorno: muitos franqueados investem o seu dinheiro com a certeza que terão um alto retorno - e, não raro, acham que ele será basicamente imediato. De fato, as franquias têm grande chance de trazer o retorno de capital investido, pois são baseadas em modelos que já deram certo. Isso não significa, contudo, que elas estejam imunes às falhas de gestão de qualquer negócio, como má administração, falta de controle das despesas ou até mesmo fatores imprevisíveis de mercado.
É uma questão de gestão de expectativa. O empreendedor precisa ter a consciência de que os lucros virão com o tempo e não de uma hora pra outra e de que dependem do seu desempenho à frente do negócio.
Preciso de muito dinheiro para investir em uma franquia: uma boa quantidade de capital é um bom ponto de partida para um investimento de sucesso. Quando se fala em franquias, há projetos para todos os gostos e bolsos. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), para abrir uma franquia em casa (no modelo home based) é necessário um investimento a partir de 10 mil reais. Entre as opções de franquias neste modelo estão as de serviços de limpeza, jardinagem, lavagem, manutenção, entre outras.
O franqueador não se importa com o franqueado: esse argumento volta e meia surge: o franqueador só quer ganhar dinheiro vendendo as franquias e não está nem aí para o sucesso do franqueado. Isso pode ser verdade em casos isolados, mas franqueadores sérios estão preocupados - e muito - com o desempenho de cada franquia e o que isso significará para a sustentabilidade da rede e para a credibilidade da marca como um todo.
O bom franqueador dará suporte ao franqueado do início ao fim do processo, desde a escolha do ponto até a capacitação dos funcionários. Além disso, o franqueador também é responsável por criar campanhas de marketing para aumentar o interesse dos clientes na franquia. No fundo, franqueado e franqueador dependem um do outro para terem sucesso. Por isso, você deve tomar muito cuidado ao escolher esse parceiro.
José Carlos Fugice Jr é administrador de empresas especializado em franquias e varejo com MBA em administração de empresas pelo CEAG FGV/SP, com experiência em mais de 150 projetos de franquias.
Não significa que o franqueado vá trabalhar mais, necessariamente, mas é preciso estar pronto para isso, se for o caso, especialmente no começo. Além de cuidados próprios com seu investimento, o empreendedor terá que seguir regras da franqueadora e entender que ele precisa prestar contas para a empresa detentora da marca.
Uma franquia oferece pouca liberdade de atuação: é um mito conhecido. Se você abrir uma franquia, não vai poder atuar com liberdade e só vai seguir as decisões do franqueador. Isso não é necessariamente verdade. De fato, as grandes campanhas de marketing e o plano de finanças estão nas mãos deles, mas o dia a dia da administração está em suas mãos.
Para manter a reputação da sua marca no mercado, o franqueador precisa estabelecer padrões e normas para a rede. A qualidade da entrega do produto ou serviço ao consumidor final depende muito da padronização, o que acaba gerando algumas limitações ao franqueado. Mas isso também traz vantagens. Os processos testados e aprovados pela franqueadora têm como principal objetivo garantir melhores resultados para o franqueado.
Uma franquia é garantia de retorno: muitos franqueados investem o seu dinheiro com a certeza que terão um alto retorno - e, não raro, acham que ele será basicamente imediato. De fato, as franquias têm grande chance de trazer o retorno de capital investido, pois são baseadas em modelos que já deram certo. Isso não significa, contudo, que elas estejam imunes às falhas de gestão de qualquer negócio, como má administração, falta de controle das despesas ou até mesmo fatores imprevisíveis de mercado.
É uma questão de gestão de expectativa. O empreendedor precisa ter a consciência de que os lucros virão com o tempo e não de uma hora pra outra e de que dependem do seu desempenho à frente do negócio.
Preciso de muito dinheiro para investir em uma franquia: uma boa quantidade de capital é um bom ponto de partida para um investimento de sucesso. Quando se fala em franquias, há projetos para todos os gostos e bolsos. Segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), para abrir uma franquia em casa (no modelo home based) é necessário um investimento a partir de 10 mil reais. Entre as opções de franquias neste modelo estão as de serviços de limpeza, jardinagem, lavagem, manutenção, entre outras.
O franqueador não se importa com o franqueado: esse argumento volta e meia surge: o franqueador só quer ganhar dinheiro vendendo as franquias e não está nem aí para o sucesso do franqueado. Isso pode ser verdade em casos isolados, mas franqueadores sérios estão preocupados - e muito - com o desempenho de cada franquia e o que isso significará para a sustentabilidade da rede e para a credibilidade da marca como um todo.
O bom franqueador dará suporte ao franqueado do início ao fim do processo, desde a escolha do ponto até a capacitação dos funcionários. Além disso, o franqueador também é responsável por criar campanhas de marketing para aumentar o interesse dos clientes na franquia. No fundo, franqueado e franqueador dependem um do outro para terem sucesso. Por isso, você deve tomar muito cuidado ao escolher esse parceiro.
José Carlos Fugice Jr é administrador de empresas especializado em franquias e varejo com MBA em administração de empresas pelo CEAG FGV/SP, com experiência em mais de 150 projetos de franquias.
fonte: http://www.segs.com.br/demais-noticias/159989-cinco-mitos-sobre-ter-uma-franquia.html
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